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7 Golpes e ciladas em cima de turistas na Europa

por Daniel Duclos em 19/10/2010

Uma das primeiras coisas que dançam quando você vai visitar um lugar novo é a ilusão de que ele é totalmente perfeito. Cada lugar tem suas armadilhas, e ser turista não te coloca na posição mais confortável do mundo pra escapar delas. Ao contrário, você está num ambiente estranho, novo, fascinante (muitas coisas pra absorver sua atenção), e isso é como mel pra atrair ursos (bem mais perigosos do que moscas).

Existem muitos perigos em uma cidade, mas turistas são um grupo alvo perfeito pra uma ameaça em específico: o conto-do-vigário, golpes e ciladas montadas justamente pra se aproveitar de sua posição vulnerável de peixe fora d'água, armadilhas que raramente um local embarcaria.

Andando pela Europa, encontrei diversas. Algumas me custaram algum stress pra me livrar, mas outras passei bem ao largo, pois já estava avisado pelas minhas leituras. Espero aqui retornar o favor e ajudar a tornar sua viagem um pouco mais segura.

1. Anel em Paris

Seguinte, esse golpe eu vi em ação na Ponte Alexandre III. É, aquela lindona que sai direto em cartão postal. Essa:

Ponte Alexandre III - Paris Ponte Alexandre III - Paris

Você tá lá, clicando a deslumbrante vista e chega um cara do nada. Ele se agaixa perto de você e pega algo no chão. É um anel. De ouro! Oh!

— Esse anel é seu?

Não é. Será ouro mesmo? O cara não parece ter muita grana, mas oferece pra você ficar com o anel. A idéia é que você dê uns trocos pro cara — tipo, uns €10,00. O anel vale muito mais, certamente. Né? Uma pena que alguém tenha perdido, mas você não está fazendo nada de errado e tal. O cara provavelmente não conseguiria vender tão fácil, e ele precisa mais do cash do que de um anel.

CILADA!

Logicamente que o anel é falso e logicamente que ele quer te vender uma quinquilharia que deve valer uns €0,50 por dez pilas. Está jogando com a ganância e senso de oportunidade que é a base de tanto conto-do-vigário. Quando o cara me abordou (pode ser mulher, também, pelo que li), eu não conhecia o golpe e parei pra entender o que estava acontecendo

(Eu sou um que para praticamente toda vez quando falam comigo, porque a pessoa pode estar precisando de ajuda, honestamente. 98% das vezes é roubada, alguém pedindo dinheiro ou falando merda, mas às vezes não. Ontem, por exemplo, aqui em Haia, um tiozinho polonês me parou. Tinha todo jeito de que queria me pedir grana. Mesmo assim, parei. Ele não queria dinheiro. Estava perdido e não falava inglês. Tinha o endereço de um hotel. Indiquei o caminho pra ele. Esses 2% sempre fazem valer a pena pra mim. E, antes que perguntem, sim, eu parava muitas vezes em São Paulo também — quando não era obviamente uma roubada — e, sim, fui assaltado. Sou um otário persistente).

Enfim, niqui o tio me abordou e começou a aplicar a rotina do anel, a Carla, zupt, meu anjo da guarda e esposa amada, colou em mim e disse "roubada, vamos embora". Segui o conselho e saí. Ficamos, depois, em um canto da ponte, observando o modus operandi do meliante. O método de vender o anel (e quem se ferra é quem recebe, vejam vocês só) ficou claro pra nós. Procurei depois online e confirmei o golpe. Eu deveria ter desconfiado de cara: um parisiense falando inglês, magina. (Piadinha, não levem a sério).

Pont Alexandre III - Paris

Em compensação, me diverti fotografando por lá

2. Escadaria da Sacré-Cœur, Montmartre, Paris

Ê Parri, linda, problemática e apaixonante. Mais uma da segunda cidade mais bonita que eu conheço (ah, vai, cês sabem que eu sou parcial por Amsterdam). Essa foi nas escadarias que levam pra Basílica de Sacré-Cœur, no Montmartre. Aos pés dela fica uma multidão, mas uma multidão de ambulantes. A idéia é abordar os turistas e vender uma fitinha que, segundo eles, é pra "ajudar" a Basílica. Cof. Tá, sei.

O problema é que os caras são meio agressivos. Por "meio agressivos" quero dizer bastante agressivos. Eles já chegam querendo pegar seu pulso, falando inglês, ops, "inglês", abordando de turma. Eu cheguei e foi como sardinha em tanque de tubarão: eles fecharam em mim.

Eu disse "no, thanks"

"It's not for me, it's for the church."

"No, thank you!" — já saindo andando. O cara pegou no meu ombro, pra me impedir. Tive uma reação instintiva e bati na mão dele, tirando-a na hora e gritei:

- DON'T TOUCH ME, SIR!

Juro que falei sir. Dica: quando quiser ser ameaçador, não seja polido. Mas eu não tava pensando muito. Recebi como resposta:

- FUCK OFF, ASSHOLE!

Respondi algo nas mesmas linhas e saí dali, bufando. Mas não me incomodaram mais. Da Basílica, voltei por outra parte, saí a passear pelo Montmartre e não desci de novo as escadas.

O Conexão Paris (que recomendo) tem um artigo sobre esse golpe das escadarias da Sacré-Cœur.

Sacré Coeur

3. Pombos na Piazza del Duomo, Milão

Tá, vamos sair um pouco de Paris. Essa foi em Milão. A primeira atração da cidade que fomos ver foi Il Duomo, ou seja, a Catedral de Milão. Essa catedral me deixou tamanha impressão que escrevi um texto inspirado por ela. É impactante.

Chegamos de manhã, e a praça estava praticamente vazia. A Catedral brilhava, linda, linda. Imediatamente chegou um cara, pegou meu pulso (isso aconteceu antes do lance em Paris — talvez por isso eu já tivesse mais ligeiro por lá) e encheu minha mão de milho. Enquanto eu ainda estava estupefato, ele levantou minha mão. A idéia é atrair os pombos pra comer na sua mão e depois te perturbar até você dar alguma grana. Eu sei de gente que deu, depois, só pro cara parar de importunar.

Eu tive mais sorte. Eu tenho a Carla.

De novo ela veio muito rápido, me pegou pela outra mão, enquanto dizia "no, no" pro cara e, antes que ele ou eu pudéssemos ver o que rolava, estávamos longe. Você deve estar se perguntando se é seguro eu andar sem supervisão adulta e como eu conseguia voltar pra casa antes de conhecer a Carla. Eu me pergunto isso também, às vezes.

De qualquer forma, o incidente foi logo superado e continuamos a apreciar Milão, que é uma cidade subavaliada pelos turistas.

Duomo di Milano - por do sol

Tenho culpa de ficar encantado?

4. Ciganas em Berlim

Esse foi um que passamos longe porque já havíamos lido sobre. As ciganas (ou, enfim, mulheres que se vestem como ciganas) ficam esperando perto das grandes atrações turísticas e estações de trem. Ao ver um turista trololó, elas aplicam a frase típica:

— Do you speak English?

Se você responde sim, elas vêm com um papo-aranha de que precisam dinheiro pra voltar de trem pra terra/país delas, que isso e aquilo. Mas, como disse, elas nem chegaram a desenvolver. Ignoramos e continuamos nosso caminho, ouvindo os chamados de "hablas espanhol? Parlez-vous Français?". Acho que eu devia ter respondido em holandês, só pra assustar. Funciona melhor que Klingon, dizem.

Berlim

Reflexões sobre Berlim...

Tá indo pra Berlim? Eu contei a história e o roteiro pra ver o que resta do Muro de Berlim. E tem uma página indicando meus artigos sobre Berlim.

5. Mulher com abaixo assinado em Barcelona

Essa foi em Barcelona. Uma mulher aborda você, em inglês, e começa a elaborar sobre um abaixo assinado. Ela não quer dinheiro, veja só, apenas que você apoie uma causa super válida, daquelas que todo mundo é a favor. Enquanto eu ouvia a explicação e tentava dizer que não, eu não daria meu endereço e outros dados pessoais pra uma desconhecida, me achando muito ligeiro e malandro por isso, veio, adivinha, a Carla me resgatar ("Quando não vejo o Dani por 3 minutos seguidos eu já desconfio se ele não está encrencado").

Depois li numa notícia que a pessoa não está interessada em seu nome, telefone ou outros dados, mas em te entreter tempo o suficiente pro comparsa vir e bater a sua carteira. Depois, um amigo nosso contou que aconteceu isso com ele — ele teve a carteira batida.

Yeah, a Carla me salvou de novo.

Rambla del mar Barcelona

PEGUEM AQUELE POMBO! La Rambla del Mar, Barcelona

6. Senhor da passagem de ônibus em Genebra

Esse eu não tenho certeza de como funciona o golpe até hoje — ou sequer se é um golpe. Foi assim:

Havíamos acabado de chegar em Genebra. Depois de horas procurando terminal de ônibus (duh, é na parte de cima do aeroporto: tem de subir as escadas), finalmente achamos. Quando chegamos no ponto, fomos comprar o bilhete na máquina. Veio um senhor de idade oferecer ajuda. Recusamos. Né? Sei como é, eles vêm pedir ajuda e depois cobram uma "taxa" e tal.

O senhor, muito educado, disse que não queria dinheiro de nós. A máquina aceitava moedas de franco, Vocês têm moedas de franco?

Não tínhamos.

Oras, que coisa, o senhor tinha um cartão que habilitava comprar a passagem. E não, ele não iria cobrar nada por isso. Deixou que examinássemos a tarifa impressa na máquina. Disse que só queria ajudar. Se déssemos o dinheiro, ele tirava as passagens pra gente e ainda nos dava o troco certinho.

— É importante não pagar a mais pela passagem. Tem de pagar o preço certo! — ele disse.

Olhamos. Estávamos com mochilas, cansados e o ônibus já ia sair. O terminal do aeroporto ficava a uma caminhadinha.

Aceitamos.

Ele cobrou o preço certo, nos deu o troco certo. As passagens eram válidas. O motorista ignorava solenemente o senhor.

Assim que compramos as passagens, ele passou a ajudar outro casal perdido.

Eu fiquei matutando muito tempo pra entender. Pode ser que o senhor tenha direito à passagens ilimitadas, por qualquer motivo, e esteja revendendo-as — o golpe seria na empresa de transportes da Suíça e não em nós. Eu não tenho prova alguma disso. Se tivesse me ocorrido isso, provavelmente eu não teria comprado as passagens com ele. Na hora, ele pareceu uma pessoa querendo ajudar. Foi a única vez em que o vimos. Se um dia eu voltar à Genebra, certamente não comprarei dele e levarei o dinheiro já trocado, em moedas. Talvez seja uma boa idéia você fazer o mesmo.

Leia sobre nossa viagem pelo Lago Genebra!

7. Conta do hindu em Amsterdam

Opa, como poderia terminar sem uma de Amsterdam? Esse golpe eu só vi uma vez mas, como vocês jovens descolados dizem, fica a dica.

É assim: vem um senhor com cara de hindu. Daqueles de turbantão, manto, pontinho na testa, barba, pacote completo. Ele aborda você e começa a aplicar um chaveco elaborado de como ele lê as linhas de seu rosto e vê sua aura e sei lá eu que mais. Que como você terá sorte em sua vida. E como ele é um sarcedote hindu que tudo sabe, tudo vê (ou algo assim). E suas linhas aurais projetam poder astral e tudo. E tal. E te oferece uma conta.

É, uma conta de colar, dessas de bijuteria. Ele diz que é do templo dele na Índia. E o Universo e o Paulo Coelho conspirarão por você (dinheiro não, entretanto).

Bueno, aí vem a mesma rotina do Anel de Paris: que o templo dele está em dificuldades (segura na sua mão e olhar penetrante) e precisa da sua ajuda e que o quê você puder contribuir (só isso? Não, não, isso é muito pouco, estamos em sérias dificuldades) e...

Enfim, uma hora você pode ficar tentado a ceder uma grana pro cara parar de recitar platitudes sobre o universo. Separe-se de seu dinheiro ou do hindu (o dinheiro oferece menos resistência, e essa é a fonte do sucesso do hindu). Aviso: moedinha de um não funciona.

Bônus: junkies em Amsterdam

Bem mais comuns do que o hindu, são os junkies em Amsterdam. Eles abordam em inglês pedindo uma moedinha. Pode ignorar com segurança. Se quiser pagar de local, diga "nee" ("não", em holandês. Soa como "nei"). Eles raramente insistem, e raramente são agressivos. Um "no" em geral os afasta.

(Descubra mais um monte de Dicas sobre Amsterdam.)

Não deixe isso estragar sua viagem

Ninguém gosta de problemas, muito menos eu. E eu vou ser o primeiro a dizer que a Europa não é um paraíso na terra — eu moro aqui e sinto muito de seus problemas na pele. Como eu disse no começo, ir a um lugar é um bom jeito de destruir a imagem perfeita que se tem dele.

Mas isso não é necessariamente ruim.

As cidades não são parques de diversões, mundos de fantasia onde tudo funciona, habitado apenas por clientes e gnomos cujo único desejo é servi-los. As cidades são o resultado de gerações e gerações de pessoas vivendo juntas, criando através dos tempos um organismo vivo.

E se tem uma coisa que aprendi na faculdade de Biologia, é que seres vivos são barulhentos, fedidos, sujos, perigosos e inerentemente imperfeitos. E, até por isso mesmo, também fascinantes.

UPDATE: Leia os comentários. O pessoal deu dicas de outros golpes. Estão bem legais.

Daniel Duclos (Daniduc), é um brazuca que mora na Holanda com a esposa, também brasileira, desde novembro de 2007. Criou o Ducs Amsterdam, o qual escreve, fotografa e edita. Em 2011 lançou um guia de Amsterdam e virou pai de uma linda garotinha, com quem redescobre o mundo todos os dias.


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{ 275 comentários… leia abaixo ou deixe um }

Cristina Souza da Rosa setembro 29, 2014 às 17:51

Oi Ducs,

O golpe do abaixo-assinado já não rola mais por aqui. Agora a galera tem que ficar ligada é na hora do troco para não levar moeda russa no lugar de euro.

beijo

Responder

Luanda setembro 2, 2014 às 22:54

Em Berlim, vimos um golpe parecido com o golpe da chapinha que tem no Rio. A vítima tenta adivinhar em qual dos copos está a bolinha. Mas junto do “organizador” tem toda uma gangue que fica em volta “torcendo” pra distrair a vítima. Vimos de longe uma pessoa perder 100 euros em uns 5 minutos. Depois a turma some, provavelmente para evitar a polícia e para aplicar o golpe em outro local.

Responder

Antoniel Rodrigues setembro 2, 2014 às 21:08

Daniel!!!

Estou amargamente decepcionado comigo mesmo! caí no golpe do anel e do abaixo assinado em Paris e nessa dei 20 euros! 10 para cada golpe!
Se eu tivesse lido este post antes de ir…
Achei estranho a aliança não ter nome gravado. Isso foi na ponte próxima ao Museu D’Orsay, fui abordado por uma mulher com uma criança pequena e ela me aplicou este golpe da aliança. Já o golpe do abaixo assinado, eles estão por toda a Paris! Principalmente nos arredores do Louvre! Então pessoal fiquem espertos não façam como eu fiz! Ah! se arrependimento matasse! Aprendi a lição…

Responder

Daniel Duclos setembro 3, 2014 às 15:11

Antoniel, é uma sensação ruim mesmo, mas pensa assim: você gastou 20€ em aprendizado e experiência. Não foi caro, ainda mais se você ajudar outras pessoas a não cair.

Responder

Gabi agosto 6, 2014 às 22:15

Olá!
Acabei de voltar de Paris (27 de julho) e a sensação que eu tive é de que você não pode se sentir seguro em NENHUM lugar, não pode relaxar NUNCA.
No meu último dia, fazendo check-out do hotel, havia outra brasileira que também estava lá. Ela deixou a bolsa em cima do balcão para pagar e etc., e quando virou não estava mais lá. O pessoal do hotel mostrou a filmagem e um cara de terno entrou no hotel, pegou a bolsa e saiu andando tranquilamente sem ninguém ver… Disseram que não podiam fazer nada!
Vi as menininhas pedindo pra assinar alguma coisa na sacre-couer, mas como o guia ja tinha avisado que nao era pra parar, nem vi do que se tratava, só passei direto fingindo que não era comigo.
E duas pessoas do meu grupo foram furtadas no metrô por uma grávida. Quando a moça que estava comigo percebeu que a grávida tinha aberto a bolsa dela e segurou a bolsa, a grávida se jogou por cima dos outros passageiros e ficou fazendo confusão, dizendo que a moça tinha empurrado ela. Cara de pau! Assim que o metrô parou ela desceu, na primeira estação possível.
Fora isso, a experiência na europa foi maravilhosa. Realmente não gostei de paris por achar tudo sujo e fedorento hahaha

Responder

Jorge Moreno agosto 3, 2014 às 02:19

Primeiramente, o site é muito bom com excelente dicas. Valeu muito a leitura. Então, estou indo agora em agosto para Amsterdã e Bruxelas. 1º vou para Amsterdã e depois vou para Bruxelas. Quero ir de ônibus da Eurolines (AMS para BRU). A pergunta é a seguinte, onde eu pego o ônibus em Amsterdã? Agradeceria muito se alguém pudesse me ajudar. Grato

Responder

Daniel Duclos agosto 28, 2014 às 16:41

A Eurolines usa a rodoviária na Amstelstation, acessível de metrô a partir da central.

Responder

Suelen Vicente agosto 1, 2014 às 01:30

Olá, tudo bem?

Vou viajar com meu marido pra Europa durante todo o mês de maio e no nosso roteiro incluímos ir pra amsterdam e de lá para genebra. Mas pelo que tô vendo, apesar de ser bem distante 9h de viagem, não tem trem noturno. Estou vendo na Rail para os próximos meses já que não consigo ver pra maio ainda, mas você sabe se tem trens noturnos nesse percurso ou se realmente é só durante o dia mesmo?

Obrigada e parabéns pelo site! Tem me ajudado muito!

Responder

Daniel Duclos agosto 1, 2014 às 22:42

Suelen, nunca fui pra Genebra de trem, apenas de avião, então não sei dizer. Acredito que se o site não está mostrando realmente não deve ter essa opção, mas isso é apenas dedução minha, não fui atrás pesquisar isso a fundo.

Responder

Ana Cristina julho 29, 2014 às 05:09

Em 1o,não saia sem sua esposa!!!!! Rsrsrsrsr
Fiz uma viagem linda com meu marido,passamos por Portugal,Londres,Amstardan,Paris e Roma,em Paris ficamos 9 dias,visitamos todos os pontos turísticos e em nenhum lugar fomos abordados por ninguém!!!!! Graças a Deus!!!!!!
Amei sua cidad,viu??!!!!!! E li muitos dos seus posts!!!
Bjo!!!,

Responder

Daniel Duclos agosto 1, 2014 às 22:41

Fico feliz que tenha curtido! Volte sempre :)

Responder

Jessica julho 29, 2014 às 01:08

Adoro o seu jeito de escrever, dou muita risada. Sua esposa é seu anjo da guarda, sem dúvidas! Obrigada pelas grandes dicas, seu blog me ajudou muito a programar minha viagem.

Responder

Fabio NG julho 28, 2014 às 23:28

Dois recentes que são “inocentes” pra chamar de golpe, mas vai lá.

1) O banheiro público por moeda. A funcionária da limpeza se aproxima após ver a nossa cara tentando decifrar como a coisa funciona e se oferece pra ajudar. Mesmo esquema do senhor de Genebra: ela pega seu dinheiro e dá troco direitinho (que a máquina não devolve), daí se aproxima e discretamente libera a máquina com o seu crachá de manutenção.

2) Os “ajudantes” nas estações de trem. Na Itália, toda estação grande tem uns caras perambulando e se oferecendo pra ajudar: indica a máquina pra validar a passagem (nem sempre é o caso), “encontra” seu vagão e assento (se lugar reservado) e ajuda a carregar sua mala pra dentro. Não me pareceu ser um golpe – não acho que ele ia sair correndo com a mala, mas se você descuidar o cara acaba “merecendo” um troco sem ter feito nada. (No nosso caso, ganhou uma moedinha por ajudar minha esposa a subir com uma mala pesada, mas lá dentro do trem ele estava mais perdido do que a gente pra achar os lugares – já estávamos no vagão certo e foi fácil.)

Responder

Gabriela julho 29, 2014 às 01:11

Esse do trem aconteceu comigo em Budapeste. Tava com tanto sono e já tinha dado tanta coisa erada nesse dia que quando eu percebi o cara já tava com a mala da minha amiga na mão e a gente seguindo ele. Bom, pelo menos esse sabia direitinho onde ficavam nossos lugares rs. No final, eu dei uma moeda de 2 euros (meus HUF já tinham acabado) e ele ficou reclamando até chegar o controlador do trem e colocá-lo pra fora

Responder

Rafaela julho 22, 2014 às 21:25

Essa postagem é extremamente informativa e escrita de maneira divertida! Parabéns! Adoro o blog!
Obs.: Os comentários também estão sendo bem informativos.

Responder

Fabrício julho 18, 2014 às 05:00

Após ler todos esses comentários, estou “livre” de cair num golpe. Aqui em SP, principalmente no centro, os caras das fitinhas enchem o saco.
No metrô São Bento não dá para andar tranquilo, aliás em nenhum lugar

Responder

Natália Farkatt julho 10, 2014 às 21:59

Bem interessante o post. Essas das ciganas e do abaixo assinado eu vi também em Paris (parece que é uma cidade que chama esse tipo de trambiqueiro, nunca vi). Aproveito pra deixar mais uma outra dica: Eu e minha família fomos vítimas de um golpe em Paris. Tentavamos comprar passes naquelas máquinas automaticas. Tudo foi certo até a hora de pagar, dizendo que o cartão estava sendo recusado (creio que eles fizeram algo nas máquinas). Nisso chegou um jovem bem arrumado com um crachá no pescoço dizendo que trabalhava lá e perguntando se a gente queria ajuda. Eu e minha mãe desconfiamos e dissemos o que tinha acontecido e tal, ele respondeu dizendo que a máquina só aceitava cartões de crédito franceses e que a caixa de informações não dava pra comprar nada, era apenas para ~informações~. Tudo mentira. Aí ele chegou e comprou os passes que queríamos com o cartão dele (TUDO DEU UNS 200 EUROS!) aí dissemos que nao tinhamos o dinheiro e precisavamos só do ticket normal agora. Ele comprou na tela, com o cartão e deu uns 40 euros. Achei caríssimo, mas precisavamos sair e nao tinha ninguém no balcão de informações. Demos o dinheiro a ele e saímos. Quando estavamos no centro pra voltar pro hotel, passamos em outra estação e falamos com o rapaz das informações e ele falou que tinha sido um golpe. Bom sempre ficar de olho. =)

Responder

Natália Farkatt julho 10, 2014 às 22:01

aaaaaaah, esqueci de comentar que o ticket que o safado nos deu era um de tarifa reduzida, para crianças! bem parecido com o que aconteceu contigo em Genebra

Responder

Juliana julho 5, 2014 às 11:55

Em Milao sempre tinha alguem querendo amarrar pulseiras no meu pulso, “because you are beautiful”, como eles dizem.
Em Paris, um grupo de jovens perto do Louvre veio com essa de abaixo assinado mas um senhor quando viu que eles estavam abordando eu e mais uma amiga, disse algo do tipo “keep moving! keep moving!” e depois que o grupo saiu de perto ele disse “be careful in Paris”.

Responder

Marina junho 16, 2014 às 10:35

Viajei para a Itália há 3 anos com o meu marido. Pegamos aquele trem que leva ao centro e paramos na estação do Trastevere, bairro onde estávamos hospedados. Como a estação de lá não tinha muito movimento, não encontramos nenhum táxi para nos levar ao hotel. Ficamos andando por lá à procura de algum, até que apareceu um cara falando que ia arrumar um táxi para a gente. Aí apareceu outro falando que cobrava 20 euros para nos levar ao hotel. Achei até barato e já ia aceitando, até que finalmente apareceu um táxi regular e nós pegamos. A corrida ficou em 6 euros!!!!!

Essa é manjada: batedores de “bolsa” na Calle Florida, em Buenos Aires. Até hoje não sei como tiraram minha máquina fotográfica da minha bolsa! E tb táxi que devolve do troco com dinheiro falso!

Responder

Jacqueline junho 5, 2014 às 05:48

Andei por Amsterdam, Bruxelas, Paris, Londres, Lisboa, Veneza, e não topei com nenhum golpista. Já fui duas vezes e estou voltando em outubro.Só na frente da Sacre-Coeur um africano já amarrava a fitinha no pulso da minha amiga quando eu me virei e larguei um firme e sonoro “Não!” que o fez arregalar os olhos e sair correndo. Não paro, não olho para ninguém, não dou chance de me dizerem nada e agarro minha bolsa atravessada com mão firme. Até agora tive sorte. Um jornalista com quem conversava em Paris disse que pareço europeia. Deve ser em parte por essa razão que não me abordam. Mas não resisto a pegar a câmera e fazer muitas e muitas fotos. Isso trai, não?
Adorei teu blog. Estou lendo há horas e depois vou ver o da Carla.
Obrigada por tantas dicas ótimas e por partilhar o conhecimento desses lugares lindos com os pobre mortais.

Responder

Marcelo maio 27, 2014 às 21:48

Parabens pelo site.
Estou em Bruxelas e amanha apareco por Amsterdan. Ultimo dia 22/05/14, em Paris , no msm lugar que escreve, tentaram esse golpe do anel. Como nem dei papo, sairam vazados. Eles pegam um anel na sua frente, grossao, dourado,as antes dele pegar, tava olhando p chao e vi perfeitamente o golpe. Atencao ai pessoal….
Amanha Amsterdan!!
Abraco

Responder

Meire Nunes maio 21, 2014 às 01:41

Olá Daniel. Tudo bem? Rapá quantas horas você dorme se têm tantos reviews para ler? Estou construindo meu blog e sei como dá trabalho a dedicação e carinho para deixá-lo em dia.
Bem, a Europa tem disso sim, essa questão de golpes. E por conta da grande imigração, desemprego , a economia que anda mal das pernas , do euro- eita moeda pesada – e blá , blá. !!!Mas o que eu tenho aprendido é que se você responde firmemente na língua local, ok. Eles pensam que você é nativo, e não trouxa, e pela lógica, não turista , e te deixam em paz.
Li todos os comentários e vi que aqui não tem o do elemento que te põe um produto , pode ser pacote de bala , chocolate ou caneta em seu colo quando tu está sentado no metro ou ônibus. Essa aprendi com um local: você gentilmente coloca no chão. E diz não na língua local.Tem essa modalidade em Paris( aliás, a cidade parece ser a campeã em desocupados e malandros) e Roma. Então galera, aprenda o básico da língua do pais que vc irá visitar. E não confie em ninguém. Morro de pena quando alguém me aborda pedindo informação , pode até ser um perdido, mas prefiro não arriscar pois estou sempre com minha filha( que adora ler seus posts) e, portanto, duas mulheres que não podem e nem devem dar moleza.

Responder

Valeriana Alves maio 20, 2014 às 21:18

Oi sou Valeriana e moro no Brasil eu e meu marido somos deficiente mas totalmente independentes, estamos planejando umas ferias e gostei muito das suas dicas, mas confesso a você que tenho muito pois nunca saímos do Brasil e não falamos nenhuma linguá estrangeira, você acha que é possível uma viagem para Holanda sem passar por dificuldades, gostei muito das suas dicas obrigada por tanta informações.

Responder

Marcelo maio 27, 2014 às 21:49

valeriana, o bom das viagens eh passar uns apertos de vez em quando..

Responder

Alaide maio 20, 2014 às 20:35

Tentaram me aplicar esse golpe da aliança na Ponte Alexandre III, em Paris. Estava eu e uma amiga, mega cansadas, quando chega um rapazinho com uma aliança perguntado se era nossa, mas imediatamente se aproximaram dois senhores e o colocou para correr. Só aí percebemos que era um golpe. Agora vou contar outro golpe que não está na sua lista: Piazza di Spagna, Roma: chega um sujeito com cara de indiano te oferecendo rosas… ele fala que não precisa pagar nada, que está te oferecendo porque você é bonita e coisa e tal. Aí ele oferece para tirar uma fotografia sua com a rosa. Depois de muita insistência e já me sentindo constrangida em não aceitar tal oferta, fizemos a foto. Imediatamente ele me pediu cinco euros, dizendo que estava com a mãe doente, precisando de ajuda. Se eu não estivesse tão no limite com grana, acho que ele teria levado meus cinco euros.

Responder

Marcia maio 20, 2014 às 18:11

Daniel,
Adoro ler seu blog, que conheci pois estarei em Amsterdam na próxima semana. Você escreve de um jeito informal e sincero, muito gostoso de ler.
Esses caras de pulseirinha estão também no Castelo Sforzesco, em Milão. Te seguram pelo punho e colocam a pulseirinha e depois pedem um trocado. O truque do abaixo assinado é velho e passei por um em São Francisco, em 1996! Me empurraram um pin “Save the rainforest”!

Responder

Clécia maio 20, 2014 às 17:43

Olá!
Muito interessante suas dicas. Eu caí em uma na Escadaria da Sacré-Cœur, Paris. Duas pessoas aproximaram-se de mim com um papel que pedia ajuda financeira para um grupo de surdos-mudos do qual elas faziam parte. A princípio pensei em nao dar nada, mas elas foram tao insistentes que terminei dando 2 euros e elas me deixaram em paz. A surpresa foi quando eu desci de volta, encontrei as duas pessoas falando mais do que papagaios. Fui enganada, o grupo estava apenas querendo ganhar dinheiro dos turistas. Apenas ri de raiva e fui embora.

Responder

José Jayme maio 20, 2014 às 17:24

Me identifiquei muito com essas ciladas:
1 – A dos pombos de milão passei igual, e foi agravado por dois fatores: um era um sonho de tirar uma foto com o pombo na mão e a outra era a minha primeira vez na europa, meu primeiro passeio na rua, meu primeiro tudo. Como sou desconfiado, me livrei porque ja tinha visto de longe algumas pessoas dando algo para os pombos, e levei um paozinho. Os “toma ai esse milho” até que tentaram mas mandei circular.
2 – Ainda em milão (no castelo) vieram os “hello my friend” tentando amarrar uma pulseirinha no meu braço. Também sai de perto
3 – As ciganas encontrei muito em Mendoza, argentina. São meio que como o indiano que voce falou: quer ler sua mão, fala de sucesso, riqueza e prosperidade, so que elas fazem algo do tipo “me de um trocado para eu fazer uma oração que vai potencializar suas qualidade”. Não cheguei a ser abordado mas vi um cara que se deu mal e saiu meio puto. Elas aproveitam se voce esta sentado comendo algo como lanchonete pois fica mais dificil voce sair de la e deixar a comida pra tras
4 – As meninas do abaixo assinado vi em paris e outros lugares, mas nao lembro quais. São um saco
5 – Em londres, um senhor me pediu um trocado para fazer uma ligação (em tempos de celular). Era simpatico, bem idoso e se vestia como uma caricatura de londrino. Dei algumas moedas, ele me devolveu o excesso dizendo que “so preciso disso para a ligação” e entrou na cabine. Não entendi bem o ingles dele até porque estava muito nervoso. Era escuro e tinha acabado de fazer xixi atras de uma cabine (resalva: estava estourando de urina, foi a ultima alternativa depois de ter rodado kilometros sem achar um estabelecimento) e pensei que o cara tinha vindo me repreender
6 – Nunca passei por essa da Escadaria da Sacré-Cœur. Espero continuar assim
7 – Em barcelona, havia um cara tirando fotos minha e da minha esposa. Achei estranho mas alguem chegou e disse “acho que aquele rapaz esta tirando fotos de voces, é melhor ter cuidado”. Saimos correndo
8 – O pais mais pobre que ja viajei foi o paraguai e, acredite, não me senti inseguro. Apenas em ciudad del lest minha esposa chegou a ser perseguida por um cara, mas ela estava sozinha e a policia agiu rapido
9 – Uma estatistica minha sobre a europa: mendigos com cães são de confiança. Em milão, um me ajudou a comprar a passagem (tinha acabado de chegar na cidade, primeira vez na europa). Ele nao cobrou nada mas eu dei uns trocados. Ele ajudava e nao exigia nada em troca. Ele tinha um cão. Em paris um mendigo com cão também me ajudou com uma informação, ao lado de seu cachorro. Outro casos semelhantes ocorreram, geralmente com mendigos que tinham cães. Não sei a relação disso
10 – Na austria e alemanha éramos sempre abordados por alguem quando estávamos consultando um mapa: “precisam de ajuda?” ficamos com medo a principio mas era pura simpatia e vontade de ajudar mesmo
11 – Salvador foi a cidade com a maior quantidade de abordagens desagradáveis que passei. Guias turisticos querendo ser guias turisticos sem que quiséssemos, Gente amarrando a pulseira no meu braço, cigano… enfim, quase tudo o que voce falou ai em cima
Ufa, terminei

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Daniela Santos maio 20, 2014 às 16:41

Poutz Ducs! Passei por essa do anel, e olha que ja sabia das malandragens deles. Estava saindo do museu D’Orsay, sozinha. A sorte que nesse dia eu levei apenas, e apenas mesmo, uma bolsa pequena com a copia do passaprte, o metro pass, o museu pass, exatos 15 euros para alimentação e minha cyber shot. Isso foi em 2012. Demorou pra cair a ficha mas escapei. Esse ano, vi muito dos casos do abaixo assinado em Paris, da passagem de ônibus por toda a Itália e das ciganas vendendo jornal e depois pegando de volta de você em, onde mesmo? Ah Paris rsss acho que é uma das cidades que mais tem essas pilantragens… Tenho pena.. Mas como você disse, não estraga a viagem. Já que pra quem mora num país que parou no sinaleiro você olha pra todos os cantos a procura de suspeito e fica com a primeira marcha pronta pra arrancar, abrir os olhos para esses delitos sem violência física não é de fato um ponto que vá acabar com o memometo relax da viagem.

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Antonio maio 11, 2014 às 18:37

Velho, seu blog é mesmo viciante. Como já te disse, as dicas são valiosíssimas. Em (ínfima) retribuição, comprei ingressos pros museus e pro tour de barco por aqui.
Esse golpe do anel o cara tentou me aplicar em Paris. Percebi que era golpe mas, como estava naquela posição de peixe fora d’água, sem saber se o golpe envolveria algum tipo de violência, dei a ele 1 euro (ficou muito puto e saiu resmungando) e fiquei com o anel. O golpe da lista tem também em Paris, perto da Pont Neuf. Umas meninas “surdas-mudas” fazendo campanha para… os surdos-mudos. Não caí nesse. Um vendedor de retratos as enxotou e me disse do que se tratava.
Bom, agora dá licença que preciso continuar lendo Ducs Amsterdam! Dia 23 tô aí. Pra começar, showzaço do Robert Cray no Paradiso (32 euros). Imperdível. Já vi aqui em BH 2 vezes. É o cara! Apareça!

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edgard thomas maio 8, 2014 às 00:08

Prezado Daniel
Vou viajar para Polonia em julho e vou ficar de 17 a 20 julho em Paris no Hotel Terminus Lyon , 19, Boulevard Diderot. Vou pegar a Navette da Air france que sai do numero 20, Boulevard Diderot, ou seja do outro lado da Rua. Sei que existe aquela delegacia da Policia em frente do hotel junto da Gàre Lyon. Você sabe se preciso tomar cuidado ali as 6 da manhã ?

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edgard thomas maio 7, 2014 às 04:18

Finalmente uma dica importante: antes de uma corrida de taxi seja de onde e para onde for se informe quanto seria a corrida. Onde você estiver isto não impede mas evita 95% dos problemas. E ao entrar no taxi pergunte “quanto vai custar esta corrida”? vc pré-negociou a corrida ! Se o valor informado pelo motorista antes de vc entrar no taxi for muito alto (alem do que vc se informou no hotel, de preferencia e com gente confiável) caia fora e peque outro taxi. Vai se roubado. Idem se ele disser que “nao sabe”… como acontece no Santiago do Chile e Buenos Aires e às vezes em Paris. O valor desta “mão-grande” do taxista pode ser absurdamente alto para o turista.
Um aeroportos tente pegar sempre que puder, Navetes, Vans, Ônibus, Metros, Trens, lombo de burro, o que for para evitar taxis com taxímetro. Uma vez na cidade apesar do desconforto das malas, então pega um taxi local se a condução do aeroporto não te deixar perto do Hotel. Então a dica é sempre consultar a internet para estudar a cidade e os meios de transporte principalmente de e para o aeroporto.
E a propósito leve para viagem apenas o que você tem capacidade de carregar. Na ida e principalmente na volta. Viagem para turismo não é sonônimo de gastança.

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edgard thomas maio 7, 2014 às 04:04

Dicas:(o que faço)
–> Antes de mais nada: Não apresente agressividade gratuita na rua ou qualquer lugar público!!!! Apenas saiba se safar e/ou se defender!
1) quando sou abordado no exterior, entendo normalmente e perfeitamente o que me perguntam (e em ultimo caso porque fico sempre longe das pessoas…é pouco social e ruim mas é seguro) começo a responder dando as costas e bem alto em uma lingua muito estranha (falo fluente alguns idiomas mas finjo que sou de Marte) e com uma cara bem esquisita. Normalmente choca e o indivíduo sai quase sempre se retira xingando… o que me faz SEMPRE responder em bom e alto portugues o que ele não quer ouvir (fico com uma cara impassível).
2) Apesar de quase 70 anos e 1,90 de altura e 100 quilos, fiz 23 anos de artes marciais e tenho a vantagem de passar por idoso (sou…ne?) e de me defender muito bem quando preciso (quando posso). Ando nas viagens pela Europa (vou sempre em missões científicas) com uma bengala de alumínio com empunhadura de fibra que pode ser uma arma quando um dia em tiver num sufoco e precisar a usar. Tenho uma declaração médica de “handcaped” para contornar as paranóias na entrada em avião. Já tive problema no joelho mas fiquei bom mas não largo a bengala nas viagens. Acreditem: pode ser muito eficaz numa emergência. Ao entrar em metrôs ela vai em postura de “garra del falconi” pronta para usar se necessário. Um bom guarda-chuva serve também muito bem para este propósito.
3) A bengala (ou guarda chuva) servem bem para você responder à abordagem, gesticulando e balançando (muito e largamente) a peça o que evita que te peguem pelo braço ou se aproximem muito.
4) Não fique com cara de ‘Brocoió” (lezo, perdido, ingênuo, penalizado ou simpático demais) na Rua. Este é um atrativo MAIOR para vigaristas. Fique feliz mas não fique transmitindo isto para o exterior. Infelizmente, como o Daniel mesmo fala, o mundo trata melhor os prudentes. Se tiver perdido procura um policial. Se um policial falso te abordar na rua pergunte pela “viatura” (quase nunca existe) e peça imediatamente a ele para ir à delegacia próxima para dar parte de roubo de seus documentos e $$$ que “acabou de acontecer”. Se aparecer ele tiver um carro pintado de policia reze para ser verdadeiro. Na delegacia caso ele seja real você conta que desconfiou. O máximo é levar uma baita bronca.

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sara julho 16, 2014 às 03:57

nossa, que paranóico. sou mulher, jovem, viajo sozinha.. me cuido bem e nunca tive problemas, mas também não chego nesse grau de paranoia! senão nem aproveitamos as viagens. essa do policial foi demais kk

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edgard thomas maio 7, 2014 às 02:49

Sou professor pesquisador no Brasil. Em viagen em fevereiro a Portugal passamos eu e meu irmão por Lisboa e lá é fundamental ir ao Mosteiros do Jerônimos e Torre de Belém (pertinho um do outro). Pois bem, Onde pegamos o metrô (bonde) no centro de Lisboa, acontece SEMPRE a bateção de carteira e ninguem lhe avisa de nada. Conforme eu li neste blog, é uma forma de “redistribuição-de-renda”.
Os comparsas impedem sua entrada e outro(s) vem e quando vê já era. A sorte é que tenho uma cordinha amarrada na carteira e não deu tempo do pilantra surupiar. Mas a carteira ficou pendurada pela cordinha igual a um enforcado. Mantenha a mão no bolso (é difícil mas precisa) em cima da carteira. Ou aquela bolsa interna de “dolar-na cueca”. O problema é na hora que vc precisa pegar $$. então coloque alguns euros no bolso com botão para acesso na rua. Bolso da camisa. Não leve bolsas a tiracolo pois senão, com certeza será surupiado. Mochila é o paraiso dos batedores. Você não tem olhos nas costas.

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Michelle abril 24, 2014 às 17:44

Olá, lendo os comentários fui recordando algumas situações que vivi. Uma no aeroporto do Rio de Janeiro com a minha mãe. Estávamos no free shop e um senhor que trabalhava para no desembarque abordou minha mãe pedindo que comprasse uma caixa de whisky para ele utilizando o passaporte da minha mãe. Ele lhe entregou a quantia em dinheiro. Só podia ser golpe. Não sei no que iria dar. Se as notas de dólar eram falsas ou poderia ser um problema utilizar e registrar os dados do passaporte para um terceiro (que com certeza não agia com boas intenções).
Engraçado que em Paris eu e meu marido não presenciamos nenhum destes golpes que vocês mencionaram mas aconteceram outras duas situações.
Em uma delas fomos a uma lavanderia automática e levamos uma mala. Já era noite e nossa filha dormia no carrinho. Ou seja, presas fáceis. Procuramos um funcionário do metrô para abrir a porta lateral já que o carrinho não passa pelas catracas. Surgiram dois rapazes muito gentis que tentaram nos “ajudar” de todas as formas. Passando o bilhete e levantando o carrinho. Meu marido agradeceu mas eles insistiam. Até que meu marido mandou eles tirarem a mão do carrinho que iria chamar a polícia.
Em outra situação, também no metrô, entramos no elevador com o carrinho e dois senhores. Quando a porta estava quase fechando surgiram dois rapazes que pularam dentro do elevador. O elevador não fechava as portas pelo excesso de passageiros. Os dois rapazes saíram rapidamente e sumiram. Foi quando um dos senhores percebeu que sua carteira estava jogada no chão e vazia.

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Amanda julho 29, 2014 às 00:57

Essa questão do free shop já aconteceu com a minha mãe também… Na verdade, eu acho que eles nem estão tentando dar um golpe em vc em si, mas sim ter a vantagem de comprar sem o imposto… Geralmente as coisas do free shop são bem mais baratas do que encontramos fora dele (principalmente aqui no Brasil)… E só quem está viajando (e tem que comprovar com passaporte + passagem) que pode comprar… os funcionários não podem….

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Deise abril 10, 2014 às 18:43

Hey!
Em Istambul rola um golpe envolvendo os engraxates de sapatos. Tentaram fazer duas vezes comigo e meu namorado – na segunda tentativa percebemos que não podia ser coincidência – e um guia confirmou que era pra pegar turistas. Funciona assim: tu estás caminhando na rua e passa um engraxate. Justo quando ele cruza contigo, deixa cair no chão a escovinha que usa para trabalhar. Ele finge que não percebe e continua andando. Tu, como pessoa gentil que és, vais pegar no chão e chamar o sujeito para devolver. Ele fica muito comovido com tua boa ação e suplica para engraxar teus sapatos em retribuição. Óbvio que, no final, tu vais pagá-lo pelo serviço ;)
Abraço!
Deise

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Kleber RG abril 10, 2014 às 14:30

Recentemente, eu e minha esposa estivemos em Roma-ITA e também presenciamos uma espécie de “golpe”. Quando fomo visitar a famosa e encantadora Fontana Di Trevi, à noite, começamos a tirar algumas fotos com minha câmera e logo apareceu um homem se oferecendo para tirar fotos de nós dois, com a Fonte ao fundo. E, em seguida, passou a tirar fotos com sua própria câmera, um modelo que imprime a foto instantaneamente. Assim que a foto fica pronta, ele pede um valor por ela (não me lembro exatamente quanto, mas não era pouco não!). As fotos nem ficaram tão boas, ficaram escuras… E mesmo assim ele ficou insistindo para pagarmos pela foto. Depois de alguma “discussão”, misturando inglês com italiano, saímos de canto, em meio à multidão e o sujeito ficou nos “olhando torto” e esbravejando, inclusive, cuspiu em uma das fotos que havia tirado de nós!
Procuramos por uma viatura da polícia que estava ali mesmo na praça da Fonte e informamos o ocorrido. Os policiais nos disseram que não podiam fazer nada e que era para a gente não aceitar mais aquele tipo de “boa ação”, de outras pessoas tirarem fotos de nós…

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Leticia Cinto abril 9, 2014 às 12:34

Devidamente repassado para meus companheiros da próxima viagem! Muito bom mesmo. Só para reforçar e, apesar disso, continuar acreditando na humanidade, vou contar o meu caso. Estávamos em Paris, passeando perto da Notre Dame e eu, que estava andando à frente do grupo, fui abordada por uma “surda muda”. Eu já tinha ouvido falar do golpe e já estava ignorando-a quando uma francesa parou, começou a falar com a menina e dizer que ia chamar a polícia (foi mais ou menos o que eu entendi). A menina começou a rir e se afastou. Acabou que a mulher tinha até morado no Brasil e fez várias recomendações de segurança para mim e para o meu grupo :) Adoro seu blog, continue assim!

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walte leite abril 9, 2014 às 04:32

Adorei. Em Paris, o caso do Anel, o caro fez isso em nossa frente e vei com essa de mostrar o anel…coisa e tal…viramos as costas (já sabíamos desse truque) e fomos embora e ele ficou resmungando.
Parabéns pelas dicas.

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Tuana abril 9, 2014 às 01:44

Recentemente voltei de uma viagem por 6 países com amigos e caímos nesse golpe da aliança em Paris exatamente nessa ponte e quando estávamos chegando no Louvre, uma mulher nos abordou com a mesma lorota da aliança! Em Berlim também, o tempo todo vinham essas mulheres falar com a gente, mas nem demos muita atenção!
Pelo menos nas próximas viagens já vou mais esperta haha

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Mariana abril 8, 2014 às 21:30

Meniiiino, eu cai no da cigana em Berlim!
Duas vezes!
No mesmo dia!
Era no comecinho da minha vida européia, onde você realmente acha que malandragem é coisa que você só vê no Brasil…
Na primeira cai mãããs não dei o dinheiro, sai pedindo desculpa (e ela vai te acompanhando por quase um quarteirão ainda insistindo na ideia),
na segunda quis me dar um soco por responder “yes” ao “do you speak English?” DE NOVO, mas foi automático. Fui mais direta dessa vez e não parei de andar, e terminamos a conversa com ela falando algo que eu tenho certeza que envolvia minha mãe ou uma maldição pras minhas futuras gerações.
A amiga que estava comigo carinhosamente decretou ao fim da viagem que eu tinha cara de tonta e/ou bocó.
Passei o resto dos passeios fingindo um francês e ignorando qualquer senhora cigana ou gente com algum recado em papelão.

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José Antonio março 28, 2014 às 03:15

Oi Daniel. Comprei o seu livro e gostei muito das dicas e comentários que são mandadas pro mail. Vou passar por Amsterdã em setembro (3 dias) e, após pesquisar muito os hotéis (custo/benefício) reservei 2 pelo booking. Logicamente que terei que optar por um né? Então dá uma dica aí: O Meininger, na Orlyplein – Westpoort, ou o Iron Horse, na Overtoom – Oud West? Por mim fico com o Iron, pelo que já li e pela localização. Grato. Um abraço. Ah, e parabéns pelo blog. Tá show.

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Daniel Duclos março 28, 2014 às 11:42

Nossa, Overtoom com certeza. Abraço

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Thiago março 20, 2014 às 20:07

Parabéns, Daniel. Seu site é muito legal e super útil!

Não irei fazer perguntas para não receber um “veja essa FAQ”! hahaha Ainda não terminei de pesquisar o site por inteiro, então minha duvida pode estar por lá.

Estarei indo a Amsterdam no final de Maio e ainda não fechei hotel. Parabéns pelo site.
Abraço,

Responder

Daniel Duclos março 23, 2014 às 17:35

Valeu Thiago, boa viagem!

Responder

claudio março 14, 2014 às 17:45

Oi daniel!! Sou brasuca e de Sampa e estou realmete surpreso com tudo que relatou… kkkk!
Desculpe, mas nos meus 40 anos, nunca passou pela minha cabeça que além de nós (brasileiros), mais alguém, no mundo, tinha tanta sagacidade pra ser picareta…
Sou loco por conhecer o mundo, mas confesso que sou muito inocente pra tudo isso que relatou no post…
Que bom que tem gente como você pra ajudar….
Aproveitando, não sou literário (ou literato?), mas acho seus textos (ja lí outros) muito bons, ja pensou em ser um tipo de correspondente internacional??
No mais, abraços e mande noticias da sua filha, ok?

Responder

Paula Brum março 2, 2014 às 14:55

Olá! Mesmo que já saibamos dos golpes, essas listas sempre nos fazem ficar ainda mais cuidadosos, refrescam a memória. Conheço pessoas q caíram nos golpes mais absurdos, mas são coisas do momento, da distração. Comigo só aconteceu uma vez e pasmem, em Porto Alegre, minha cidade. O taxista tentou dizer que havia lhe alcançado uma nota menor, para não ter que repassar o troco. Fui dizendo: ok, resolvemos isso na frente do policial e fui pegando o celular. Depois dessa, já faz uns 14 anos, eu mostro a nota e só a entrego mediante a apresentação do troco, sendo que vou narrando a situação: tenho somente essa nota de xxx e o troco é de yyy, onde quer q esteja. Valeu Ducs! Bjo!

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Henrique janeiro 21, 2014 às 12:26

Olá, só para acrescentar às suas excelentes informações, há o golpe do casal de “japoneses” que perambula pela av. Champs Elysees, em Paris, e diz querer comprar bolsas na Louis Vuitton para atender encomendas de amigos em seu país, mas que não vendem mais para eles pq já compraram várias naquele mesmo dia, etc. Eles pedem a gentileza de vc ir lá comprar o que eles indicam, entregam -lhe um maço de dinheiro para vc pagar a compra e, claro, em troca pedem uma garantia, que pode ser a sua bolsa, relógio, dinheiro etc.

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sara julho 16, 2014 às 04:02

a variação desse golpe é com italianos. enfim, nunca compre jaquetas ou roupas de ninguém!

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Tulasi janeiro 10, 2014 às 11:26

hahahahaha, comigo aconteceu exatamente a historia dos pombos em Milano!
Eu sou nascida na Italia e cresci até os 13 anos em Milano, e foi bem humilhante ser feita de trouxa na minha cidade natal.
Foi assim: eu e o meu namorado (holandes), viemos no verão pra Milano, pra ele conhecer a cidade onde nasci.
Mal saimos da escadaria do metro pra praça do Duomo, alguém pega minha mao, coloca milho e puxa pra cima.
Meu namorado não entendeu de primeira e muito menos eu, mas quando tarde demais sacou do que se tratava, começou a tirar foto, já que a m*rda já tava feita.
Quando voce olha pra sequencia de fotos que ele tirou, voce vê minha cara de surpresa e alegria mudando gradualmente pra cara de nojo e desconforto, pois lembro bem de um pombo magérrimo no meu braço que não tinha mais um olho, e no lugar do olho tinha um meleca nojenta.
e claro, quando viramos tinha uns 5 caras ameaçadores pedindo dinheiro pelo “serviço”.
O meu namorado ficou bravissimo, deu uma moeda só pra nao criar confusao e eles pediram 5 euros. Repito: 5 EUROS pela façanha.
é muita falta de vergonha na cara, neh?
Quando ouvimos essa saimos andando, claro.
Enfim, os caras foram muuuuito folgados, mas pelo menos tenho uma sequencia de fotos hilária :P
Mais uma vez, parabéns pelo blog Ducs!

Responder

Adriana janeiro 6, 2014 às 16:00

Fiquem atentos, pois eu e minha família sofremos uma tentativa de golpe diferente das mais “comuns”. Voltamos de Paris no final de dezembro e sofremos uma tentativa de golpe de que nunca ouvimos falar: Em uma rua próxima ao Arco do Triunfo, um homem dentro de um carro parado com um mapa nas mãos nos abordou como se fosse pedir uma informação. Rapidamente nos envolveu com uma história de que era italiano, tinha acabado de participar de um evento de moda em um local próximo e tinha alguns casacos da Empório Armani sobrando e gostaria de nos “presentear” com 4 casacos que tinham “sobrado”. Retirou os casacos que pareciam autênticos do banco de trás e, em troca , pediu algum dinheiro (qualquer dinheiro, inclusive reais…) para ajudá-lo com o combustível, pois teria que retornar para a Itália de carro. Por sorte, passou um casal de franceses e o homem começou a falar insistentemente para deixarmos o local e chamarmos a polícia. Diante da nossa perplexidade, o homem francês voltou até nós e foi enfático para que chamássemos a polícia. O homem no carro resmungou e disse que os franceses eram “invejosos” e que não havia nada de errado, mas nos afastamos assim mesmo. Depois, percebemos outro homem um pouco afastado observando tudo. Não sei qual seria o golpe, mas tenho certeza de que alguma coisa nos aconteceria depois… demos sorte e agradeço ao francês que se expôs para nos alertar.

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Crystian maio 16, 2014 às 04:01

Passamos pelo mesmo golpe em janeiro de 2012 em Roma, um senhor italiano muito educado se dizia um executivo da Armani e pedia dinheiro para colocar gasolina pois seu cartão não estava sendo aceito, em retribuição estava “dando”um casado da Armani, puro golpe!

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Lais janeiro 2, 2014 às 17:21

Hey, Ducs! 1- Eu amooo o seu blog… eh mt bom e perfeito! Recomendei para vaaaarias pessoas ( ate mesmo holandeses!!!!-nao me pergunte pq.hahaha).
2- Eu estava em Paris em frente ao Louvre. E veio uma garota de uns 14 anos falando alguma coisa em frances ( detalhe basico, so sei falar ca-va… haha) e comecei a falar em ingles q eu n sabia falar em frances. E ela me entregou uma prancheta com o simbolo dos surdos. E ela so falava: Please…
Ai eu , idiota, assinei meu nome, meu pais ( mais burra ainda) e uma coisa q eu n sabia o q era ( ja que estava frances), mas sabia q era para colocar um numero. Eu achei que era p colacar a minha idade. Coloquei um 20 beeeem redondo. Toda sorridente achando q tinha participado de uma boa causa como um abaixo assinado para que surdos franceses recebessem aparelhos ou coisa assim. Ate que ela me estendeu a mao. -Cara de paisagem- Ela apontou pra minha bolsa. E falou em INGLES – sou surda, e vc falou q ia me dar 20 euros para eu receber meu aparelho.
Eu so tinha 25 centavos. BRASILEIROS ainda por cima. So andava om cartao e os euros q eu tinha em nota foram gastos… Entreguei a moeda, morrendo de vergonha… haha… a cara dela era q ela queria me matar. Juro. Me xingou em frances ( pq a gente sabe qundo se e xingado… nao importa se vc n fala a lingua…).
Mas… ela n era surda? Como ela entendeu q eu n falava frances?
Quando voltei p Brasil, minha tia falou q aconteceu a msm coisa cm ela.
Fiquei com raiva, a final, perdi a chance de comprar duas balas com os 25 centavos q eu perdi…

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Mônica janeiro 2, 2014 às 13:18

O golpe do velhinho que te ajuda no metrô existe em muitas partes do mundo. Até em SP eles estão lá. O velhinho é nativo, percebe de cara quem está perdido e vai ajudar, é super simpático e prestativo. No fim, ele te pede uma ajuda financeira, qualquer coisa. Se você disser que não tem, fica por isso mesmo. Não tem motivo para você ser grosso com o cara, porque ele realmente é prestativo e simpático. Ele só espera ganhar uma gorjeta por isso.
Certa vez, informei que não andava com dinheiro vivo e o velhinho disso “tudo bem”, mas então ficou fazendo várias perguntas sobre onde eu estava indo, quando ia voltar, qual meu hotel. Aí isso já começa a ficar perigoso. É preciso avisar para você não fornecer informações a desconhecidos? Então…

Também já aconteceu o mesmo esquema, mas com um cara jovem, que fez questão de acompanhar uma amiga minha até nosso hotel e ainda convidou para uma festa. Depois disso, ela passou 40 minutos ouvindo meus sermões. Sério que tem gente que permite? Mesmo depois do filme “Busca Implacável”? O Liam Neeson não ensinou nada para essas pessoas?

A verdade é que esse golpes, por mais ridículos que pareçam, acabam enganando alguns turistas pq… bem turistas andas encantados pelo local e baixam suas guarda. Fiquem atentos (e não deixei seus iphones em bolsos fáceis ou em cima de mesas na Europa, ou diga adeus a ele).

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sara julho 16, 2014 às 04:08

é cada golpe básico que você não entende como tem gente que cai. será que as pessoas acham que só porque viajaram todo mundo resolveu ficar bonzinho?? francamente, né? eu me considero muito extrovertida em viagens, converso com muita gente mesmo, mas sempre contando com minha intuição e esperteza pra saber o momento de vazar ou de não abordar ou dar corda pra ninguém. acho que brasileiro tinha a obrigação de não cair nesses golpes! rs. olha o tanto de violencia e pilantras que temos aqui..como ainda cair nesses golpes quase “inocentes” na Europa? quanto aos pickpockets europeus eles são muito hábeis, por isso só ando com porta-dollar, bolsa transpassada na frente e ainda segurada por mim. o resto é aproveitar!

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Neuber dezembro 30, 2013 às 18:52

Em Santiago, no Chile, um taxista tentou me passar a perna. Entreguei a ele uma nota de 20.000 pesos, a qual ele rapidamente trocou por uma de 2.000, sem que percebêssemos e dizia que eu havia lhe entregado aquela nota de 2.000 ao invés da de 20.000. Ele foi muito rápido, nem eu nem minha esposa vimos a troca. A sorte é que como era o último dia da viagem eu sabia exatamente as poucas notas de peso chileno que tinha na carteira, pois não queria voltar com a moeda pro Brasil, e, somente por isso, saquei o golpe. Detalhe é que ele parou numa ruazinha paralela ao hotel, com pouco movimento, e só me deixou em paz depois que eu solicitei que ele que fôssemos até o posto policial próximo para resolver a questão.

Responder

Juliana dezembro 10, 2013 às 14:36

Oi Daniel, vc saberia me orientar sobre a melhor maneira de ir de Amsterdã à Tilburg?

Responder

Daniel Duclos dezembro 20, 2013 às 21:36

Juliana, eu fui de trem e recomendo. Você pode planejar sua viagem porta a porta aqui: http://9292.nl/en ou usando o próprio Google Maps, qu oferece a opção de calcular a rota usando o transporte público.

Responder

ROBERTO LINS dezembro 2, 2013 às 21:33

Muito bom os seus comentários. Inteligentes, bem humorados e precisos.
Estamos de ida para Holanda no dia 27 de dezembro e tenho certeza que suas dicas serão úteis.
Abraço

Responder

Daniel Duclos dezembro 2, 2013 às 21:38

Valeu roberto, boa viagem!

Responder

Rafaela novembro 20, 2013 às 15:31

Vim deixar mais uma dica para quem virá visitar a Europa, mais especificamente para ROMA. Fui roubada por duas MULHERES cada uma com um BEBÊ (com aqueles compartimentos de colocar o bebê na frente do corpo, tipo canguru) enquanto entrava no vagão do metro uma estação antes de Termini. O vagão chegou e estava muito lotado e também tinha muita gente pra entrar, essas mulheres foram empurrando pra entrar junto e, sem que eu percebesse abriram minha bolsa, pegaram minha carteira e desceram nessa mesma estação. Foi tudo muito rápido, assim que entrei fui colocar minha bolsa na frente do corpo e percebi que estava aberta, sem minha carteira, e meus amigos viram que essas moças desceram logo antes de a porta fechar. Fiquei sabendo que isso é uma coisa muito COMUM lá, que são imigrantes e que normalmente tem um compartimento nessa bolsa do bebê e elas colocam a mão por lá para que ninguém veja ela mexendo na bolsa dos outros. Quando fui fazer o BO, muitas outras pessoas estavam no posto policial pois também haviam sido roubadas, praticamente todos turistas, e o processo foi bem demorado. Portanto, tomem cuidado, não andem com muitos documentos/cartões importantes, somente o necessário para o dia, e sempre prestem muita atenção, principalmente se se encontrarem em uma situação parecida com a da minha história! Nunca havia sido assaltada, nem mesmo no Brasil, é muito frustrante e gera muitas complicações, por isso vim deixar minha dica! Abraços!

Responder

Margarete setembro 21, 2013 às 17:31

Eu tive 2 experiências. Digamos que em 1 usei o descolamento de ser paulista e na outra, caí em plena terra de Camões.
Em Paris, estava com uma amiga na Champs e uma japonesa, chinesa ou sei lá o quê, veio nos abordar dizendo que queria comprar 5 bolsas na Louis Vuitton e que eles só vendiam 2 por pessoa, se nós não poderíamos ajudá-la. Claro, que eu olhei para a minha amiga e dissemos um sonoro, não, desculpe e saímos fora, andando pela multidão. Até hoje, não sei qual seria o golpe, mas não confiamos naquela historinha idiota de 2 bolsas.

Na segunda, eu fui uma trouxa, não me lembro onde exatamente em Lisboa. Dei uma nota de 20 Euros para pagar algo que era em torno de 5, 7 Euros. A pessoa fez o troco como se eu tivesse dado 10 Euros. Comecei a discutir dizendo que estava faltando troco, que eu tinha dado 20. Ela começou a discutir falando que eu tinha dado 10. Para não estressar, concordei. Mas errei. Eu realmente caí no conto. Perdi 10 Euros. Ódio mortal de mim mesma. Hoje, já aprendi, sempre tenha a certeza qual o valor da nota que você está pagando o serviço.

Adorei as dicas dos outros viajantes. Sempre aprendendo.

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sara julho 16, 2014 às 04:11

eu sempre falo “você tem troco pra tanto?”, eu tenho uma nota de X, você tem troco? enfim, sempre deixo claro quanto estou dando.. isso minimiza e muito o golpe. tem que mostrar que está perto. .só enganam os distraídos.

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Babi setembro 12, 2013 às 22:16

Olá
Estarei sózinha em Amsterdam no meu aniversário, 01/outubro…alguma dica pra experimentar uma fatia de bolo num lugar bem legal? Bjs e agradeço por todas suas dicas.

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Daniel Duclos setembro 17, 2013 às 15:23

Oi Babi, você pode comer uma torta de maçã típica na Winkel 43 (avisando que costuma estar cheio) (endereço: Noordermarkt 43). Uma recomendação famosa também é a De taarte van m’n Tante (“o bolo da minha tia”): http://www.detaart.com/en/home.htm Feliz aniversário

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Salomão Acacio setembro 12, 2013 às 16:12

Cara, amei seu blog, bom gostaria que me ajudasse a montar um roteiro, pois minha esposa gostaria de conhecer Paris, e diante mão já te digo, sou péssimo em geografia, rs rs.
Gostaria de saber por onde começar, se me hospedo em Paris ou outra cidade mais barata, e passeio em Paris, por favor, preciso de ajuda, pois será a primeira vez no exterior do meu bairro (bairro foi exagero, mas de País sim), gosto do seu humor, sou bem extrovertido também, deve ser porisso que gostei desse Blog(tenha como elogio) kkkk, .Devo te dar os parabéns, pela esposa que tem, achei um casal o máximo.
Obs: Não somos ricos, e sim trabalhadores querendo conhecer e se divertir, roteiro acessível, rs rs

Abraço Salomão Acacio
Conto com vocês

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Daniel Duclos setembro 17, 2013 às 15:19

Oi Salomão, eu recomendo pedir ajuda pra Laura, do laura em Paris, ela é guia e pode te ajudar: http://www.lauraemparis.com/ abraços

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Evelyn agosto 29, 2013 às 17:57

Olá Daniel,

Estou adorando suas postagens, estou me preparando pra fazer um ano de intercâmbio e estava com dúvidas entre Nova York e Amsterdam … Você já me convenceu ! Amsterdam aí vou eu … hahahah E me pergunto, o que seria de você sem sua esposa ???

Muito obrigada pelas dicas !

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Daniel Duclos agosto 31, 2013 às 17:47

Excelente escolha ;) Eu que agradeço a companhia, abraço e boa viagem!

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Simone Souza agosto 17, 2013 às 10:35

Olá Daniel,
Gostei demais do seu jeito de passar suas experiencias, amei sua total sinceridade, não se importando em conquistar leitores e/ou seguidores em quantidade, mas sim com qualidade. A forma como escreve me influenciou a ler tudo e com muito prazer. Me diverti bastante com você, mesmo não estando ai, parecia que estar, incrível! Com certeza isso define afinidades. Porém essa sua história não seria completa e posso ariscar em dizer que, não seria essa romântica comédia em sua vida se não tivesse a Carla, é claro! E se você me permite expressar o meu sentimento neste momento, sem me detonar, eu gostaria de colocar nesse texto as siglas do Rio Grande do Sul.( RSRSRSR ) Pois foi exatamente isso que fiz quase todo tempo que li sobre seus passeios com esse anjo ou seria segurança ou guarda costas? Que é a sua querida esposa. Eu estou iniciando uma pesquisa porque meu marido deverá ir trabalhar em Rosterdã e se eu tiver que ficar um tempo ou morar neste pais, teria que me informar sobre algumas coisas, pensando eu né? Agora, depois de ler seu blog, descobri que preciso de muito mais que informações. Entrei aqui pensando em uma coisa e você me surpreendeu de uma forma tão ampla que me deu uma grande inspiração para recomeçar algo que já estava adormecido dentro de mim. No momento só tenho uma pergunta? Qual seria a melhor Cidade para morar? Não tenho filhos. Eu certamente ficarei alguns dias sozinha, portanto tem que ser um lugar seguro. Espero sinceramente poder trocar muitas dicas, aprender e também poder compartilhar futuramente um pouco das minhas experiências com vocês. Muito obrigada! Grande abraço.
Simone Souza
Rio das Ostras / RJ

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Daniel Duclos agosto 18, 2013 às 02:08

Oi Simone

Puxa– nem sei o que dizer. Quer dizer, sei sim: obrigado pelas boas palavras. Elas significam muito, mesmo. Brigado.

A Carla é tudo isso que você disse, e mais um pouco. Sem ela esse não seria o Ducs. Seria um solitário Duc, bem mais triste.

De toda a forma, melhor cidade… veja, se seu marido vai trabalhar em Rotterdam, eu certamente acho que seria essa a primeira opção. Nunca morei em Rotterdam, mas é uma cidade que gosto.

Um grande abraço

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Santos agosto 13, 2013 às 19:49

Oi, cara, tudo bem? Parabéns pelo post, muito legal. Eu tava pesquisando exemplos de golpes contra turistas na Europa e caí aqui. Achei muita munição, rs. Agora, me desculpe se alguém já disse isso, não tive tempo de ler os comentários, mas, sobre o golpe em Genebra, que eu me lembre, a passagem do trem é grátis para quem desembarca no aeroporto. Acho que foi mais um golpe contra o turista mesmo. Inclusive, as conduções na cidade são de graça pelo período de uma semana para quem está hospedado lá. Abs.

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cmte agosto 14, 2013 às 20:36

Realmente é grátis para quem chega em Genebra como turista. No aeroporto mesmo já tem as máquinas automáticas. Se não pegar, no hotel lhe dão o cartão para: Trens, Metro, ônibus e barco.
Um sonho para quem é do 3o mundo.

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Igor Freire julho 28, 2013 às 21:19

“Caí” no golpe do pombo e das fitinhas, ambos na Itália :(

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Daniel Duclos agosto 2, 2013 às 01:07
Antônio julho 26, 2013 às 17:22

Olá Daniel,

Estamos programando uma viagem a Antuérpia pra visitar nosso filho que vai estudar por 1 ano a partir de setembro. Vamos usar Antuérpia como base e pretendemos conhecer Bruxelas, Bruges, Luxemburgo (bate e volta), Amsterdã, Roterdã (4 dias), Zurich (4 dias), Londres (5 dias), Paris (6 dias), Colônia (1 dia) e Frankfurt (2 dias), nesta ordem. Vc acha dá pra fazer tudo isso em 30 dias? Quais os melhores meios de transportes deveremos utilizar?
Desculpe-me pela exploração das perguntas é que nunca viajei pra europa e necessito de ajuda. Agradeço antecipadamente.
Antônio
Maceió-Alagoas-Brasil

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Daniel Duclos agosto 2, 2013 às 01:03

Antônio, não tenho como montar uma rota personalizada pra você, com meios de transporte entre eles. Vai tudo depender de seu orçamento, de seu tempo, enfim, não tem escapatória, dá trabalho mesmo calcular isso. A alternativa seria pegar um agente de viagem que faria isso pra você.

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Eduardo Garcia julho 25, 2013 às 18:27

Ja tentaram me passar a perna com a histora do anel (eu larguei o cara falando sozinho, essa nao cola comigo), em Milao (onde o cara me chamou de negro), em Berlin (onde um amigo ficou olhando com cara de paisagem pra moca e falando calmamente, eu nao estou entendendo, fale em portugues, ate ela falar algo que nao entendi mas sei que nao era coisa boa..) .. kkkk.. Sou azarado ou tenho muita cara de turista (a mochila de viagem acho que entrega.. rsrs).
Mas faltou falar das “mudas” que pedem pra vc assinar um papel na França, essa eu peguei e olhei, ai assinei, coloquei meu nome, pais, brasil, ai tem a quantia pra vc doar para elas, bom, nessa hora vi que sou milagreiro, pois fiz a muda falar e coisas nada legais, pois coloquei $0,00 e devolvia a ficha pra ela… Isso foi em uma escultura que tem proximo a Notre Dame…

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Stephanie julho 12, 2013 às 00:27

Sabe que esse golpe do anel, quase aconteceu comigo. Digo quase porque eu sou mineira e desconfiada de tudo por natureza. Era de manha bem cedinho, eu estava sozinha caminhando ali na região da Avenue Montagne. Aconteceu mais ou menos como com você e o cara ficou insistindo muito. Ele disse que era da Ucrania e pelo sotaque do Inglês ate podia ser mesmo. Bom, eu recusei e fui andando, ai ele foi atras querendo saber se eu estava perdida, porque estava sozinha aquela hora, se eu tinha marido e etc. Pegou um cartão e me deu pedindo pra ligar pra ele! hahaha Loucura! Sai andando rápido feito louca sem olhar pra trás e só parei quando vi que ele não estava mais atras de mim.

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Sergio Ishibashi julho 1, 2013 às 19:03

Duas Pegadas que quase caímos:
1. Paris: domingo lá pelas 10 da manhã. Um cara te segue nos labirintos do metro Place D´Italie. Você entra no metro e fica perto da porta. Chega um cara na sua frente e derruba uma chave. Como sou educado agachei quase junto com ele. Quando vi que tinha pego a chave e estava com as duas mão segurando a bainha de minha calça para me derrubar e roubar. Não conseguiu. Não fica pero da porta. Isto tudo ocorreu enquanto a porta do metro estava aberta. Como não conseguiu, saiu calmamente pela porta.

2. Madrid: Metro Granvia, domingo à tarde: você de pé, vem um bando de duas moças e 3 rapazes e fica na sua frente bloqueando a porta do vagão, que por sua vez tem uma alavanca para aciona-la para abri-la. Eles ficam bloqueando e você força a passagem. Uma delas colocou a mão no bolso e tirou a carteira. Percebi e empurrei a moça para fora do vagão onde ia descer. Todos desceram juntos. Ela largou a carteira no chão. Se ficar um grupo na porta, troque de porta.

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João Alberto maio 16, 2013 às 21:46

Vou para Amsterdam com 2 amigos em julho e de lá pro leste europeu. As dicas aqui estão sendo de grande valia!
O taxista quase me aplicou um golpe em Santiago no Chile. Saí da balada com um amigo que ficaria num hotel próximo ao meu. Entramos no taxi e ele deixou o taxímetro ligado e passamos primeiro no outro hotel deixar o brother. Do hotel desse meu amigo até o meu eram poucas quadras, mas quando cheguei perto do meu hotel, de repente o taxímetro pulou para as alturas, num valor bem maior que o anterior, por um trajeto bem mais curto. Esbravejei com ele que se fez de desentendido e acabou reduzindo um pouco o preço. Então cuidado por lá, os taxímetros são “viciados” e obedecem comandos manuais… Ainda bem que eu estava atento.

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sara julho 16, 2014 às 04:15

em Buenos Aires tem muito isso, especialmente em La Boca. pedi pra pararem o taxi numa avenida quando deu exatos 20 pesos.. iria ficar uma fortuna! não aceitem!

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Luciana Fernandes maio 1, 2013 às 02:17

Pelo visto, como disse o Daniel, “tem sempre pessoas tentando te separar dos teus euros das mais criativas maneiras”…. rsrsr. Em 2007, numa viagem p/ Italia, fomos abordados por um imigrante africano q se aproximou muito sorridente dizendo: “Brasil, países irmãos…, Pelé, Ronaldinho….” aquele blá, blá, blá… Impressionante como eles são rápidos e nem nos deixam falar… Ele foi logo me dando um elefantinho de resina e eu q não sou boba, já fui dizendo q não poderia aceitar. O nosso amigo se mostrou muito irritado e disse q seria uma grande ofensa devolver o presente. Aí se deu o impasse: ele disse que em troca poderíamos comprar umas canetas Mont Blanc originais (ahã…) pela “baguatela” de 40 euros!!! apenas para ajudar. Como nós sabíamos da fama de q eles vendem produtos falsificados, e nós não queríamos comprar nenhuma caneta, meu marido ofereceu 2 euros pela caneta falsa. O homem se transformou, esqueceu toda a história de “países irmãos” e quase bateu no meu marido. P/ tentar se livrar do homem, meu marido fez uma cara feia e disse q não tinha mais do q 5 euros, era pegar ou largar. O homem muito irritado aceitou e foi embora. O elefantinho? Está até na hj minha estante da sala, com o traseiro virado p/ porta q é p/ trazer sorte como manda a tradição….

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adriani abril 14, 2013 às 01:48

Primeiramente desejo muito sucesso a você e parabéns pela sua competência em dividir conosco suas experiências e dicas tão valiosas.
Tive também a experiência dos golpes no ano passado quando estivemos na Grécia, vendedores extremamente insistentes, pedintes que quase arrancam a sua bolsa, mas o pior são os restaurantes. A crise está muito feia pra esse pessoal, os garçons praticamente te arrastam para dentro dos restaurantes oferecendo uma cervejinha grátis apenas pela generosidade grega e aí se agarre porque eles trazem o que dá na veneta deles e depois a “dolorosa” conta, mas o mais irritante é que ele inicia a conversa num ingles e depois que vc está dentro so em grego….e por fim vc paga e fica com aquela cara de paisagem….
Bem, estaremos no final de maio em Amstesdam e se quiser matar saudade da comidinha brasileira, não hesite em pedir que levaremos um feijãozinho preto na mala com prazer kkkk
Um abraço

Responder

Daniel Duclos abril 16, 2013 às 19:17

Adriani, essa técnica é comum em diversos países, lembro de ter visto em Bruxelas, Barcelona, Lisboa (onde foram bem agresssivos, até)…

abraços

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valquiria chagas correa abril 12, 2013 às 04:23

ola Ducs,estou com uma duvida talves vc possa me ajudar.Cofres d hotel na europa sao confiaveis,para se deixar dinheiro joias etc.

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LIZ maio 1, 2014 às 13:33

Sobre golpe da fitinha no Sacre Coeur, eles estão nas escadas e também na entrada lateral que da acesso ao bondinho, passe direto, firme e não dê conversa, fiz isso nas outras vezes que fui, mas tenho que contar, sem invalidar os relatos daqueles que se sentiram ou foram mal tratados e ameaçados, que fui abordada em 2013 por um deles, que muito simpatico, alegre e divertido, não forçou nada, me falou que faria a pulserinha e que eu poderia dar o que eu quisesse, apreciei a rapidez e a forma, e por final dei 5 euros, uau, caraca 15 reais por uma pulserinha de linha?, pois é cai mesmo na simpatia, que me levou a acreditar que o cara tava ali trabalhando, tentando ganhar grana “Hakuna Matata”!

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sara julho 16, 2014 às 04:17

Comigo foram rudes, eu passei sem problemas, mas meu amigo não.. gritei com eles e dei um safanão. ai o deixaram. o lance é não ter medo e esbravejar, porque é claro que eles não querem policia, querem tirar dinheiro dos que se intimidam

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Paulo Renato abril 9, 2013 às 20:28

Em Barcelona, uma sra magra e aparentando ser cigana aproximou-se de minha mulher segurando um papelão com algo escrito. Segurava o papelão com os dois braços sob o papelão. Qdo encostou o papelão nela, uma das mãos, escondida sob o papelão abriu sua bolsa. Eu estava ao lado e corri batendo no papelão e derrubando-o enquanto gritava que ela estava com a mão na bolsa da minha esposa. A sra saiu rapidamente. Ela tinha aberto em um segundo a bolsa e com mão leves estava chafurdando na bolsa atrás da carteira.

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Guilherme abril 3, 2013 às 01:37

Pois é. Taxi é um problema no mundo todo. Eu e minha esposa já fomos enganados em Milão, Pilsen (República Tcheca), Budapeste e Nova York. Em Buenos Aires nunca aconteceu nada desse tipo, mas também fomos em 2009, quando a situação ainda não estava tão feia por lá.
Hoje em dia só pegamos transporte público. Ônibus, trem ou metro. Não tem como ser de outra forma.

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Sérgio março 12, 2013 às 21:58

Boas dicas!
Já estou escolado com ciganas, batedores de carteiras e contos do vigário. Mas, em minhas viagens, os maiores problemas que tive sempre foram com taxistas. Em Buenos Aires trocaram uma nota de cem pesos por uma falsa sem que eu visse. Noutra vez o motorista se fez de louco e saiu fazendo voltas enormes para aumentar o preço da corrida. Em Praga, depois de uma longa viagem de trem, não avistei o ponto de taxi e acabamos pegando um na rua mesmo. Acontece que ele cobrou um absurdo e como eram coroas checas, só fui me dar conta que fui engado depois. Em Nova York peguei um taxi no aeroporto JFK para ir até manhattan e ao chegar ao hotel dei uma nota de cem dólares e o cara enrolou e disse que eu havia dado apenas uma de 20. Como estava cansado da viagem, achei que tinha me enganado, mas depois vi que fora roubado.
Depois de todas essas incomodações com taxistas, ao chegar no aeroporto de Miami, fiquei receoso ao entrar num taxi velho dirigido por um haitiano. Mas dessa vez deu tudo certo e ele cobrou os 30 dólares regulamentares entre o aeroporto e Miami Beach.

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Daniel Duclos abril 3, 2013 às 01:18

Pois é, Sérgio, nessas hroas infelizmente os honestos acabam levando a fama por tabela, mas é bom ser surpreendido positivamente. Abraço

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João Alfredo março 7, 2013 às 18:27

Me identifiquei com os de Paris. O do anel então já aconteceu diversas vezes… Uma delas até joguei o anel longe… Da pra desconfiar de cara, pois eles nem são Franceses… Em geral são imigrantes. E nãoa contece só na ponte, mas sim em tudo quanto é lugar… Na champs-elysees, no Louvre, no Arco do Triunfo e por ai vai…

Outro golpe que acontece em Paris são as surdas e mudas que pedem dinheiro para a “associação” de surdos e mudos… chega a ser ridiculo, pois são MUITOS juntos, abordando os turistas, mostrando uma lista de assisnaturas com valores das doações do lado… E quando vc diz que não quer, e passa direto, elas começam a gritar e conversar entre si… É bizarro. Uma vez, um casal de ingleses tava quase caindo no “papo” da “surda e muda”, ai eu fui lá e disse que era golpe e eles sairam…

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Leo março 7, 2013 às 16:41

Pra colaborar, tem tb os ciganos (crianças inclusive) em frente ao Vaticano e no ônibus que liga o Vaticano a diversos pontos turísticos (e, por isso, cheio de turistas, é óbvio!). Fui pra lá sabendo disso e, quando começou a chegar aquela galera de ciganos perto de mim, gritei “Vado a chiamare la polizia!” (Vou chamar a polícia!). Na hora, eles se afastaram. Mas o mais grave mesmo são os batedores de carteira. Nada “violento”, mas chaaaato… Graças a Deus nunca caí em nenhum desses golpes!

Responder

Eduardo Bueno março 7, 2013 às 00:33

Aconteceu comigo em Segovia, perto de Madrid. Vi umas pashminas bem bonitas e resolvi comprar uma pra levar pra minha mãe. Paguei e a senhora dos seus 70 anos, colocou em uma sacola, peguei e fui embora. Não sei porque, depois de 1 quarteirão resolvi abrir a sacola, e a sra tinha colocado um pedaço de pano bem feinho rsrs. Voltei lá e esculachei a vida da mulher, que me entregou a pashmina que tinha escolhido. Ela tinha aproveitado uma segundo de minha distração na hora da compra, virou de costas e colocou a de material inferior. Se não tivesse olhado logo depois, ia descobrir só no Brasil.
Agora, sempre que compro algo de ambulante, ou mesmo lojinhas de souveniers, já abro a sacola e confiro dentro da loja.

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Daniel Duclos abril 3, 2013 às 00:55

Caraca, eu teria caido certamente nessa. Valeu a dica!

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Tamires Romano fevereiro 26, 2013 às 04:16

Muitíssimo bom esse post! Além do sempre divertido jeito de escrever do Dani.. amo!

Eu caí no lance das escadas da Sacré-Coeur, mas o cara falou pra mim que não queria dinheiro, que era só uma pulseirinha pra eu me lembrar de lá e talz.. Eu disse que não tinha dinheiro, aliás, disse umas 2 ou 3 vezes! e eles chegam assim mesmo, totalmente violentos e bruscos. O que me deixou super apreensiva, mas imagina só: minha primeira viagem pra fora do Brasil, 21 anos, completamente sozinha e no meu segundo ou terceiro dia de viagem?! Pois é. Queria eu ter a Carla do meu lado! uhauhauha
Mas aí depois de muito insistir eu deixei o cara fazer a tal da pulseira e depois ele veio com o papo de eu dar um trocado pra ele. Eu, muito pacientemente disse que havia dito que não tinha dinheiro algumas vezes. Ele começou a pressionar e ficar irritado mas eu bati o pé. Ele era teimoso, mas eu era mais. Acho que o melhor que eu fiz foi começar a andar sem olhar pra trás. Ele deve ter me xingado, mas dessa parte eu felizmente não me lembro! E tenho a pulseirinha até hoje, pra lembrar de não cair nesses golpes de novo! :P

Ah! Tenho mais um caso pra contar:

Morei em Madrid por 5 semanas e às vezes andando na rua via umas mulheres com aparência de idosas, vestidas com roupas longas e largas, sujas, maltrapilhas, ajoelhadas na calçada e com a cabeça encostando no chão, somente a mão virada pra cima, pedindo dinheiro. Minha professora do curso de espanhol disse que elas eram mulheres de classe média e até bem bonitas, mas que faziam isso e se vestiam e sujavam todas pra conseguir uma graninha fácil. Não tenha dó nem piedade só pelo que você vê. Não dê dinheiro a elas!

No filme Busca Implacável 1 as amigas caem no golpe de aceitar dividir um táxi com um estranho. Acho que vale à pena colocar aqui também, apesar de ser um golpe óbvio e ridículo de se cair, nunca se sabe, informação nunca é demais!

Obrigada por compartilhar.. Espero que minhas dicas também tenham sido úteis! Adorei!

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Carla fevereiro 21, 2013 às 18:46

Eu acho que o mundo está numa grande transformação , para pior! Eu passei 6 meses viajando pela Europa e era absolutamente o paraíso na terra, sem estes problemas , sem golpes, podendo até dormir dentro do carro ( alguns neozelandeses e australianos faziam). Bom. como paulistana, eu sou absolutamente desconfiada e ligada em tudo. Nunca converso com estranhos e, se precisar, falo somente em português e com bastanta antipatia! Eu passei por uma situação estranha em Bangkok. Um homem de terno e pastinha ( juro por Deus q na hora eu li na testa do cara “estelionatário”. Ele começou com um papinho ( meu marido e eu) e na hora falei para o meu marido q era estelionatário. Meu marido falou, vamos tirar uma da cara dele mas eu rechacei! Eu falei para o meu marido que não ia dar trela p este tipo de gente e fechei a cara e nem quis ouvir!!! Em Bangkok, precisei ir ao consulado brasileiro ( era uma viagem de um ano que estávamos fazendo e fui no consulado pegar infos sobre o Brasil) e la havia cartazes que diziam assim: não caiam no golpe do dinheiro, gente dizendo que vai investir o seu dinheiro ( sabe, os estelionatários são muito bons de lábia, com um poder de convencimento alto, não vale a pena ouvir se vc não for muito seguro de si). Muitos europeus de boa fé caindo na cilada! Isto foi há alguns anos atrás, pra vc ver, q isto tem em todo lugar. Em Barcelona tinha os batedores de carteira, e assim vai!! O mundo é um lugar perigoso e vc tem que ficar ligado e esperto! E boa viagem!

Responder

Natalia Itabayana fevereiro 16, 2013 às 17:05

Santa Carla! Ela deve ter sangue mineiro, eu vivo com pé atras em tudo.
Aqui no centro de Aix tem esse pessoal da listinha, mas eles se fazem de mudos (porque na verdade não sabem falar francês). A saída é passar direto ou desviar uns metros do caminho deles. No verão, eles se multiplicam assustadoramente.

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Daniel Duclos fevereiro 19, 2013 às 18:49

Haha, sim, Santa Carla – se por mais nada, a canonização dela tá garantida só por me aguentar! Esse listinha de mudos eu vi em Paris também, logo na Gare du Nord. E eu com minha cara de utrista universal atraio, já to acostumado…

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Lucianna fevereiro 7, 2013 às 21:56

Olá… Estive em Berlim na semana passada e… Tenho até vergonha de contar… Mas cai no golpe da bolinha escondida na caixinha…. 3 caixinhas e uma bolinha…. Lógico era uma gangue… O artista, mais os comparsas que começam ganhando e depois começam a perder e a gente se empolga achando que sabe onde esta a bolinha… Até que quando vc vai pegar o dinheiro… Eles trocam a bola de lugar… Aconteceu comigo na rua daquela grande loja de departamento kadewe… Perdi 100 euros… Que burra… Até que um “senhor” veio me consolar… Dizer pra deixar pra lá ou apostar de novo… Todo bonzinho…. Até que meia hora depois o vi com um radio se comunicando com o restante do grupo… Bem… Deixo aí a mensagem! Outra hora que tiver mais tempo quero deixar meu depoimento sobre o guia de Amsterdã… Adorei.. As dicas foram ótimas… Valeu!

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Daniel Duclos fevereiro 9, 2013 às 10:01

O Lucianna o importante é aprender com a experiência. Obrigado por contar aqui, certamente irá ajudar outros a evitar esse trambique. Um abraço!

Responder

vieira fevereiro 7, 2013 às 12:57

Oi Daniel, Parabéns pelo teu Blog.Estou sempre atento pelas dicas que tu dás,e recebes através de relatos. Reitero os fatos ocorridos, em Paris, referente ao Golpe do Anel e em Montmartre. Também fomos abordados, (eu e minha esposa), mas conseguimos nos livrar dos indesejaveis.
No entanto, estou aprendendo muito com vcs, feitos neste blog.Pois, sempre tem novidade. Pretendo viajar a Europa neste ano, e tenho que estar atento a esses golpes. Mais uma vez parabéns.Um abraço.

Responder

Daniel Duclos fevereiro 9, 2013 às 10:00

Valeu, vieira, boa viagem!!

Responder

Walter Jr janeiro 24, 2013 às 20:29

Olá. Fantástico seu blog! Fui duas vezes a Amsterdam e adorei a cidade e seu modo meio Hippie de ser. Para contribuir: Na última vez que estive em Amsterdam, depois que meu voo de retornou foi cancelado devido a neve, sai do aeroporto de Schipol e fui pegar um taxi. perguntei ao motorista se ele sabia onde era o hotel que a empresa aérea havia me instalado. O motorista, acho que um turco que mal falava inglês, disse que sim e convidou a entrar no carro. Nevando, frio, enfim, tudo que queria era um lugar quente e chegar ao hotel depois de 6 horas de espera no aeroporto! Entrei no carro, o motorista ligou o taxímetro, ligou o carro e parou acerca de 100 metros à frente e começou a mexer no GPs do carro. Perguntei se havia algum problema com o endereço, e ele disse que não, saindo novamente com o carro. Nisto o taxímetro já estava em 14 Euros em um trajeto de cem metros! Foi andando devagarinho e mexendo no GPS, ainda na frente do aeroporto. Foi quando disse que pegaria outro taxi que soubesse o caminho. Neste momento, o taxista, esbravejando alguma coisa em uma língua estranha, travou as portas e acelerou o carro, pegando umas das estradas que levam ao centro de Amsterdam. Quando perguntei onde estava indo, visto que não sabia o local do hotel, ele disse: para o centro. Afirmei que o hotel não era no centro e pedi que parasse o carro e me levasse de volta imediatamente ao aeroporto. Ele parou o carro no acostamento e disse que, se eu quisesse, poderia descer ali mesmo, no meio do nada. Depois que tomei uma atitude mais enérgica com o motorista, que mal falava inglês, e disse que chamaria a polícia, com o celular na mão, ele me entregou uma lista de hotéis e disse que eu achasse o meu! Esbravejei com ele, dizendo que aquele era o trabalho dele! Foi nesse momento, quando ele viu que eu estava “um tanto” irritado, que ele pegou o telefonou e ligou para alguém que falava em turco e pediu informações sobre o hotel. Ligou novamente o carro e começou a dirigir. Nisto o taxímetro já estava nas alturas! Disse a ele que não iria pagar aquela fortuna, pois não tenho que pagar pela falta de conhecimento dele, isto sem contar o “sequestro relâmpago”. Afirmei que faria uma queixa dele às autoridades competentes. Neste ponto o motorista abrandou o discurso. Disse que o dinheiro não era o problema, chegando a zerar o taxímetro. Dentro de instantes me colocou na frente do hotel, pedindo desculpas pelo ocorrido, com um sorriso amarelo… Acho que foi um golpe. Se tivesse ficado quieto, esperando ele “se encontrar” pagaria um valor absurdo! Sem contar o estresse de me ver “raptado” por um “taxista maluco” em Amsterdam! Portanto, minha sugestão, fiquem “espertos” com os taxistas que afirmam saber onde é o destino antes mesmo de você explicar onde quer ir… A sensação que tive é que ele me levaria para um “tour” forçado por Amsterdam até ele chegar no hotel, cerca de 3 quilometro do aeroporto! Mesmo com esta experiência, moraria fácil, fácil nesta cidade fantástica!!

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Maria janeiro 19, 2013 às 07:51

Dia 15/01/2013, eu e minha irmã fomos furtadas dentro de uma loja em Madrid. O cara ” tropeçou” em minha irmã.. logo depois a bolsa sumiu. Tomem cuidado.

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Ana janeiro 9, 2013 às 18:53

Na baixa e Lisboa está cheia de malandros tentando entregar panfletos de restaurantes com um endereço, se as pessoas forem no tal endereço são roubadas, pois geralmente é um beco menos movimentado. Esses mesmos malandros agem em bandos organizados espalhados pela baixa. é um lugar para não ir com alguma coisa a mais tipo relógio caro, etc… E se for levar camera tem de ter alguém cuidando enquanto vc tira fotos, pois os caras são capazes de arrancar as coisas de sua mão e sair em disparada. Eu e meu marido vimos a cena.

Responder

ernando janeiro 5, 2013 às 22:37

Bom, estes golpes são muito ligth, em Madrid,es tava com meus filhos em 25/12/2012, no Rafaeleshotel atocha, quando sai do hotel andei 10 passos e fui abordados por homens se passando por policiais, já foram nos chamando de brasieliros, e falando que procuravam um brasileiro com dinheiro falso, pediram passaportes, que esvaziassem os bolso e quando devolveram o dinheiro, estava faltando.Achei estranho eles saberem que eramos brasileiros, estavamos com poucas horas em Madrid, acho que receberam informação, eu penso.

abs

Responder

Daniel Duclos janeiro 5, 2013 às 22:38

Isso foi mais assalto do que golpe. Lamento o acontecido :(

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Mariana dezembro 13, 2012 às 14:03

Essas sus dicas são otimas… tive oportunidade de ver várias em ação em Paris… agora, tem umas coisas que acho que só cai quem quer, como a de apostar €50 no pé da Torre Eiffel… é tão evidente que é trambique que dá dó dos caras que passam o dia inteiro ali procurando um trouxa. Detalhe, chegamos, subimos na torre, descemos, tiramos mil fotos e na volta passamos pelo mesmo cara com a mesma menina “apostadora”, apostando os mesmos €50… e toda vez que ela ganhava ela ficava feliz em inglês… eu não conheço muita gente que quando surpresa/emocionada/p*%$ da vida expressa esse sentimento em outro idioma…

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Daniela dezembro 4, 2012 às 11:20

Olá Daniel!!!
Que bom que achei o seu blog! Estou adorando as dicas, ainda mais pq eu e meu marido vamos p/ Paris passar o natal e o ano novo!
Meu nome é Daniela, e estou em Madrid com meu marido faz exatamente 1 mês! E nesse tempo já tentaram nos furtar e assaltar 2 vezes!!!

Vou relatar aqui, uma das tentativas de furto que sofremos nesse último domingo!!! E espero que esses relatos possam alertar outras pessoas!!! :D

Meu marido está aqui a trabalho, e é a nossa primeira vez aqui na Espanha, como vamos ficar aqui pela Europa até o Ano Novo, estamos tentando aproveitar bastante e nesse fim de semana fomos p/ Portugal.
No domingo, quando estávamos voltando do aeroporto de Barajas, em uma das estações da Linha 10 tentaram nos furtar. Eram 3 homens, com cerca de 35 ~ 40 anos de idade. Um deles fingiu deixar o meu marido passar na frente qdo chegou o metro, e naquela muvuca, o segundo foi na minha frente e um terceiro veio por trás me empurrando e qdo a porta do metro fechou eles me “prenderam” num canto p/ eu não conseguir me mexer… meu marido foi parar do outro lado, e eu estava com a minha bolsa e uma pequena mala de rodinhas e o meu marido de mochila e com uma pequena mala de rodinhas também.
Eu logo percebi que tinha algo estranho pq o metro nem estava tão cheio e eles estavam muito em cima de mim… No meu desespero em sair dali, falei em português mesmo: “Dá licençaaaa!!!!” e tive que sair a força do cantinho, empurrando eles!!! Eles ficaram olhando c/ cara de paisagem e eu fiquei tremendo.
Meu marido não entendeu o meu desespero e fiquei gesticulando p/ ele vir p/ onde eu estava. Eu falei p/ ele que estavam tentando nos roubar, e foi aí que ele percebeu que a sua mochila tinha sido aberta. Mas graças à Deus não tinha nada no compartimento que eles abriram.
Saímos na estação Tribunal e eles tiveram a audácia de sairem junto com a gente. Fiquei morrendo de medo e olhando p/ trás, mas depois eles pegaram o outro sentido e desistiram da gente.
Somos brasileiros descendentes de japoneses, de longe as pessoas já sabem que somos turistas… ôooo vida viu!!! rs
Só sei que os “nossos anjos da guarda” estão trabalhando muito aqui em Madrid!
Beijos!
Att.
Daniela

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Andrea novembro 25, 2012 às 14:06

Nã se esqueça das rosas na Torre Eifel. Te jogam nas mãos e você não tem como sair. Se algum deles se aproximar, desvie.
Daniel, sei que já postou como ir do aeroporto de Amsterdam à estação central, mas o que exatamente tenho que fazer? Que carraça amarela é esta que tem que validar o bilhete? Qual o nome do trem que se tem que pegar, já que passam muitos na mesma plataforma?
Ficarei no hotel Victoria Plaza no centro.
Obrigada!

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Daniel Duclos novembro 25, 2012 às 14:29

Andrea você não temd e validar o bilhete a não ser que tenha comprado um bilhete sem data específica. Se comprou bilhete válido pra hoje (é o que você deve comprar), não é preciso validar.

Pegue o próximo trem que [passar na central. Como você mesmo disse, existem muitos. Veja nos painéis eletrônicos, sempre indicam quais irão parar na central.

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PAULO BUENO novembro 13, 2012 às 13:22

Boa tarde Daniel!

Gostaria de dar os parabéns pelo excelente blog! Tenho lido muita coisa interessante sobre Amsterdam, estou em Portugal há 3 anos e vou para Amsterdam em Dezembro. É bom saber dos golpes, já tinham me avisado para não confiar nas pessoas que oferecem ajuda. Uma dica para quem decidir vir para Portugal-Algarve: é um lugar com praias fascinantes, muito lindo mesmo e não deixe de visitar Sagres. Porém, há sempre um porém… não esperem simpatia no atendimento na maioria dos restaurantes, trabalhei em muitos e as vezes me perguntava como ainda estava aberto vendo as pessoas tratarem os turistas desta forma, e outra coisa, muitos restaurantes tem menus com preços diferenciados para turistas. Quem fala português paga menos.

Um abraço!

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José Lândio outubro 22, 2012 às 02:55

Saudações Daniel,

Estou adorando teu blog e está me ajudando nas precauções para a viagem dia 17 para Amsterdam. Olha, será minha primeira viagem ao exterior com mais duas amigas. Ficaremos apenas dois dias, seria legal se entrar em contao contigo, ou ter essa possibilidade, apenas por precaução! Dia 19 iremos de Amsterdam para Nova Yourk e ficaremos 5 dias lá. Novembro é outono aí, certo!? Mais frio. É possível entrar em contato contigo quano chegarmos aí!? Eu quero conhecer o Museu Naval, O Museu da Hieneken, O parque vondelpark, fazer o passeio de barco, museu histórico e talvez o Mini Mundo, caso haja tempo.

Obrigado,

José Lândio O. Viana – Porto Alegre – RS

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Daniel Duclos outubro 22, 2012 às 13:13

Oi José. Infelizmente eu não tenho mais tempo pra marcar encontro ou contato com leitores. Embora seja algo legal de fazer, e fiz muito no começo do blog, e adoro quando calho de encontrar leitores por acaso, minha vida mudou desde essa época, e fica difícil marcar, devido aos compromissos que tenho.

Novembro é final de outono, e é frio sim. Abraço

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guilherme outubro 19, 2012 às 01:27

Sempre que eu e minha esposa viajamos, evitamos de pegar táxi. Já fomos enrolados em Milão, Pilsner (República Tcheca) e Budapeste. E quase em Roma e em Praga. A partir desses episódios, para escolhermos os hoteis, partimos do princípio que ele tem que ter acesso direto as estações de trem ou ao aeroporto.

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Felipe Ruiz outubro 10, 2012 às 03:50

Valeu Ducs
Quase caímos no golpe do Anel em frente ao Louvre, em Paris. Por sorte não tínhamos moeda…

Valeu pelas dicas

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Daniel Duclos outubro 10, 2012 às 18:19

Foi um prazer! Bom saber que no fim vocês escaparam! :) Abraço

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Cmte setembro 5, 2012 às 23:38

Daniel, parabéns pelo seu blog. Ele não tem preço.
Em Ibiza, nada; em Madri, o taxista rodou na madrugada e cobrou quase 50 Euros numa corrida de 30; em Bruxelas, nada também; em Genebra, tbm, não vi nada, somente muita carestia e muitas mulheres árabes com suas túnicas pretas e burcas; hoje (05/09/12) em Paris, o golpe do anel: não sabia; o cara me pegou na frente do Arco; juntou, me deu e saí; tirei fotos com minha esposa que nem percebeu nada e fiquei com o rabo do olho esperando, pois percebi q tinha algo errado. Quando chegou, pediu ajuda para comer. Não queria 1 Euro. Como não cedi, ficou por isso. Mais dois passos, uma mulher, de novo, no golpe – hah, cai fora! Sem falar na multidão das trambiqueiras pedindo para assinar listas. É só nem ligar e passar direto – deixa elas bodejarem.
Uma vez em Amsterdan (2010), estávamos em 6, sendo guiado por belga marido da nossa amiga; na praça perto do Madame Tussauds, uma mulher deu uma rosa para minha cunhada que aceitou e ainda se gabou. Qnd o Belga viu, mandou ela jogar fora imediatamente pois ela estava marcada para ser assaltada.
MAIS DICAS:
– digo para minha esposa: qnd vierem pedir informação, primeiro, segurar a bolsa ou colocar as mãos nas maletas e “I’m sorry, I don’t undertand you” e ponto. No Brasil, igual.
Esta dica é muito importante pois, o batedor sabe que, quando empurra vc ou lhe toca, seus sentidos vão para aquela parte tocada e a pessoa fica como dormente, não sentido o roubo com toque. Vi muito isso em SP na Av. São João.
Uma dica para acabar com o mar de bitucas de cigarros nas cidades europeias: os governos pagarem pelo kilo de bitucas juntadas nas ruas. Os moradores de rua iriam fazer a festa, e os turistas agradeceriam.

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Celso agosto 24, 2012 às 22:59

Daniel,

Muito legal o seu blog e todas as suas dicas de seguranças. Particularmente, eu me amarro na Europa e nunca tive problemas. Claro que em Paris fui abordado muitas vezes pelos jovens com as listinhas da Unicef, mas como não sou nada simpático com estranhos eu já dava foras em francês e eles saíam rapidinho da minha mira. ;-)
No Metro, eu também punha minha mochila na frente, bem como passaporte e dinheiro alto dentro da pochete dentro da cueca. Enfim, medidas de segurança simples que tenho aqui no Rio de Janeiro, cidade onde a violência é literalmente de matar. :-(
Abraços,
Celso

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Leo agosto 16, 2012 às 00:10

Prezados, estou em Lisboa e venho falar-vos após passar por duas tentativas de golpe, uma infelizmente bem sucedida. Estava em Roma, saindo do castelo de sant’angelo, seguindo a margem do Tibre quando um suposto turista supostamente perdido nos parou pois, segundo ele, nao sabia nem onde estava. Generosa e ingenuamente resolvi ajudar e enquanto ele enrolava a mim e minha esposa nos abordou um suposto policial baixinho e pançudo com uma suposta carteira da policia exigindo ver os nossos passaportes. Imediatamente percebemos o golpe e saímos apresas os para longe dos dois golpistas. Nao sei como isso poderia acabar, acho que teve o melhor desfecho possível para o “bom samaritano” aqui. Como se nao bastasse, hoje, chegando em Lisboa, o taxista deixou o taximetro de lado e nos cobrou a bagatela de 18,40 euros por uma corrida que nao valia 10. Arrumou uma tabela fajuta e disse que era o preço da “segunda coroa”. De chegada a Lisboa, cansado, um pouco desinformado e nao querendo criar um clima ruim, nao questionei o taxista, mas a recepcionista do hotel nos informou que havíamos sido enganados. Fiquem atentos!!!

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Daniel Duclos agosto 17, 2012 às 19:53

Leo, que pena o ocorrido. Valeu pelo aviso

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Núbia agosto 13, 2012 às 16:59

Adorei esse post! Moro no Rio de Janeiro e a partir de fevereiro vou começar a estudar um período em Delft. Valeu pelas dicas! Espero encontra-los ai! Sempre bom ver brasileiros ne. Obrigada.

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Daniel Duclos agosto 13, 2012 às 19:19

Oi Núbia, brigado! Legal que as dicas te ajduaram! Boa viageme bons estudos!

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guilherme agosto 10, 2012 às 17:13

Também concordo com Daniel.
A essência humana é a mesma em todos os lugares do mundo. Conheço diversos países ao redor do mundo e a essência é a mesma em todos eles. O que difere é a educação e fiscalização para que condutas tipificadas na lei não sejam cometidas e fiquem impunes.
Trabalho na Justiça daqui do Rio de Janeiro e vejo MUITOS suíços, alemães, americanos, franceses, holandeses, portugueses e etc. figurando como réus por pedofilia, tráfico de drogas internacional e etc. Portanto, para analisar qualquer povo, temos que fazê-lo a partir da essência humana e não da nacionalidade.
Desculpa-me se fui além do propósito dessa página, mas acho um injustiça que fazem com o brasileiro. Nós não somos nenhum anjo de candura, mas também não somos os vilões da história.

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Anna agosto 18, 2012 às 10:37

Concordo Guilherme,
falou tudo..

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Débora agosto 10, 2012 às 15:11

Oi Dani! Vou à Genebra todo ano pois minha irmã mora lá. Mas nunca vi e nunca fiquei sabendo deste tiozinho. É claro que ela vai me buscar no aeroporto tbm. hehe Mas os Suiços são um caso a parte, geralmente são muito honestos, educados e tal. De repente ele só quis ajudar mesmo.
Abraço

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Daniel Duclos agosto 10, 2012 às 16:27

Então, Débbora, de repente ele só quis ajudar mesmo – mas a coisa nào faz muito sentido; de onde ele tirou um cartão que dá infinitas passagens? Porque ele não pos dinheiro na máquina, ele pegou o dinheiro pra ele. Enfim.

Eu não acredito em “os [insira qualquer nacionalidade aqui] são muito honestos” como justificativa, porém. Se tem uma coisa que não existe é um país composto 100% de pessoas honestas.

Veja, é só pensar no inverso: se dizem que “os [insira nacionalidade aqui] são muito desonestos”, eu riei dizer que não acredito nisso como justificativa. Também não existe país composto de 100% de pessoas desonestas.

Uma coisa que aprendi morando quase 5 anos na Europa é que tem de tudo em toda a parte.

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Karla Larissa julho 15, 2012 às 16:47

Infelizmente, Paris tem muitos golpistas. Acredito que pela quantidade de turistas também. Em Montmartre e na Île de La Cité fomos abordados por um grupo que se diziam surdo-mudos, eles pediam insistentemente para assinar um abaixo assinado, puxando pelo braço. Em Montmartre, consegui escapar fácil, mas na Île de La Cité, quase ia assinado, quando vi que ao assinar pagava-se 20 euros!! Após, me recusar a assinar, as meninas ficaram agressivas. Depois observando e longe, vi muitos do grupo de surdo-mudos tagarelando! O outro golpe, eu e meu marido, caímos como patinhos. Estávamos tentando comprar a passagem para Eurodisney em uma das máquinas da estação de trem, sem sucesso. Quando de repente, um senhor vem nos ajudar, numa rapidez incrível. Primeiro ele nos mostrou como comprava e pediu que passássemos nosso cartão, o que não deu certo. Ai depois ele tentou no dele e nós pagávamos em dinheiro. Demos 50 euros, e ele nos devolveu 20. As passagens custavam 28 euros. Pagamos só depois que passamos pela catraca. A primeira coisa que me veio à cabeça era que a nota de 20 seria falsa. Mas não era. Fizemos à viagem e quando chegamos à estação da Disney, o bilhete não passava! Conseguimos entrar por uma entrada de emergência, mas se tivéssemos sido pegos pela fiscalização, era multa na certa. As passagens de volta, tivemos que comprar novamente. Depois disso, agora escuto minha mãe: Nunca fale com estranhos!!

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Daniel Duclos julho 16, 2012 às 10:42

É Karla, a experiência é realmente traumatizante :( Eu acho uma grande pena, não só pela grana, mas pelo gosto ruim e a desconfiança que fica — cada golpe desses deixa o mundo pior. Cê sabe que tinha o hábito de oferecer ajuda pra todo turista perdido em Amsterdam. Eu tinha tempo, conhecia a cidade, porque não? Além disso, achei o máximo quando fizeram comigo.

Ajudei muita gente assim, mas no fim parei de oferecer. Eu notava que as pessoas ficavam sempre muito tensas ao serem abordadas, mesmo que eu chegasse com um sorriso, mãos a mostra e com toda simpatia que tinha. A culpa não é minha nem da pessoa perdida, é desses imbecis que se aproveitam dos outros e criam essa tensão à toa.

Hm, pensando bem, vou propor um trato contigo: se você não se fechar pra todos os estranhos que oferecem ajuda, eu continuo ajudando as pessoas da melhor maneira que eu conseguir os turistas perdidos. Dessa forma a gente combate juntos, um pouquinho que seja, o mal que esses imbecis fazem pro mundo. Deal?

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Grace Wunsch outubro 18, 2012 às 22:39

Xiiiii, Daniel! Desculpa, mas neste ponto, nao concordo contigo! Tenho por regra básica nao aceitar qualquer abordagem de pessoas estranhas! Se precisar de ajuda, EU procuro alguém q possa me prestar informação confiável. Em oito anos de viagens, nao sofri golpe algum, gracas a deus e por estar sempre atenta! Estou adorando as dicas do blog e as participações dos leitores tb! Abraço.

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Daniel Duclos outubro 18, 2012 às 22:43

Eu entendo sua regra – mas nem todo mundo segue ela, e tem gente que eu salvei a pele quando ofereci uma saída quando estavam perdidas. Aqueles que não aceitaram, continuaram na mesma, ué.

Brigado pela companhia e um grande abraço

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lica julho 13, 2012 às 21:23

Viena, é maravilhosa!!!!!!! Não vi e nem percebi nenhum golpe, e o melhor não sofri, uma vez que sou uma boca aberta, pois fico fascinada com as fachadas dos prédios e monumentos. Em compensação em Barcelona, peguei o meliante com a mão dentro da minha bolsa, detalhe, dentro da minha bolsa só tem mapa e agasalho…. então perdeu playboy! sou brasileira! De todas as cidades que conheço da Europa a única que indico e voltaria é Viena! Muito segura!

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Danilo outubro 5, 2012 às 21:17

Pois é. Estou em Viena neste exato momento, no mesmo dia onde caímos no golpe dos policiais que pedem seus documentos, falam sobre drogas, batedores de carteira etc. Perguntam se vc tem dinheiro e pedem pra ver. Nessa hora a gente já percebe que é um golpe, mas a questão é: reagir ou não? Preferimos não reagir. Em primeiro lugar nossa integridade. O dinheiro é sofrido pra conseguir, mas é o de menos. O jeito é curtir o restante do passeio e deixar que o destino escolha o final adequado para os dois meliantes.

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Daniel Duclos outubro 5, 2012 às 22:42

Concordo, Danilo. Abraço

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allan junho 25, 2012 às 12:14

tenham cuidado com os taxistas em lisboa também, uma dica legal é sempre ter algum portugues ou alguem que conheça a cidade com voce , pois eles ja se sentem intimidados para te darem algum golpe, mas enfim o mais comum é nos aeroportos, que eles nao ligam o taximentro ou rodam com a pessoa por varios caminhos sabendo que são turistas e não sabem os caminhos da cidade.Eu fui pego quando cheguei a Portugal por um taxista que por sua vez não tinha ligado o taximetro, eu tinha percebido, mas turista sabe como é achei que era normal, nunca tinha vindo para cá e deixei passar, quando saí do taxi veio o golpe o taximetro desligaod ele cobrou o valor que queria ou seja me foi cobrado 13 euros pela viajem o que em comum ficaria entre 5 a 6 euros na região que ia ficar hospedado! Por isso prestem atenção!

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Grace Wunsch outubro 18, 2012 às 22:25

Allan, eu costumo contratar o serviço de taxi ainda no interior dos aeroportos, naqueles quiosques q geralmente estão próximos as locadoras de veículos. Vc informa o nome e endereço do hotel e paga a corrida antecipadamente, inclusive no cartão de credito. Assim, evita pagar diretamente ao taxista, eliminando quaisquer riscos, como pagar valores absurdos ou sofrer golpes de notas falsas, como comumente ocorre em Buenos Aires, nao sei se em algum Pais da Europa tb.

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Marcella junho 21, 2012 às 06:24

Poxa Natalia e Bianca, valeu!!!
Vou seguir as dicas de vocês e da galera. Muito bom achar o DUCS!

=]

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Bianca Fragata Helena junho 21, 2012 às 05:18

Marcella, cara de turista a gente sempre tem, mas não pode dar jeito de bobo… faça amigos sim, com turistas típicos e com certeza vc vai encontrar mto brasileiro por lá, até mais do q vc imagina… Evite ciganas, pedintes, brinquedinhos q despertam a curiosidade, é tudo roubada, ah e não querendo ser racista, me desculpem, mas os marroquinos na Espanha e na Itália, fica esperta. Esse ano é a sétima vez q estou indo, sempre por no mínimo 2 meses, malandragem a gente vê, mas nunca vi ninguém roubar armado, não ameaçam a sua vida, como já aconteceu comigo várias vezes em Sampa… VAI TRANQUILA!!!!

Responder

natalia junho 20, 2012 às 21:38

MArcella, só te cuida para não ficar andando com o mapa numa mão e a camera na outra, tipico de turista. Estuda bem os camnhos no hotel e se precisar olhar no mapa, faz num cantinho.
Aqui na Alemanha isso parece mais tranquilo. Só tem muitos ‘ciganas’ ‘dando’ flor e pedindo dinheiro. Bom passeio

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Marcella junho 20, 2012 às 07:50

Nossa! Fiquei bem assustada agora! Moro no litoral de SP e mesmo “acostumada” com a malandragem brasileira não imaginava isso tudo! Nunca saí do país, então me programei e fechei uma viagem pra europa. Vou dia 30 de setembro. O pior é que vou sozinha! Não vou ter uma Carla pra me salvar. ahahah
Essas dicas estão me preparando, mas fiquei bem decepcionada. Realmente temos uma ideia completamente errada sobre a Europa. Acho que se alguém parar pra falar comigo vou sair correndo.
Vou passar por aqui diariamente pra ver se tem mais dicas até lá.

Valeuuu! =]

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MaFê março 23, 2014 às 19:13

Oi, Marcela,

eu passei 12 dias em Paris, houveram tentativas do golpe do anel, do abaixo-assinado, mas é só continuar andando. Andamos pelo centro de Paris tarde da noite (23h) e nenhum incidente (é claro que estávamos prestando atenção no entorno). Em nenhum momento fomos ou nos sentimos coagidos. Bonjour,bonsoir e au revoir tornam sua estada bem mais agradável. O importante é sair um pouco do modo turista: se tiver uma atitude similar ao que você tem no seu cotidiano (isso não vale para o Daniel, que parece que vive ‘voando’, risos) já se livra de um monte de perrengues.

Estude os locais onde vai, não fica achando que tudo é difícil.
Foi minha primeira viagem fora, eu me dei super bem, melhor que o maridom viajado: foi só estudar antes, e prestar atenção na hora.

Viajar é maravilhoso, expande o pensamento, o ‘cérebro’ nunca volta ao tamanho original.

Se joga,
sucesso!

(Daniel, eu fico imaginando o que o seu vizinho teve de fazer para te soltar do banheiro… Eu também tenho o dom de ficar trancada para fora e para dentro dos lugares: sabe aquela lingueta do banheiro público que nem fecha no trinco direito? Comigo ela fecha e ainda emperra… Vivas para nossas humanidades!!)

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Bianca Fragata Helena junho 18, 2012 às 05:12

Essa de Barcelona é bem elaborada e acaba com a viagem na chegada. Estava eu na varanda do apartamento de uma amiga no bairro gótico, ao lado do museu Picasso, em frente a um hotel. O carro alugado do turista vem devagar procurando o hotel, 1 marroquino vem andando pelo lado do motorista enquanto outros 2 vem um pouco atrás do lado do passageiro. Aquele do lado do motorista fala qualquer coisa e aponta o pneu de trás, qdo o turista abre a porta para olhar, todas as travas do carro se abrem e os outros 2 abrem a porta traseira pelo lado do passageiro e retiram o q tem no banco traseiro, o casal sentado na frente nem vê e em geral a bagagem furtada é a bagagem de mão, com note, remédios, passaporte e travellers. Muita atenção pois isso é muito comum, minha amiga q mora lá disse q é quase diário. Os turistas, um casal de idosos, nem chegaram e foram para a delegacia e o pior sem os remédios q só são vendidos com prescrição.

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Daniel Duclos junho 19, 2012 às 17:47

Que horrívwl :( Valeu pelo alerta!

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marcela junho 4, 2012 às 01:48

Oi pessoal ! Acabamos de chegar de 10 dias em AMS e seguimos TODAS as dicas do seu guia. Foi super!Ah, só pegamos dois dias de tempo fechado !!Sobre os golpes, quase caímos em um:chegamos à recepçao do hotel ( hotel legal, de rede por toda a Europa) às 13h e a recepcionista (por sinal uma loura linda, sorrindo para o meu marido desorientado pelo jet leg), avisou q não havia quarto pronto na categoria q reservamos, mas q se naõ quiséssemos esperar umas 2 ou 3h, ela teria um quarto superior por mais 40 euros a diária. Fiz as contas e puxei o maridão(não, não me chamo Carla) para um passeio pela cidade. Depois, ao longo dos dias, vimos outros recepcionistas jogando o mesmo papo furado em cima de turistas com cara de cansados. Bom, o nosso quarto já era o superior…

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Maria Aparecida maio 31, 2012 às 00:24

Olá,
Vou pela primeira vez viajar para a Europa, e um dos passeios é ir de Amsterdam a Madurodam, não consegui informações se tem trem ou onibus para chegar lá, você poderia me dar esta informação?
Muito obrigada

Responder

Daniel Duclos maio 31, 2012 às 00:46
Giovana maio 25, 2012 às 01:23

BOa noite galera. Estive em Milao… e no DUomo foi exatamente assim. Enquanto vc se delicia com a imagem o pessoal te cerca com milho e pombos. E é chato demais ficar dizendo no, no! A cada 5 min. Vc precisa icar desviando dos caras, dos pombos … Pra poder tirar uma boa foto. Mas eles costumam ficar bem nas saidas dos metros e um pouco mais longe do que bem perto da igreja pra justamente “pegar” os boquiabertos! Valeu….

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Evangelo maio 15, 2012 às 20:20

Ducs, numa única caminhada em Paris fui abordado 4 vezes! com o golpe do anel. Na primeira vez, depois de ouvir o cidadão e não dar nada pra ele, ele tomou o anel e saiu me xingando. Nas outras vezes, eu ria e continuava sem parar.

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Natalia maio 3, 2012 às 16:56

Oi!
Primeiro o blablabla de adoro teu site. Tá me ajudando muito a organizar minha ida a Amsterdã, no proximo findi , uhul

Segundo, os golpes:

Bah galera, esse golpe do anel é mais velho que andar pra frente, lá na minha cidade do interior do RS, Pelotas (olha do google, é interior mesmo) minha mãe tem uma banquinha de camelo e vende essas quinquilharias, e tinha um senhor que no minimo uma vez por semana ia lá comprar uma caixa com 12 ‘alianças’ para aplicar o golpe, isso há uns dez anos atras. Talvez ele tenha juntado dinheiro e ido pra Paris.

Outro, as colegas do meu esposo foram roubadas (não sei onde Paris – Roma – Berlim) por uma ‘cigana’ que se aproxima e diz q não quer dinheiro, ela oferece uma moeda dela e só quer uma moeda do turista, no caso de real. “é uma simpatia pra sorte” desse papinho vai papinho vem, pessoas deslumbradas com a carteira aberta ela rouba o que der.

Era isso, abraços

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fatima abril 25, 2012 às 19:46

Bem, eu e meu filho estavamos viajando de Londres para Paris no TGV,e chegando a Paris formos pegar o metro. Enquanto estavamos olhando a mapa de metro para nos localizarmos, um garoto chegou e peguntou se precisavamos de ajuda, dissemos que não. Fomos até a máquina que vende os tickets e havia um rapaz na nossa frente que “comprou” seu ticket e ficou por ali, enquanto tentavamos comprar os nossos, porém não estavamos conseguindo. Ele disse então que poderia comprar para o nós os tickets valido para 1 dia por 23 euros, pois este era o preço. Enquanto ele digitava na máquina, tudo certinho, em algum momento pediu para que não olhassemos pois ele iria digitar a senha, ok. Pagamos e entrarmos no metro.
Na volta, SURPRESA, os tickets era somente para ida. Isso que dá não saber a lingua local.

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LUCIANA abril 14, 2012 às 14:45

Ducs, parabéns pelo site!!! Estou indo para a Holanda e me deliciando com seus artigos. Sobre o tema golpes, há aqui em Madri dois parecidos. 1) Uma cigana oferece”gratuitamente” um raminho de flores. Depois pede uma contribuição e se vc der uns cents, ela reclama! Esse foi no Parque do Retiro. 2) O outro eu não sei se é golpe mesmo, mas parece: uma pessoa aparentemente muda se aproxima com uma prancheta, pedindo sua assinatura pra não sei o quê e uma contribuição, só que na lista as contribuições são de 15 euros pra cima! :-O . Esse eu vi também em Berlim, mas como já tava mais esperta eu nem parei – no primeiro ainda parei…acho que preciso de uma Carla ao meu lado também! Rsrsrsrsr. Um abraço

Responder

Junior abril 14, 2012 às 03:19

Bem estava eu ano passado em Paris pela segunda vez , mas agora a trabalho e havia estado em ferias a poucos meses por lá com minha familia . Estavamos eu e meu chefe no metro na linha verde Pigalli quando em uma estação entra 04 meninas espanholas empurrando quem estava na porta e na mao grande abriram a bolsa da esposa do meu chefe furtando o passaporte e alguns Euros . Nossa sorte foi quando um passageiro frances gritou Pic Pocket q

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Cléris fevereiro 16, 2012 às 21:25

Paris…pra variar…

minha sogra foi abordada por uma menina de uns 17, 18 anos, meia desarrumada, mas não chegava a ser mal encarada e puxa papo apontando para o mapinha de estações dentro do metrô. Minha gentil e solicita sogra, naquele metro apertado, teve, em questões de segundos a bolsa aberta pela comparsa, e a carteira roubada. A sogra nem viu…aliás, ninguém viu.

Quando descemos na estação, a fiscal mencionou que aquelas meninas eram “pick pocktes” (nisso já tinham desaparecido). E la foi a sogra abrir a bolsa e perceber que a carteira tinha sido roubada. O segredo delas para consemguir abrir a bolsa, pelo que entendemos foi dar uma trombada.., quando entraram no vagão…daí foi só distrair e pagar.

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Simone fevereiro 15, 2012 às 17:44

Oi, Duc!

Em janeiro de 2012 fiquei com minha prima algumas horas em Amsterdam aguardando um voo para Tel-Aviv.

Olhei para ela e disse:

– Claro que não vamos ficar 10 horas presas neste aeroporto!

O dia estava nublado (novidade em Amsterdam…), a temperatura acima de zero (incríveis 9ºC – o maior calor para vcs – mas para duas cariocas que vivem no verão sem fim nordestino…imaginem).

– Beleza, vamos embora pegar o trem para a Estação Central!

Primeiro fomos ao Centro de Informações, compramos o mapa e as passagens e rumamos para a plataforma. A moça na informação disse:

– Não esqueçam de validar a passagem na máquina amarela.

Atrás da máquina amarela. Cadê este negócio? Perguntei para um, para outro, descemos até a plataforma do trem (nada de caixa amarela por lá). Subimos as escadas novamente e estava ela…tão pequena e desprezível caixa amarela perto da escada rolante. Dãaa. Validamos as passagens.

Pegamos o trem para a Central Station. No trem não havia a tão comum placa com a “linha de estações”. Putz…só uma voz em holandês. Deu pânico! O trem parou em uma estação e eu disse para minha prima:

– Será que tem que fazer conexão? Acho que deveríamos descer aqui, sei lá.

Mas continuamos no trem.

Na próxima estação, meu sexto sentido me impulsionou a sair do trem e trocar a plataforma (e olha que estava escrito que o bendito trem ía para a Central – confirmado por passageiros também). Já estávamos em uma área periférica da cidade e esquisita. Até que uma senhora velhinha surgiu e eu perguntei:

– Onde eu pego o trem para a Central Station?

– É o trem que eu vou pegar.

Fomos naquela imaginando que a senhorinha era um anjo salvador – e não é que foi mesmo?

– Grudamos nela e….estações depois! Chegamos na Central!

– O dia está tão nublado, mas os canais de Amsterdam são tão lindos!!! Suspirei.

Fomos fazer o passeio de barco. Fotos e contemplação da paisagem, até que o tempo fechou de vez e só tínhamos um micro guarda-chuva e uma tempestade para enfrentar.

Putz!Acabou o passeio. Enfiei meu cabelo na touca que eu estava usando (devo ter ficado com a maior cara de trombadinha, mas para salvar o cabelo pranchado, vale tudo) e não nos restou outra opção fora voltar para a estação de trem – Central. Correria.

Pena que o passeio acabou! Tinha anotado do seu site uns endereços de restaurantes legais para almoçar, mas tive de me contentar com o Burguer King mesmo da Central Station! Voltamos para o Aeroporto.

Novamente ao balcão de informações: Qual era a plataforma do trem para Schipol? O cara explicou e fomos nós! Quando estávamos subindo a escadaria para a plataforma, uma moça parou um cara “com cara de marroquino” – para dizer a verdade, fora os turistas do barco, os canais e os prédios, pensei que havia desembarcado para lá de Marrakesh – e disse em holandês (eu não sei nem o “ó” redondo neste idioma, mas há situações que vc não precisa entender língua nenhuma):

– Vc acabou de furtar meu celular!

Sim era um “batedor de carteira”!

Pânico!

-Vamos embora desta “Central do Brasil”…sinistro!

Chegamos à plataforma do trem e ele estava lá parado. Perguntei para um, sei lá…outro marroquino-holandês? Se era o trem para Schipol (a velha mania de confirmar). O cara respondeu:

– No.

– Não! Mas seguimos toda a informação certo! Estávamos no local que o cara do balcão de informações disse!

Repentinamente…malas. Disse a minha prima:

– Atrás das malas!

E entramos no trem.

– Só para confirmar, perguntei para um cara cheio de malas:

– Este trem vai para Schipol?

– Sim.

Ufa. O trem partiu e o carinha (o que eu perguntei se era o trem para o aeroporto) atendeu o celular e ficou, blá, blá, blá. Entra e sai de pessoas pelo vagão (que era o último e estava quase vazio). Até que o cara do celular gritou:

– Minha mala!

Minha mala? Olhei para a minha prima. O que tinha acontecido?

– Até que uma moça (sentada de frente a ele) disse:

– Um cara pegou a mala, mas não pensava que era sua! Duplo Dãaaa!

O cara entrou em desespero! Não chorou, mas as lágrimas quase caíram. Acho que a vida dele estava na maleta. Passagens, dinheiro, passaporte…

Mas, como foi isto?

– Minha prima respondeu:

– Um daqueles caras que passou por aqui pegou a mala “na maior” e desceu na estação quando parou!

– Voltamos ao Aeroporto. Ainda faltavam algumas muitas horas para o voo para Tel Aviv, mas o que fazer debaixo daquela chuva toda? Talvez se afogar!

Vimos todas as vitrines do Duty Free, até que cansamos e fomos procurar nosso portão de embarque. Foi emoção demais para um dia só e ainda tínhamos um voo para um destino relativamente estressante.

Cantando a música dos Smurfs chegamos no “nosso” portão. Estávamos quase dormindo nas cadeiras até que uma menina gritou:

– Mouse!

– Eu ouvi direito? Sim! Também há ratos no limpíssimo aeroporto de Schipol!

Esta foi minha aventura em Amsterdam.

Escrevi demais!

Obrigada pelas dicas da cidade. E, talvez eu apareça outra vez por aí!

Simone.

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Renan Fernandes fevereiro 14, 2012 às 19:31

Daniel, párabens pelo site! Estou de viagem marcada para Amsterdam e acabei descobrindo seu site!

Em relação aos golpes, estive em Barcelona a duas semanas atrás, e cai no golpe da assinatura, em frente a Sagrada Família. Não bateram minha carteira, pois não uso carteira, sempre levo meus pertences em um bolso seguro na jaqueta. Porem, logo depois que assinei e fui persuadido a “doar” alguns euros para uma causa nobre, passou um trabalhador local apenas fazendo aquele famoso gesto de que a mulher tinha acabado de passar a mão grande em mim!

Quando li você contando sobre o golpe ri muito, pois é exatamente isso que acontece.

Dica: sempre que chegarem com um papel e caneta pra você, afasta-se o mais rápido possível!

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Simone janeiro 11, 2012 às 14:49

Passamos por esse golpe da cigana em Berlim, e mesmo a gente tendo respondido que não falava inglês e se fazendo de bobo ela persistiu um monte, tentou em outros idiomas e depois seguiu no inglês mostrando foto de uma menininha que era sua filha, que precisava de ajuda e etc… A gente que não tá acostumado a ver muitos pedintes na Europa até fica em dúvida e se sensibiliza, mas como brasileiros desconfiados que somos, preferimos ignorar e não abrir a carteira perto dela… Até porque achamos que era falso mesmo. Foi nos jardins em frente a Catedral.

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Alan Marra janeiro 10, 2012 às 13:23

Tentaram nos aplicar a mutreta do anel em Paris, mas nos safamos… Percebemos muitos, mas muito falsos turistas no entorno da Torre Eiffel, esperando um “mole”.

O que percebemos em AMS, na região que nos hospedamos, Westerlandgraatch (acho que é assim que se escreve): várias pessoas que ficavam num abrigo/hostel para desamparados/desalojados/desempregados pedindo esmolas. Fomos abordados 2x por pessoas que percebiam nosso náipe de turista carioca e vinham com a conversa mole que precisavam pagar para dormir… Só que no dia anterior, vi um desses “pedintes” doidão devido aos baseados… Assim é fácil viver. Abc e valeu pelas dicas do blog.

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guilherme novembro 30, 2011 às 13:50

Acabei de lembrar de mais uma.
Saindo da estação de trem de Roma há sempre uma fila para esperar os taxistas da “comunidade” (é o termo que eles usam). Enquanto os táxis não chegam, há sempre alguns taxistas, que não fazem parte dessa comunidade, percorrendo a fila tentando angariar passageiros por um preço para lá de “especial”, sem, contudo, precisar esperar na fila. Um desses nos abordou. Perguntou para onde iríamos. Quando disse, foi logo pegando nossas malas. Foi quando o impedi e perguntei o preço. PARA A GENTE, ele faria um preço camarada de 30 euros. Como achei caro, fiz uma proposta de 20. Ele se recusou.
Pois bem. Pegamos o táxi da “comunidade” e para o mesmo trajeto que o cidadão nos cobrou 30 euros, paguei 11!!! Portanto, cuidado com esses “serviços especiais” oferecidos.

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Daniel Duclos dezembro 23, 2011 às 02:51

Valeu a dica Guilherme!

Responder

Junior abril 14, 2012 às 03:29

Daniel alem dessa dica tem mais armadilhas para turista lá em Roma , acho que vou em Agosto e não usa serviços de pacote turístico gosto de aventurar pelas cidades .

Responder

Bianca Fragata Helena junho 18, 2012 às 04:57

Essa do táxi não é só em Roma, em Nápoli também. Em Roma estava na estação termini com muitas malas. Uma mulher bem vestida veio me ajudar a colocá-las dentro do trem e depois veio a cobrança de 10 euros pelo “favor”… dei 2 e ela se mandou, pois o trem não demora a sair, se vc demora pra pegar o dinheiro, eles não esperam.

Responder

ana novembro 30, 2011 às 02:09

Quando fui a Amsterdan em julho de 2012, o “homem do anel” tentou me dar este golpe. Felizmente meu marido me salvou, como sua Carla.
Adoro seu blog e, como também gosto de viajar, estou sempre acessando-o, (mesmo que não vá viajar no momento). Lendo-o tenho a sensação de estar viajando. Obrigada palas dicas. Abr. a vocês.

Responder

Daniel Duclos dezembro 23, 2011 às 02:47

Ufa Ana, ainda bem que deu tudo certo! :) Muito obrigado pela sua companhia e é uma honra levá-la pra viajar nos meus relatos! Um abração

Responder

Angelica novembro 29, 2011 às 17:44

Dani, vc sempre com excelentes informações. Olha a única infeliz passagem do tipo q tive foi por culpa total minha e em Amsterdam na passagem de ano de 2001//2002 e troca de moedas de Florins para Euros. Eu não tinha pego dinheiro anteriormente no caixa eletronico e fui fazer pós meia-noite. Acontece q a maquina do caixa eletronico ficou com meu cartão do banco e eu totalmente sem dinheiro e sózinha na frente do Dam.; Peguei um taxi pra casa e o taxista estava acompanhado de uma mulher (disse ser sua esposa). Não achei muito normal mas estava muito frio, nevando muito e eu queria ir pra casa pois ja passava da 1 da manhã. Expliquei a ele o ocorrido e pedi para q me levasse em casa e assim eu pegaria dinheiro e pagaria a corrida. Na minha santa burrice/ignorancia ou seja lá o q for e tb não encontrando ninguém em casa entreguei um relógio de pulso q havia comprado naquela semana e dei em garantia meu lindo relógio para q o taxista no dia seguinte viesse buscar a grana do taxi e me devolvesse o relógio. Até hj eu estou aguardando a devolução. De todas em todas as viagens q fiz, lembro-me das ciganas em Berlin mas os fatos de Paris ou Milão não percebi. Adorei as dicas, ficarão apra a proxima viagem. Beijinhos na Carla, bêbê e vc.

Responder

Maria novembro 23, 2011 às 03:06

Que “massa”! Amei!! O golpe do anel em Paris meu filho Renan e eu tivemos a oportunidade de conhecer em Janeiro/2011, porém, não caímos, Many thanks God!!
Descobrir esse blog agora foi muito bom para mim. Obrigada! Parabéns pela iniciativa!
Grande aabraço,
Maria

Responder

Márcia novembro 7, 2011 às 05:00

Hã! Minha amiga acabou caindo nesse golpe do anel, na saída do Jardin des Tuileries! Detalhe que na entrada do jardim eu mesma encontrei um, em cima do muro ao lado da placa, daí achamos uma “coincidencia” incrível quando uma senhora encontrou outro igualzinho na saída, e, obviamente ofereceu pra minha amiga, em troca de uns poucos euros! kkkkkkkkkkkk

Responder

SANDRA CUNHA novembro 7, 2011 às 03:46

Caaara …

Muito Legal, divertido e de grande importância suas dicas e comentários.

Confesso que dei boas risadas principalmente coma história do indiano…rs

Estarei mais atenta depois dessa minha “passada” por aqui.

Valeu!

Grande abraço!

P.S. – Parabéns por ter a Carla a seu lado !

Responder

guilherme novembro 5, 2011 às 17:38

Olá Daniel.
Tem o truque do cartão de crédito também. ATENÇÃO ao ir em lugares onde a moeda aceita o euro, mas não tem o euro como sua moeda oficial.
Eu e minha esposa estávamos em Praga quando decidimos almoçar. Entramos no restaurante e perguntamos se aceitavam cartão. Disseram que não. Só aceitavam a moeda local (koroas tchecas) e euro. Aí é que tem que prestar atenção. Pois, ao converter a moeda, eles fazem o câmbio que quiserem. No nosso caso, 1 euro estava variando entre 24, 25 koroas tchecas. Neste restaurante, cobraram 21. Quando reclamei, disseram para eu ir à casa de câmbio ao lado. Para minha surpresa, eles TAMBÉM estavam cobrando 21. Ou seja, entraram num acordo. Nós brasileiros temos a mania de achar que só nós aproveitamos dos turitas, mas é o mais puro engano.

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Daniel Duclos novembro 29, 2011 às 17:11

Opa Guilherme, valeu a dica! Turista é alvo em todo lugar, por isso é legal que o pessoal esteja compartilhando aqui nos comentários os alertas

Responder

Melissa junho 26, 2012 às 04:56

mas em Praga tem que tomar cuidado mesmo!!! eles aplicam mesmo goles e poucas casas de cambio sao confiaveis!! troquei meu dinheiro no aeroporto, agora em junho e paguei 25 checos tb e em varios locais eles cobravam menos….

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Luiza agosto 7, 2012 às 23:35

Estive em Praga ano passado e fui alertada por umas brasileiras super legais que vivem lá: eles tinham trocado as cédulas e as antigas já não eram mais aceitas pelo comércio. O alerta foi para ter cuidado com os taxistas e outros comerciantes, pois eles sempre tentavam passar as notas antigas (que já não valiam mais) para os turistas…as notas são bem parecidas, mas tem alguns detalhes diferentes. Vale ficar atento!

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guilherme agosto 8, 2012 às 00:13

Taxista é taxista em qualquer lugar do mundo. Em Pilsen, na República Tcheca, o taxista ficou dando voltas com a gente pela cidade para chegar até a Cervejaria da Pilsen, onde fomos. Ele nos cobrou “on the clock” 180 koroas tchecas. Na volta para a rodoviária, o taxista honesto nos cobrou 80 koroas tchecas!!!!! Mas já aconteceu em Budapeste, Milão e em Nova Iorque.

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MaFê março 23, 2014 às 19:25

gente,
eu não conheço casa de câmbio que troque outra moeda pela moeda do país ou região no meio da viagem sem enfiar várias facas: se for trocar real por euro na França, a facada vai ser maior do que trocar real por euro no Brasil. É a ‘última fronteira’, e você vai pagar caro.

Por isso planejar a viagem, ter uma grana extra e ter o plano B, C, …, Z é bacana e evita dores de cabeça.

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eliana possati setembro 22, 2011 às 02:14

Pelo visto o golpe do anel é manjado na Europa. Tentaram me aplicar em Nice. Mas, brasileiro já vive esperto!!!

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Rafael Silveira setembro 16, 2011 às 19:46

Recém tinha chegado em Paris, e lá veio o espertão aplicar o golpe do anel, em frente ao Arco do Triunfo. Como já tinha lido a dica aqui, fiz de conta que não era comigo.

Parabéns pelo blog, foi a base do meu roteiro de Amsterdam.

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Luis agosto 18, 2011 às 04:09

Estive em Paris em setembro de 2008 e um pilantra tentou aplicar o golpe do anel em minha esposa enquanto eu tirava fotos próximo ao Arco do Triunfo. Felizmente ela “driblou” o meliante e se mandou pro meu lado.
Em Roma, observamos uns malandros tentando pegar as pessoas com o golpe da fitinha nas escadarias da Praça da Espanha.

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Cheyne agosto 12, 2011 às 21:28

Quando fui à Paris, na Sacre Couer, vi os caras das fitinhas, mas nenhum veio pra cima de mim ou da minha esposa…Não sei se foi por causa dos meus 47cm de bíceps ou pela minha cara de liso…hehehe

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Roberta agosto 9, 2011 às 22:10

Esse do anel já tentaram fazer comigo em São Paulo mesmo… acho q o cara não gostou, pq dei uma de boba e respondi que não ia comprar o anel, que não era justo tirar vantagem dele assim, já q foi ele quem o encontrou… =oP

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Sandro agosto 9, 2011 às 22:04

Olá Ducs!

Antes de mais nada quero parabenizá-lo pelo blog. É excelente e tem me ajudado muito no planejamento de minha viagem. Vou fazer um mochilão pela Europa em Outubro e vou passar por Paris, Bruxelas, Amsterdam, Berlin…e agora fiquei assustado com o que vc postou e com o comments.
Como vou viajar sozinho vou ter que ter atenção em dobro! O pior é que já fui pro México, Peru, Bolívia, Chile, Argentina e nunca fui abordado ou tentaram me aplicar algum golpe…antes de ler este post imaginava que as coisas na Europa eram mais tranquilas, mas já vi que não! abs

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Consuelo julho 22, 2011 às 20:20

Olá. Muito bom esse blog, viu? Estou colhendo muita informação para uma viagem que farei em janeiro. É, tem que ser janeiro mesmo, porque meu marido é professor. Então, queria uma dica sobre lojas boas e baratas pra comprar um casaco e uma bota funcionais, quentes e, se possível, bonitos também assim que eu chegar em Amsterdam, que será minha primeira parada.

Responder

Célia (@regina26) julho 17, 2011 às 16:23

Fomos em maio último para Paris, e o golpe do anel continua rolando solto. Na Sacre Couer, fica o pessoal da fitinha, e um outro pessoal com uma prancheta, se fingindo de surdo mudo pedindo ajuda. Também vimos esse pessoal na cidade de Amboise, no Vale do Loire. No dia em que fomos na Sacre Couer, a polícia chegou logo depois, coibindo a ação desse pessoal. Vale à pena tomar cuidado mesmo.
Abraço, e parabéns pelo sucesso do blog e do guia!

Responder

Daniel Duclos julho 20, 2011 às 17:42

Oi Célia, bom saber, pra ficar de olho.

Brigado, um beijo

Responder

Gabriel julho 16, 2011 às 20:56

Olá Ducs!
Primeiramente, parabéns pelo site. Tenho o utilizado muito nesses últimos tempos.
Existem outros famosos golpes por várias cidades não europa que não foram especificados nessa página.
Tendo em vista isso vou falar para vocês os que eu presenciei.
Fui para Roma nesse ano. Na volta, quando fui para estação Termini para pegar o trem para o aeroporto vi uma cena estranha. Eram 2 mulheres que ficavam ajudando as pessoas(turistas) a retirar a mala ou colocá-la no trem, o degrau é muito alto dos trens italianos (saudades dos trens holandeses haha). Estranhei muito isso e, desconfiado, não deixer a mulher tocar na minha mala. Depois, já dentro do trem, vejo as duas mulheres andarem por lá pedindo dinheiro.
Isso não soa como um golpe, mas é bom ficar esperto pois essas mulheres são muito rápidas para bater carteira ou qualquer objeto de valor das malas. Então fiquem espertos!!
Outra coisa que eu vi, dessa vez foi em Barcelona, foram as ciganas lá. Elas tem um modo bem peculiar de te chamar a atenção. Funciona assim: ela vem com um gravetinho ou plantinha na mão como se fosse dar para você isso. So que não é bem assim, isso é somente um motivo para elas puxarem a sua mão e lê-la. Depois disso vão ficar te enchendo o saco atrás de dinheiro.
Outra coisa, em Roma, cuidado com a linha de onibus que faz o trajeto termini-vaticano, acho que o número é 64, está cheia de batedores de carteira!
Graças a Deus e ao meu senso de paulistano desesperado e desconfiado de todos, não cai em nenhum desses golpes. Por enquanto… hahah
Gabriel

Responder

Daniel Duclos julho 20, 2011 às 17:42

Fala Gabriel, velu pelas dicas! Abraço!

Responder

Bemwell julho 13, 2011 às 06:17

Dani, parabéns pelo blog. A sua escrita é fácil de ler, é interessante, quando a gente vê, já era – o post já acabou! Ahhhhh :-( hehehe
Obrigada pelos toques. Eu e mais dois colegas estamos indo para Europa “turistar”, e todas as dicas são muito benvindas! E, sério, vc e a Carla já pensaram em abrir uma agência de passeios para turistas brasileiros? Ia fazer o maior sucesso! rsrs
Um grande abraço!

Responder

Kesley julho 10, 2011 às 22:22

Fui pego pelo golpe do anel perto do Arco do Triunfo, perdi cinco euros, dei não pelo anel que até quis devolver para o senhor com cara de coitado, mas por dó, só que quando ele achou pouco e quis mais, eu desconfiei, virei as costas e sai andando. Pelo menos serviu para ficar mais esperto.

Responder

Maira junho 25, 2011 às 01:53

Acho que caí em um golpe em Buenos Aires. Até hoje não sei direito. Se alguém souber me avisa. Pegamos um táxi, meu marido e eu, e de repente o celular do taxista toca e ele fica desconsolado falando da filha que está no hospital, doente, e que terá que ir correndo, mas não tem dinheiro para o remédio , que é muito caro. Fiquei impressionada, pois era um senhorzinho e ele chorou e tudo o mais. Depois me senti uma idiota, mas fiquei com a sensação de “será?”

Responder

Daniel Duclos junho 25, 2011 às 03:04

OI Maira… infelizmente os taxis de BA tem uma fama de aplicar golpes sim. Dá uma procurada no google por Buenos Aires Taxi Scams. Não tenho como saber se esse em particular foi golpe, mas se quer saber, não deve se sentir mal caso seja. Você agiu de bom coração e respondeu ao apelo de uma pessoa em necessidade. Se o cara estava mentindo, que se dane ele—quem deveria se sentir mal é ele, não você. Você fez o certo. Triste é o mundo em que a gente não ajuda o próximo por medo de ser enganado.

Responder

Larissa junho 18, 2011 às 16:14

Já vi TODOS esses golpes de Paris. Mas faltou um importante: o das surdas-mudas! Elas vem batendo no se braço e te mostram um papel de doações (20 euros, 10 euros, de pessoas de outros países que já ajudaram). E quando você manda um “oui?” ou “quoi?” ela mostra no papel que é surda-muda.
Então você consegue de desvencilhar da garota e adivinha? Ela volta pro grupo dela (que geralmente está a uns 20 metros, esperando) FALANDO (provavelmente te xingando!). NENHUMA delas é surda-muda, pelamor. Já vi umas 15 vezes em Paris, nos principais pontos. Não doem pras surdas-mudas! E tentem falar “Je vais appeller la police” e vejam se elas não saem correndo :P

E as ciganas do “Do you speak English” também estão em Paris :)

No mais, parabéns pelo blog, tô indo pra Amsterdam agora e ‘meio que’ imprimi todas as informações. ahhaa
Abraço.

Responder

Mauricio maio 17, 2011 às 00:29

Li bastante o site antes de viajar, no momento estou em Roma, mas semana passada estava em Paris (antes disso, Amstedam).

Fui a Sacre Coeur mais ou menos as 14:00h e fiquei bem ligado em tudo. O movimento não estava muito intenso e foi um dos poucos lugares que vi policiamento: viatura e policiais andando pela praça.
Só vi um cara tentar empurrar uma fitinha para um turista, mas sem maior estresse. Subi pelo elevadorzinho, de qualquer modo, com minha namorada e foi tudo tranquilo.

Vi muito pelas ruas gente com flores, dando para os casais para depois pedir dinheiro. Nada que um “não, obrigado” não resolvesse.

um abraço

Responder

Elvira maio 16, 2011 às 05:06

Oi Daniel, adorei seu blog, passei por aqui procurando dicas para minha filha que aos 20 anos fará o primeiro mochilão e pro meu desespero serão 58 dias na europa com data de chegada e partida, e só tudo ainda por planejar e falta só um mês. Será que vc me empresta a Carla pra cuidar dela (rrss…). Lendo suas dicas lembrei do que me aconteceu em Barcelona, no Bairro Gótico, uma menina com não mais que 15, 16 anos me abordou com um papelão, encostou na minha barriga e pediu que eu colocasse algum dinheiro ali, recusei, e afastei o papelão quando vi que ela tentava tirar meu passaporte da bolsa por baixo do tal papelão, gritei para ela se afastar, ela saiu mas durante toda a visita ao bairro vi a menina por ali tentando com outros desavisados. Como vou ficar tranquila com minha filha por aí sem a Carla???? Abçs

Responder

Daniel Duclos maio 16, 2011 às 21:57

Oi Elvira

Acho que será uma experiência fantástica pra sua filha. Ela irá ver e viver e aprender muitas coisas. É claro que uma aventura não é isenta de riscos, então entendo que seu coração esteja apertado. Mas crescer é assumir riscos — e aprender com isso. Ela não precisa de uma Carla… ela *será* uma Carla, e essa viagem certamente será parte dessa formação. Um dia, o marido dela agradecerá.

Desejo uma excelente viagem pra ela e deixo pra você um grande abraço.

Responder

Carol maio 17, 2011 às 15:02

Olá Daniel, sou a filha da Elvira. Que me indicou seu blog, e devo dizer que ele é fantástico e tenho certeza que as dicas me ajudarão na viagem. Espero não cair em nenhuma dessas ou outras armadilhas, ficarei de olhos bem abertos e bolsas apertadas. Parabéns pelo blog, e que Carla fique sempre de olho em você (: Abraços

Responder

Rodrigo maio 8, 2011 às 00:09

Fala Daniduc
Belas e UTEIS dicas

Estava eu, 8:40 da manha descendo as escadarias da Sacre Coeur quando um sujeito surge do naDa oferecendo a tal fitinha…
Minha namorada prontamente disse: No, Thanks!, quando o sujeito pegou no meu braco e ficou empurrando a fitinha pra cima de mim.
Eu com seu comentario na cabeca, sacudi o braco e respondi um rispido: DON’T YOU FUCKING TOUCH ME!!!
E continuei descendo.
O cara nao nos abordou mais…

Continuem o otimo trabalho!!

Abracos

Rodrigo

Responder

Daniel Duclos maio 16, 2011 às 01:55

Issaí, Rodrigo! Garanto que o seu FUCKING foi mais efetivo do que o meu “sir” hehehe! Abração!

Responder

Luiz Gustavo abril 26, 2011 às 21:43

Outro golpe em Paris no metro é o pick pocket em grupos que te aborda e te assaltam literalmente, isso num angulo do metro sem cameras.

Entrando na estação do Arco do Trinfo (eu e mais 2 pessoas) 4 ou 5 sujeitos bem arrumados começaram a nos seguir e um deles esbarrou em mim, sendo que havia local de passagem. Eu como nao sou bobo segui segurando a mochila na frente e ele nao conseguiu pegar nada.

Continuaram nos seguindo varios minuto e em começamos a bolar um plano em portugues. “Bom, aqui é tudo filmado. Esse franceses arrumadinhos metidos a trombadinhas com cara de mané estao muito folgados. Se um deles avançar na gente a gente cobre eles de cacete e deixa a confusão pra policia ver nos videos”. Eles nao entendiam nada em portugues mesmo.

Aí chegamos nas catracas com encontro do RER, eram várias 10 catracas para linhas diferentes, duas a duas. Fomos andando e combinando de cada um de nés colocar o ticket em uma catraca de linha diferente sem soltar o bilhete. Eles foram passando na linha adjacente às nossas sem entender, pulando as catracas para entrar com a gente no metro. Assim que todos passaram a gente puxou o bilhete e entramos e outra linhas, Bye bye monsier mané, com direito a tchauzinho e dedos nos olhos “estamos filmando voces seus manés pseudo trombadinhas”.

Responder

Luiz Gustavo abril 26, 2011 às 21:25

Em Roma, no Aeroporto Internacional Da Vinci, também conhecido como Fiumicino, tome cuidado com os pick pockets que te abordam da seguinte forma:

Um “meliante” anda com um frasco tipo desodorante com farinha e agua escondido. Joga isso na sua calça, mochila, blusa e fala que o teto precisava de reformas e está pingando (quando fui o teto realmente pingava e estava descascando). Quando voce vai ao banheiro se limpar eles te segue e tentam segurar suas coisa e te abordar. Nossa sorte foi que desconfiamos na hora e éramos 3 pessoas, 2 homens e 1 mulher. 2 montaram campana na entrada do banheiro e nao deixou nenhum deles entrar. Eles ficaram putos de raiva, reclamando, enquanto um deles falava com um quarto com celular na escadaria de saida do terminal, pronto pra bater sua carteira ou te intimidar. Nada que uma cara feia ou estado alterado e voz alta nao resolvam. Na verdade nao vao te encostar pois o terminal é filmado e eles tem medo de violencia, pois nao estao armados.

Responder

Adriana abril 26, 2011 às 21:18

Nossa, muito bom o site! Estou impressionada com a quantidade de informações e detalhes tem aqui… estou planejando uma viagem pra Europa e estou lendo e aproveitando todos os artigos! Peguei muitas dicas sobre Amsterdam (com certeza vou no Vondelpark depois de ler e ver as fotos do seu artigo) e sobre os golpes em turistas. Muito obrigada! Está sendo de grande ajuda!!!
Drica

Responder

Graciela abril 23, 2011 às 17:40

Adorei o blog,muito bom e muito útil!
Parabens à vocês pela dedicação! E viva a internet!

Responder

Hythakar abril 14, 2011 às 22:48

Oi, Daniel; oi, Carla!

Também sou uma brasileira em Haia, entre perrengues e a praia, levando um mestrado… ;)

Mas o ponto é sobre o trote em Genebra. Para turista, o bilhete é de graça! É isso aí, transporte na faixa pelo tempo que permanecer lá, basta mostrar o tkt aéreo de ida e volta. Acho que é nessa que o vovozinho ganha…

No mais, achei por acaso o blog e estou rindo muito com os posts. Logo vou me aventurar pelas receitas de vocês. Volto para dar o feedback, blz?

Beijos e boa sorte!

Responder

Daniel Duclos abril 22, 2011 às 10:11

Oi Hythakar

Entào, a gente sabia que turista não paga o bilhete, na verdade, mas só iríamos pegar o bilhete para turista ao chegar no hotel. Ao pousarmos em Genebra não tínhamos e precisaríamos realmente pagar a viagem entre aeroporto e hotel.

Eu acredito que o senhor estava vendendo os bilhetes gratuitos a que ele tinha direito… mas vai saber? Quando descobrir ao certo eu atualizo o artigo. :)

Quer dizer que você é uma companheira de cidade :) Legal em saber!! vamos conversando!

Estou aguardando o feedback!

Valeu!

Responder

Elia Correa Lira abril 12, 2011 às 17:42

Adorei teu blog. Comecei a ler porque estou indo a Amsterdam, via Bruxelas e Brugge, e quis uma dica sobre passagem que comprei de Amsterdam para Kiel (17/05), cuja conecção é de (conferi) 15min (fiquei apavorado). Acabei lendo todo o blog, adorei e me cadastrei . As dicas são ótimos, super-bem-escrito e com raro senso de humor. Parabêns!! Ah! Dei a maior sorte para o período que aí estarei, coincidiu com os menos de 2 meses de funcionamento do Keukenhof. Estou com as entradas compradas no sit (E 21 (x 2) com “connexxion buses to Keukenhof). Services: 58, 54, 57, 89 (confio no meu senso de direção e na minha “Inacia”, ao lado, me protegendo – e as vezes brigando…)

Responder

eduardo abril 1, 2011 às 03:47

Parabéns pelas dicas! Utilíssimas!
Em Amsterdam caí no golpe de um taxista, que me cobrou 100 euros para me levar do aeroporto ao Ibis ao lado do Redlight. Na volta, pedindo um taxi pelo Ibis, a tarifa caiu para 40 euros. Pergunte o preço antes de entrar no taxi e, se possível, ligue para o hotel e se informe quanto as tarifas praticadas.
Isso foi em 2009. Estou embarcando agora em Abril para curso de 30 dias em Londres e o restante decido na hora. Amsterdam – 80% de chances!
Ahh – ao comentar o ocorrido no hotel, disseram-me para tomar cuidado com os ” brown hair”.

Responder

Daniel Duclos abril 8, 2011 às 19:24

É, real Eduardo, não foi a primeira vez que ouvi história de taxista cobrando preço super faturado. Uma grande pena :( Porém, acho meio complicado essa história de “brown hair”. Todos apagam por algum? Acho que a responsabilidade é individual, e independe da cor do cabelo.

Abraços

Responder

Juliana agosto 12, 2014 às 21:46

Comigo e meu marido o motorista de taxi era holandês, coroa e aparentemente gente boa (mostrando lugares da cidade) deu uma volta imensa para os 1,8km da Centraal para o hotel Van Onna, saiu quase 40 euros a corrida. Na volta pedimos taxi pelo hotel e saiu 17 euros e o motorista era paquistanês e super simpático.
Eu desconfiei logo que começamos a caminhar pela cidade, as distâncias não eram tão longas…

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Thiago Marcos P. Santos março 27, 2011 às 01:07

Bacana o post! Nem aqui na Finlândia se escapa da malandragem.

Uma inacreditável que escutei aqui foi de uma colega de trabalho, no saguão do hotel fazendo check-in, dois caras que estavam ao lado dela começaram a falar alto (para distraí-la). Um terceiro veio e roubou a carteira dentro da bolsa. Tudo filmado, muita ousadia. Os caras se aproveitam do fato das pessoas se sentirem mais seguras nestes locais. Quem imaginaria? Pegam apenas estrangeiros, porque quem mora na Finlândia raramente anda com dinheiro (usa só cartão).

O que acho disso tudo: não precisa ser paranoico, mas aplicar as normas básicas de segurança que todo brasileiro sabe (acho que começamos a aprender isso ao nascer) não custa nada.

Antes de ir, um “causo”: um amigo meu aqui, chinês, falou que na China tem muito ladrão que rouba a carteira, pega a grana e se dá o trabalho de colocar de volta no seu bolso. Ele disse que em alguns casos, eles roubam seu celular e colocam o chip de volta na sua bolsa/mochila/whatever. Menos mal. :)

[]’s

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Mauricio março 18, 2011 às 04:14

excelente post, informação boa reunida.

Se todos sabem desses golpes e assédios, por que não há providências do governo ou polícia? E perto de locais tão turísticos não ficam policiais?

Vou para Amsterdam, Paris, Roma, Madri em maio desse no.
Abraço,
Mauricio

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Stefanie fevereiro 21, 2011 às 19:22

Oie! Adoro seu blog, e já disse isso aqui algumas vezes. O que vim comentar agora é que fui abordada na escadaria da Basílica Sacré cour por uma mulher que queria doação para organização de surdos e mudos de Paris. Fui super mal tratada, e a mulher ainda enfiou a mão no meu bolso querendo dinheiro. Achei um absurdo sem tamanho.

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Maccrow fevereiro 21, 2011 às 03:29

Duks,

E o golpe do coco? Acho que aconteceu na Itália, alguém joga coco ou sujeira em você, vem uma pessoa te ajudar a se limpar e uma quarta te rouba as malas.

Li em algum blog por aí.

[ ]‘s

Responder

Priscilla Chamon janeiro 20, 2011 às 20:26

Dani,

Em Sevilla o perigo são as ciganas que te abordam oferecendo um “regalo’ (presente) um raminho de flor ,para depois ficarem insistindo para ler a mão o preçinho é módico 50 euros só….

Responder

Daniduc janeiro 22, 2011 às 01:33

Só isso só? Tão bueno, excelente, como tenho duas mãos são cem eur… “Vem dormir, amor, pára de responder comentário no Ducs por hoje!” *Carla surge e me salva de mais uma* :D

Brigado pelo comentário Priscilla! bjs

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Eliane Gomes abril 7, 2011 às 09:02

Atencao tbem em Granada.. as ciganas sao pentelhissimas. Locais me disseram que se o assedio for exagerado, para ameacar de chamar a policia, ou se for o caso comecar a gritar pela policia….. a area fica limpinha.
Eu mesma, deixei ela ler a minha mao e ai virei em espanho e disse que ela so falou besteira, dei cinco centavos e mandei ela catar coquinho na descida. A mulher ficou brava comesou a ameacar ai eu virei um cade a policia? Ela vazou…
Em Lisboa tbem atencao as ciganas e vendedores de drogas, la’ so’ basta dar um “vai circulando, com um olhar bravo” que te deixam em paz! Em Florenca: muita atencao a bolsa. Ha varios truques para angariar os conteudos nela contido!

Responder

Roberta Zastrow janeiro 20, 2011 às 18:28

Olá, Daniduc! (estou te chamando igual está na sua apresentação aqui do blog! rsrsr)
Gostei demais do seu texto com dicas de presepadas que se pode arranjar na Europa! É a primeira vez que visito seu blog e gostei realmente da sua forma de escrever, parece que estamos conversando diretamente com você! Um elogio sincero!
Eu nunca fui à Europa, e sou daquelas que a encaro como um verdadeiro conto de fadas! O bom do seu texto é que já me preveniu de que todo lugar tem seu perigo. Gosto desse tipo de texto e informação, afinal, tenho um blog que conta também de curiosidades que só quem ja foi pode contar, afinal, de cartoes postais podemos saber através de livros!
Está de parabéns pelo blog!
Roberta

Responder

Daniduc janeiro 22, 2011 às 01:32

Oi Roberta

Poisé, Daniduc é meu apelido desde um bom tempo, então… é issoái, Daniduc sou eu :)

Legal que curtiu o texto, fico feliz. Espero que você venha logo pra cá ver de perto a parte boa :) Obrigado pelo elogio, bjs

Responder

Mara Kuse dezembro 27, 2010 às 20:44

Olá!
Escapamos, meu marido e eu, do assédio nas escadarias da Sacre Coeur, graças às dicas do post…ao chegarmos, avistei o pessoal com as fitinhas e avisei meu marido: nem olha pros caras e passa reto, é roubada! Felizmente passamos ilesos!
Já em Paris, em frente ao L’Ópera, um cara tentou aplicar o golpe do anel de ouro…”regalo”, dizia ele…”Tô fora!”, eu respondia!
Em Bruxelas, eram as ciganas…por toda a parte, querendo ler as mãos ou coisa parecida.
Só faltou alguém oferecer o bilhete permiado!!!!
Abraço e valeu pelas dicas!
Mara Kuse

Responder

Daniduc dezembro 28, 2010 às 10:35

Oi Mara

Po, que legal que consegui ajudar você a se livrar da encrenca! O negócio é divulgar o mais possível esses golpes pra todos ficarem já ligados. Eu não conhecia o de Mont Martre e marchei direto pro meio dos tubarões e valeu um estressinho desnecessário — mas pelo menos agora posso alertar todo mundo :)

Abraço

Responder

Clecio dezembro 20, 2010 às 13:18

Valeu muito pelas dicas.

Essas pegadinhas realmente estragam a viagem.

Parabéns pelo site. Ajuda amuito !

Abs

Responder

Daniduc dezembro 21, 2010 às 03:23

Opa Clecio, de nada. Espero que você nunca precise delas :) Abraço

Responder

Marilia Araujo dezembro 1, 2010 às 18:50

Oi, Daniel! Muito bom este post! Faz tempo que não passava por aqui, mas agora, faltando menos de um mês para aportar em Amsterdam de novo, vim dar uma olhada nas novidades! Em Barcelona, nem as crianças os golpistas perdoam! Como você deve se lembrar, sempre viajo levando meu pequeno aventureiro. No final da Rambla, naquele monumento de Colombo, veio um cara vestido de palhaço se oferecer para tirar uma foto com meu filho… ah, tá!!! Fugimos na hora – tinha um monte de espertinhos em volta só esperando a gente distrair com a foto para levar carteira, máquina, talvez até o Pepê embora! Por sinal, Barcelona foi o único lugar onde me senti realmente insegura o tempo todo!!!
Será que vai ter neve em Amsterdam no Natal neste ano??? Não vejo a hora!

Responder

Diego novembro 20, 2010 às 13:59

Esses capoeiristas da Leidseplein eu encontrei quando estava por aí em abril, um camarada meu deixou 2 euros e foi trocar uma ideia com eles em português, e os caras… Mandaram ele vazar!! Depois disso, perdi todo o respeito.

Quanto aos golpes, presenciei este do anel de ouro, mas próximo ao Louvre. O cara é chato e tem lábia, então deve se dar muito bem por lá.

A do abaixo-assinado eu vi (e fui abordado) em Madri, próximo ao “bairro dos museus” (Prado/Reina Sofia/Thyssen-Bornemisza) – mas lá são as meninas da prancheta que te extorquem, mesmo.

O negócio é: você não dá bobeira no Brasil, não vai ser lá que vai se descuidar, né? :)

Responder

Daniduc novembro 20, 2010 às 14:11

Putz, Diego, aí que tá todo o ponto do artigo: é muito comum as pessoas pensarem “ah, isso só acontece no Brasil, a Europa é super rica, todos são super educados, tudo é super isso e aquilo” e vem com a guarda baixa. Justamente a galera faz isso: não dá bobeira no Brasil mas descuida por aqui. :)

Responder

Cardoso novembro 15, 2010 às 15:16

O golpe do abaixo assinado eu também vi em Paris, perto do Pompidou e do Obelisco. O das fitas no pulso também rola nos arredores da torre Eiffel. Minha dica para evitar: se alguém falar INGLÊS com você na rua em um país cuja língua oficial não é o inglês, ignore e siga andando. Quanto aos caras da Sacre Coeur, talvez funcione responder em português. Fui abordado duas vezes, e nas duas eu disse, rindo: “foi mal, irmaozinho, eu sou brasileiro, tu não vai me aplicar esse biriri” e AUTOMATICAMENTE ele respondeu, rindo muito: “eu sou de Angola” e me deixou em paz.

Responder

Daniduc novembro 15, 2010 às 21:40

Boa dica Cardoso…

Ah, uma vez em Amsterdam, tinha um grupo de capoeira se apresentadno. Eu parei pra ver, tirar umas fotos (http://www.flickr.com/photos/ducs_amsterdam/4522897829/). Um deles começou a passar a sacolinha, pentelhando todo mundo… veio e parou na minha frente e ficou, em português “vamo mano, da uma grana ae”… eu respondi em pt: “cara, eu sou brasileiro e ganho em real…” o capoeirista nem respondeu, virou e foi embora.

Responder

Aninha novembro 15, 2010 às 15:12

Eu sempre soube que turistas eram as vitimas perfeitas, pois com o deslumbre da primeira viagem ao desconhecido todos ficam distraídos, é natural.

Mas esses golpes me deixaram de cabelo em pé!

Isso merece divulgacao em massa, e depois abrem a boca para falar mal do Brasil, mas a verdade é que gente ruim e imprestável existe em qualquer parte do mundo. Até no dito primeiro mundo. Mas com bandidos poliglotas! Rsrsrsrsrsrs…

Seu blog é nota 1000 Daniel, agora com mais calma é que estou lendo os excelentes posts.

Abracos e uma semana de paz.
Aninha.
http://www.oviajantedefraldinhas.com

Responder

Daniduc novembro 15, 2010 às 21:36

Oi Aninha, brigado! Vigarista tem em toda parte mesmo… e, na verdade, eu acho essa história toda de primeiro mundo uma grande ficção. Mundo é mundo, e pessoas são pessoas…

Abraço.

Responder

gabebritto novembro 15, 2010 às 13:05

Dica que eu recebi logo que cheguei em Praga: existem mulheres (chamadas de ciganas, pelos tchecos) que se oferecem para prostituição à noite, entre a Vaclávské Námestí e a Praça da Cidade Velha. Não deixe que elas ENCOSTEM em você. Quando você perceber, terá perdido a carteira.

Falei isso para um amigo pouco antes de passarmos pela região à noite. Logo vieram as mulheres tentando nos abraçar e me mijei de rir com a reação dele, que gritou em bom português: SAAAI! SE ENCOSTAR A MÃO EM MIM EU TE ENCHO DE PORRADA!

=)

Responder

Daniduc novembro 15, 2010 às 21:30

Opa Gabriel… poisé, o Badá (que mora em Praga) comentou isso ali mais em cima. E, como ele disse, esse risco não corro… a Carla, que já me salvou de tantas ciladas, certamente não ia deixar eu cair nessa ;)

Responder

Sheila Yurgel outubro 27, 2010 às 23:35

Adorei!!!

Já faz um tempinho que não os visito- muuuuito trabalho!-, mas sempre que venho me divirto e aprendo .

Que bom que a Carla esta sempre de olho, heim?? Tb sou um pouco mais desconfiada que meu marido, ele para e ouve todo mundo. Vocês são nós ontem, me identifiquei com muitas das narrativas!!!

Um abraço!!

Responder

Daniduc outubro 29, 2010 às 02:37

Hahaha, legal Sheila! A Carla também gostou do seu comentário. Vou continuar contando nossas peripécias por aqui e sempre que o trampo der uma folha, diga um oi pra gente!

Abraços

Responder

Andressa Nóe outubro 23, 2010 às 20:16

Olá,

Estava desesperada através de informações sobre transporte entre Bruxelas-Amsterdam e me deparei com o seu blog (muito bom, por sinal). Eu e minha amiga moramos em Milão (então eu compartilho com você o sofrimento de ser um turista na Piazza Duomo, em meio aos pombos. Ahaha) e pretendemos viajar para Bruxelas em janeiro.

E claro que não poderiamos de deixar de dar uma passadinha em Amsterdam, mas não temos ideia do transporte mais barato, qual o que vale mais a pena.

Enfim, se você pudesse nos iluminar, agradeceria.

Abraços.
=)

Responder

Daniduc outubro 25, 2010 às 00:55

Você diz, entre Bruxelas e Amsterdam? Em geral o mais barato é ônibus (dá um bico na eurolines.com). Mas demora mais também a viagem. Qual vale mais a pena, depende do que você está buscando. Se é preço, ônibus é o mais barato de todos. Tempo e conforto, trem da Thalys. O trem da NS é um pouco mais lento e um pouco mais desconfortável do que o da Thalys, mas bem mais barato.

Boa viagem

Responder

Adriano outubro 23, 2010 às 14:54

Parabéns pelo blog, Daniduc!
Dia 22/12/10 desembarco em Amsterdam para férias, onde passarei por Londres, Praga, Paris e Berlim também. Estarei acompanhado por um amigo que mora em Berlim, mas é muito bom ter a informação pra, pelo menos, tentar desviar dessas ciladas. Como será a minha primeira vez na Europa, informação é sempre bom!
Abraços

Responder

Daniduc outubro 23, 2010 às 16:20

Fala Adriano! Valeu a força! Tô torcendo pra sua viagem ser só alegria! Grande abraço!

Responder

Anita outubro 21, 2010 às 16:26

Muito bom post. Pois e, a coisa mais estranha aconteceu comigo na Kalverstraat em Amsterdam mesmo. Acho que nao era golpe, era oferecimento de um servico de prostituicao. Fui agredida verbalmente em alto e bom som por ter virado a cara. O cara me chamou (gritou) de bitch e talz. Tive me entrar asap naquela livraria De Slechte. Talvez eu poste la no brogui, talvez nao. Olha, eu geralmente nao dou papo, nao ajudo, nao ouco e se tiver que falar algo falo coisas totalmente desconexas. Se for o caso aplico uma voadora. Eu nao tenho “open gezicht”.

Responder

Daniduc outubro 23, 2010 às 16:19

Credo, Anita, que tenso :( Espero que tenha sido essa vez só.

(num pesquei o open gezicht — “rosto aberto”? Ajude esse pobre Daniduc na sua caminhada pra entendimento do holandês :) )

Bjs

Responder

Anita outubro 26, 2010 às 13:01

Ih, prostitutos ja se ofereceram varias vezes, principalmente antilhanos/surinameses na estacao central. Ate gravida de 8 meses em frente ao La Paella esperando uma amiga um cidadao ja veio oferecer o “servico”. “Open gezicht” e’ gente tipo a Maxima que ta sempre mostrando os dentes num sorriso de orelha a orelha e jogando os cabelos de um lado pro outro.

Responder

Daniduc outubro 27, 2010 às 13:01

Vish! Mas espero que só o da Kalverstraat tenha sido escroto daquele jeito. Que stress!

Brigado pela explicação *anota no caderninho*. :)

Responder

Sheila outubro 21, 2010 às 12:13

Well, primeira vez na Europa, primeiro dia em Paris, sonhando acordada… e já caí no pesadelo da escadaria da Sacrè-Coeur. Na primeira abordagem fui educada, dizia “no, thanks”, mas o camarada agarrou meu pulso com força e não soltava mais, fiquei muito assustada e com vontade de ir embora odiando Paris.
Então notei que eles se fiavam no inglês, e como fui abordada mais vezes ali e em outros pontos da cidade, eu soltava um “caruru com bucho de bode” ou qualquer coisa semelhante. Eles achavam que eu não ia conseguir entender eles, nem arriscava de falar alguma coisa latinamente semelhante com francês. Acabava me livrando fácil deles.
Mas já passei por outra parecida na Bahia, onde a minha frase mágica não ia funcionar, então desisti de lutar pra soltar meu pulso e perguntei: “a fitinha do santo vai me abençoar DE GRAÇA?” Faz parte…
Excelente post, ri muito tb!
abraços

Responder

Daniduc outubro 21, 2010 às 12:32

Oi Sheila. Pois, em Barcelona, como contei no outro comentário, fui abordado por um cara e fiquei falando nonsense em português até ele decidir que o esforço de me explicar que eu estava sendo ameaçado não valia os trocos…

Agora esse ano fui de novo pra Paris (a tentativa do anel evitada pela Carla foi em 2008), e eu já tava, dessa vez, escolado. Eu *nunca* respondia em inglês pra quem me abordava — funciona surpreendentemente bem. Hm, vou começar a usar a língua do pê…

Legal que curtiu o artigo e pude alegar a sua manhã :)

Abraço

Responder

Marcelo "Mod" outubro 20, 2010 às 22:13

E aí, meu amigo Duc. Mais uma vez seus comentários são importantíssimos e tenho que te parabenizar – mais uma vez – por ajudar o próximo (os viajantes) com suas observações oportunas. Com certeza, você é um cara do bem. Esse esquema da pulseirinha no braço, acontece muito em festas religiosas aqui no Brasil. Em uma delas (em Trindade, Goiás) o cara amarrou no meu braço e eu agradeci e ignorei. Ele tentou novamente, mas ignorei totalmente. E ninguém suporta uma ignorada total (agora o “trouxa” é ele). E não fui mal educado, pois agradeci com um simpático “obrigado”. Infelizmente, não existe “almoço grátis” (ou existem pouquíssimos). Logo, se alguém, que você não conhece, te oferecer algo com promessas ou recompensas, saia fora!!!!!!! É golpe. Quem quer fazer algo de coração nada cobra. E as pessoas de coração bom parece que estão desaparecendo, diante da desenfreada vontade de consumir, se dar bem financeiramente a qualquer custo, entre outras razões. Resumindo, é isso. Valeu mais uma vez. Sua atitude é nobre e merece ser notória. Abração.

Responder

Daniduc outubro 21, 2010 às 12:27

Fala aí, Marcelo!

Valeu a força, cara.

Realmente o esquema de muitos caras é achar uma brecha pra abordar — daí serve fitinha, anel, milho, conta de bijuteria — e importunar/ameaçar até você dar a grana só pra sair do constrangimento e acabar aquilo tudo. No fim é uma extorsão.

Mas vamos falando e denunciando, não só pra prevenir, mas pra também pra mostrar que não estamos sozinhos e os pilantras não são, afinal de contas, a maioria: eles só são mais barulhentos.

Grande abraço

Responder

rbp outubro 20, 2010 às 15:06

Aliás, isso me lembrou de outra situação, em Amsterdam. Não foi bem um golpe, no sentido de que o sujeito não queria efetivamente me enganar. Mas foi uma abordagem.

Estávamos os 4 (eu, a Aline e os Ducs – ou eram os 6? Badá e Sarah, vocês estavam lá?) passeando pela rua, indo pra algum lugar. Então passamos por uns 2 ou 3 caras batendo papo, um deles começa a andar do meu lado e, muito simpático, sorridente, pergunta se eu falo inglês.

Claro, alarme imediato de roubada, mas, no melhor espírito da minha educação inglesa (que o Google Translate traduz como “trouxa”), respondi que sim. Ele foi andando comigo, perguntando se eu estava ali a turismo e tal, e, nesse meio tempo, pediu que eu segurasse uma latinha de coca-cola que ele tinha nas mãos, já que estava sem luvas e com frio. Eu, simpático (trouxa), peguei a latinha, e continuamos conversando por alguns momentos, até que ele perguntou se eu “gostava de coca”. Ceeeeerto…

Eu, me fazendo de desentendido (trouxa), disse que não. Então ele tirou algo do bolso e perguntou se eu não queria “outro tipo de coca”, baratinho, não tinha ninguém ali, a noite é uma criança, dá pra se divertir um pouco.

Ok, ser trouxa tem limites. Eu disse que não, obrigado, e é melhor você pegar sua latinha de volta, que eu vou voltar pra companhia dos meus amigos (que, a essa altura, tinham espertamente ficado um pouco pra trás). “Não, ande comigo, vamos conversar!” Nope. Mal aê. Estou deixando sua latinha aqui neste muro. Tchau.

Atravessamos a rua e fomos por outro caminho. O sujeito realmente foi simpático o tempo todo, não foi agressivo, só foi insistente depois que eu entendi o que estava acontecendo. Enfim. No harm done, e uma história pra contar. Da próxima vez vou tentar ser menos troux^H^H^H^H^HEDUCADO.

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 15:38

A gente estava no backup, dando cobertura e apoio moral, érre! Você se saiu muito bem sozinho! :) Mas se o caldo engrossasse eu ia lá e ameaçava chamar a Carla, ai queria ver…

Responder

Lu Praxedes outubro 20, 2010 às 13:58

Como sempre, excelentes dicas e um texto primoroso! =D

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 14:07

Oi Lu! Brigado pela força :) Bjs

Responder

josi paz outubro 20, 2010 às 13:30

muitooo legal esse post, passando adiante now. x

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 13:36

Eba! Valeu, Josi! Bjs

Responder

Lissa outubro 20, 2010 às 13:27

hahahhaa to rindo muito do texto!!

“Você deve estar se perguntando se é seguro eu andar sem supervisão adulta e como eu conseguia voltar pra casa antes de conhecer a Carla.”

SIM!

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 13:35

EU TAMBÉM hahaha :D Às vezes paga a pena ter mais sorte que juízo ;)

(que bom que alegrei sua manhã)

Responder

Danielle Pimentel outubro 20, 2010 às 13:21

Excelente post Dani, valeu muito pelos esclarecimentos.
Infelizmente estes tipos de golpes nós encontramos em toda parte não é? Onde existir concentração de gente e dinheiro haverão espertinhos pra se aproveitar da boa fé das pessoas.

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 13:26

Oi Dani. yeah, sem dúvida. Tinha no Rio de Janeiro dos anos 50, tinha na idade média, devia ter na roma antiga…

Uma vez tentaram me aplicar um conto desse no shopping eldorado em SP. Enfim.

Pelo menos a gente pode dar umas risadas depois :)

brigado pelo comentário.

Responder

Eliane Gomes outubro 20, 2010 às 12:30

Muito legal esse artigo. Concordo que aqui pra sair das frias voce deve deixar a ‘educacao” em casa; e se possivel falar em holandes (tbem ja escutei essa)! Talvez a Carla possa ate comecar um negocio novo: de guarda-costas de turista distraido!! (brincadeirinha).

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 12:49

Oi Eliane, legal que curtiu. Tão, até que em A’dam os caras pegam leve, o povo da Sacrè-coeur é bem mais hardcore.

“Nee hoor” resolve na maioria das vezes (lembrei de uma coisa: em restaurante, se eu eu pedir em holandês e me responder em inglês em qualquer momento = 0 gorjeta. Pago até o centavo exato, mesmo se for quebrado. Regra pessoal).

Felizmente (pra mim) eu tenho exclusividade nos serviços guardacostais da Carla — e eu já dou trabalho bastante pra menina, coitada :)

Bjs

Responder

Badá outubro 20, 2010 às 09:52

Eu ouvi falar de um outro, que dizem aconteceu com uns portugueses aqui: já tarde da noite, quando o indivíduo está esperando bonde ou ônibus, vêm umas 3 ou 4 senhoritas, com jeito de que estão saindo de uma festa, rindo alto e fazendo uhuuu, e começam a abraçar o sujeito e se esfregar no sujeito, e depois vão embora rindo alto e fazendo uhuuu!… quando morre o sorriso besta, ele repara que não tem mais carteira ou celular.
Mas nesse com certeza a Carla não te deixaria cair.

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 10:48

Hahaha, Badá, esse quem estaria encrencado seriam as gurias. A Carla tem uma mão pesada, rapaz… :D

Responder

rbp outubro 20, 2010 às 14:52

Em noites de solidão, talvez valha a pena sair de casa com uma carteira e um celular falsos…

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 15:00

Ou sem carteira e celular, e deixar elas ficarem procurando, procurando…

(isso é uma sugestão para os solteiros <- seguro morreu de velho)

Responder

Sarah outubro 20, 2010 às 08:41

Olá Ducs!

Como disse a Valesca, a Carla é melhor que guarda-costas!

Lendo o texto de vocês me lembrou de um caso que ocorre aqui em Praga mas que não é exatamente golpe. Como as máquinas de comprar bilhetes pro transporte público são um tanto complicadas para entender de primeira vez (e de segunda e de terçeira), em geral ficam uns mendigos perto das máquinas para ajudar você a comprar o bilhete em troca de algumas moedas. Como disse, não é um golpe, mas um tanto incômodo quando você está ali tentando entender por você mesmo como funciona aquela geringonça.

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 10:46

Eu lembro desses tiozinhos. Até citei eles no artigo de Praga… A Aline ficou um tanto estressada com eles, se não me falha a memória.

A Carla é *muito* melhor que guarda costas hahahaha :D

Bjão

Responder

rbp outubro 20, 2010 às 14:50

É, eu ia falar desses caras (aliás, “desse”, só esbarramos com um). Eu também me irritei, talvez até mais do que a Aline, até finalmente desistir de comprar o bilhete e ir até a estação seguinte, pra comprar lá. Mala.

Mas, realmente, não ajuda que a maquininha é super confusa. Se o cara tivesse sido mais simpático, talvez eu até tivesse topado. Mas ele era entrão, já chegava apertando os botões, me irritou.

Responder

Marcos Felipe outubro 20, 2010 às 04:16

Fala Dani, muito bom esse teu blog! Ta quebrando um galhão. Estou indo pra Amsterdam dia 12 ou 13/12 e volto pro rj no dia 20.

Sou jornalista esportivo e estava querendo ver alguns jogos por aí tb além do Ajax. Algum clube/estadio tranquilo de visitar perto de amsterdam além do estadio do ajax? Den Haag ta na primeirona, ne?

abs

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 10:44

Fala Marcos

Poisé, o glorioso ADO Den Haag está na Eredivisie… mas não tem jeito, né, time a gente escolhe um e como eu mudei do Brasil pra Amsterdam, o Ajax é o meu time aqui na Holanda. Inda mais que eu posso irritar um amigo holandês que é PSV.

Mas na verdade, pra te ser sincero, não sou muito fanático não. Eu torço mais no papel do que de fato. Parei de acompanhar futebol tem muito tempo.

Perto de Amsterdam… deixa eu ver… acho que dos grandes, o mais perto é o De Kuip, estádio do Feyenoord em Rotterdam. Rotterdam fica a uma hora de trem de Amsterdam (bem mais perto do que o estádio do PSV em Eindhoven), e é uma cidade legal de visitar de qualquer maneira. Eles fazem tours (info em NL aqui: http://www.dekuip.nl/DeKuip/RondleidingenenMuseum/InstapRondleidingen.aspx)

Conselho de amigo: não vá pra Rotterdam com uma camiseta do Ajax. Não é um erro que você cometa repetidas vezes. Em Rotterdam, fale mal do Ajax. E de Amsterdam.

Em Amsterdam, inverta.

Abraços

Responder

Entretulipas outubro 19, 2010 às 22:08

Adorei o Post, Dani, e gostei mais ainda do comentário final.

O texto caiu como uma luva para mostrar aos viajantes que a Europa tmb tem seus “mendigos”. Diferente do Brasil, mas têm, e é bom ficar com um olho na câmera e outro aberto, prestando atenção.
´
E vc, hein?! Se não fosse a Carla…. ahahahahah Chorei de rir! :)
Parabéns e olho aberto! ahahah

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 10:31

Oi Marina

Legal que você gostou! :) Se não fosse a Carla eu nem sei o que faria (literalmente… he he he).

Yeah, mas também tem na Europa mendigo como no Brasil, tipo, pedinte, sim. Em Paris e Roma eu vi mais. Em Barcelona eu fui abordado por um bem insistente, na hora em que eu comprava uma água numa máquina… foi bem desagradável, mas não foi um golpe, por isso não pus no post. Me livrei dele me fazendo de tonto (não precisei me esforçar muito) e fingindo que não tava entendendo, até que ele decidiu que o esforço de me explicar que eu estava sendo ameaçado não valia os trocos…

Responder

Chris outubro 19, 2010 às 22:07

De todos esses golpes só tive a infelicidade de presenciar o da escadaria da Sacrè-Coeur, ainda bem que não foi comigo, mas com um casal que estava bem na nossa frente…realmente os caras são muuuuito insistentes e estúpidos…!!! Mas acho que em Roma, perto do Campo dei Fiori também tem o mesmo golpe do abaixo assinado…lembro de ter visto uns rapazes fazendo isso…

Responder

Daniduc outubro 20, 2010 às 10:26

É, esse da Sacrè-coeur foi o que em deixou mais nervoso — nem o do pombo me irritou tanto. Foi uma das poucas vezes que troquei xingos com desconhecido depois de adulto. Ridículo.

Em Roma não presenciei nenhum, ainda bem.

Responder

Priscila [Inquietos] janeiro 12, 2011 às 19:09

Tb passei por esse na Sacre-Couer, os caras são bem agressivos mesmo. Mas eu não tenho a Carla, mas tenho o Vini. Hahaha.

E o do anel, juro que eu pensei que era lenda urbana.

Responder

Valesca outubro 19, 2010 às 21:55

Oie Daniduc,

Vi um retweet seu no twitter e pensei: Ops, conheço esse Daniduc =)
Trabalhei com você na comdominio e estou adorando o blog sobre Amsterdan.

Obs: A Carla faz serviço de guia contra-furadas? Cara, ela é melhor que guarda-costas!
Parabéns!

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Daniduc outubro 20, 2010 às 10:24

Oi Valesca, tudo bom? Hey, há quanto tempo! Hehe, eu lembro que tinha seu contato no Orkut, mas faz tempo que não entro lá.

Hey, me passe seu twitter, já é follow :)

Legal que você tá curtindo o blog, to gostando muito de fazer também!

A Carla é, como eu disse, meu anjo da guarda. Se não fosse ela eu já teria comprado uns 4 ou 5 bondes… :)

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Ysa fevereiro 12, 2014 às 04:24

Olá, boa noite!
Não consegui encontrar a caixinha de comentario aqui. Passei quase a madrugada lendo os golpes haha sou bem complexada.
Já cai na da pranchetinha de Paris, meu namorado pegou na hora e escreveu “Gustavo Lima e vc” Já eu coloquei meu nominho lá, dei 50 centavos e a mocinha enfiou a mão na minha bolsinha de dinheiro, mas meu namorado com 2 metros de altura me salvou. Mas ela xingou, e muito kkkk
Outra coisa que precisa tomar muita atenção ainda em Paris, e perto do Louvre, se você esta andando com bolsa meio “perdida” sempre fique atento com quem está atras, pq as surdinhas do inferno, algumas vezes viram turistas, e em uma corrente de 3 meninas, fazem uma cabana e pegam tudo dentro da bolsa. Eu QUASE fui furtada, mas tava tão irritada no dia, qe senti alguém mexendo na minha bolsa, virei pra trás eram as lindas, fiquei encarando enquanto chequei item por item. Quando eu pisquei já tinham sumido.
Outro golpe mt comum, mas qe só ouvi falar é o do fio. Você coloca o dedo em uns fios sei lá como e o cara imoliza sua mão, enquanto o outro pega sua carteira. Esse é bem comum no Jubilee Gardens, em Londres. Eu tinha ouvido falar, e no mesmo dia a noite, veio um melliante tentando me enganar. Esses comentarios são mt importantes pq a gente nunca espera esse tipo de coisas na Europa. Abrir o olho nunca é demais. Parabéns pelo blog.

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