Logo que chegamos aqui, a holandesada não parava de perguntar quando iríamos comprar nossas fiets e nos integrar à muvuca de bicicletas e assim, por extensão, à cultura local. Você já devem ter ouvido falar, ou lido aqui no Ducs em Amsterdam, que a bicicleta é o meio de transporte da Holanda. Não um meio. O meio. Uma série de características – relevo plano, país pequeno com distâncias curtas, mão-de-vaquiss… hã… “senso de economia” dos locais – permitiram que magrela se tornasse uma expressão de holandezisse quase tão forte quanto tamancos. Bem, muito mais forte do que tamancos. Hoje, tirando o rastafari figuraça que vaga pela Kinkerstraat, ninguém usa tamancos de madeira. Já a fiets reina e impera, senhora absoluta (ou quase – há os taxis) das ruas e ciclovias construídas pra facilitar a vida dos ciclistas (que é outro jeito de dizer “população da Holanda”). E não só nas ruas – calçadas, canais (ao redor e dentro dos), cercas, postes e frentes de loja em geral, pra desespero dos donos destas, que insistem em inúteis e ignorados avisos de “geen fietsen hier plaatsen, AUB”. Aliás, ignorar pedido de não pare a bike aqui é um clássico.
Assim que pudemos, seguimos os apelos/conselhos dos holandeses e compramos as nossas fietsen. No começo foi difícil pra se adaptar, mas hoje em dia eu consigo andar nas ciclovias holandesas escapando apenas uns dois acidentes quase fatais, em média, por trecho. No começo eram bem maior número das experiências de quase-morte (andar de bike aqui desenvolve a espiritualidade de uma pessoa que é uma beleza), mas agora, após uns bons meses andando destemidamente na muvuca bicicletal de Amsterdam (uma das mais, muitos dizem a mais, complicada da Holanda), posso dar as minhas dicas sobre uma das paixões holandesas. Vamos começar do começo. Vamos ver aonde…
Comprar a sua bicicleta
A primeira lição que aprendemos, dolorosamente, é que bicicleta não é barato aqui. Existe muita oferta, sim, mas a demanda é enorme – Amsterdam tem mais bike que gente. Uma bike usada boa pode chegar a 100€, e tem novas bem vagabundinhas por 120€. Mas se fuçar acha mais em conta. Comprar no outuno é mais barato do que na primavera, segundo um holand6es que nos deu a dica. Esqueça as lojas do centro. Lá pela Kinkerstraat e Overtoom os preços já são melhores, mas o esquema mesmo é comprar direto de alguém. Se você conhecer, melhor. Mas olhe também nos Albert Heijn de bairro. Eles costumam ter um muralzinho com papéizinhos com anúncios da comunidade, Sempre tem fietsen pra vender. Além disso, vale uma pesquisada no “Mercado Livre” da Holanda, o Markt Plaats (clique na seção Fietsen en Brommers). Se quiser uma nova, o segredo é decidir que tipo de bike você quer, e sair pesquisando.
E nunca, jamais, compre uma bicicleta de alguém na rua. Especialmente se o preço for ridiculamente baixo pra uma bike boa. Quando chegar um cara te abordando na rua, falando em inglês “wanna buy a bike? 10 euro, very nice bike”, nada de pensar “poxa, como o Daniduc é viajão, aí, ele falou que bike usada em Amsterdam é cem conto e já descolei uma por dez pilas”, certo? Deixa eu te falar, ela é roubada. E comprar bike roubada é karma ruim pra você. Além disso, pode dar encrenca séria. Se a polícia pega, dançou você, e dançou bonito a balalaika. Um holandês me contou que a polícia fica seguindo o cara pra dar flagra nos dois, ladrão e mané querendo dar de esperto-me-dei-bem. E é… karma ruim! Sério, se você comprar uma bike roubada, não fale mais comigo.
Escolhendo sua bicicleta
Esqueça as moutain bikes modernosas, 215 mil marchas, quadro de carbotungstitânio desenvolvido pela NASA, aerodinamicamente testadas em túneis de vento na McLaren, daquelas que você pilota agachado como se estivesse na Volta da França. Primeiro que aqui nem mountain tem. Oh, claro, os holandeses até têm bikes moderninhas, sim… pra ir de Amsterdam pra Rotterdam e voltar no mesmo dia (uns 100 quilômetros entre as duas cidades), no lazer do fim de semana. Não na cidade, no dia-a-dia. Na cidade, o que manda, amigo, é bike cavalo-de-ferro, pau-pra-toda-obra, urbana, zoada, batida, enferrujada, simples e confiável, sem frescuras. Tem que ter bagageiro (no muito mínimo pra guardar a trava durante a viagem), banco alto e guidão idem. Aqui se pilota bicicleta com a coluna reta e erguida, cabeça alta, olhando o trânsito. Marcha é luxo reservado pros coxinhas fora de forma – se esse for seu caso, não se acanhe, pode ajudar.
Um tipo tradicional de bicicleta aqui é um modelo feminino chamado Omafiets – “bicicleta da vovó”. A Oma fiets é alta, não tem freio de mão, somente no contra-pedal (que aliás, é um tipo de freio bem popular aqui), sem marchas. Ela requer um pouco de prática pra pegar, e custa caro, mas vale como curiosidade. Dá uma olhada em http://www.omafiets.nl/inhoud.html.
Mas resumindo, o que você quer na sua bike? Você quer um banco confortável e bons amortecedores (seu pandeiro agradece), você quer luzes traseiras e dianteiras (com dínamo, para bicicletar a noite), um guidão alto, um bagageiro, proteção pra corrente, boa regulagem de altura do banco e guidão, pára-lamas. Você quer, mas pode comprar separado e depois, uma campainha. Aliás, você pode comprar separado depois as luzes também, mas ainda assim o dínamo é desejável, como redundância. Sempre acabam as pilhas, e tal, e dínamo sempre está lá. Câmbio de muitas marchas é frescura (poucas ainda vai), moutain bike não serve pra cidade. Freio a disco é muito melhor do que o a tambor. E uma trava fixa, circular, pra roda traseira. Por quê? Oras, pra uma melhor…
Proteção da sua bike – evitando roubo
Causa grande espanto quando digo que há um alto índice de roubo de bikes aqui em Amsterdam. Infelizmente é o caso mesmo. A primeira bicicleta da Carla dançou numa dessas. Ela acordou pra trampar e encontrou, em vez da bike, a corrente abertinha no chão. Não adianta nada comprar sua bike, investir aquela grana e comprar uma trava vagabunda. Ou achar que trava de 25€ é boa, que foi o nosso caso. A lógica é a mesma do carro no Brasil: não tem carro impossível de levar, mas se você tornar o seu mais difícil de roubar que a do lado, melhor. Pesquise e invista a grana em uma corrente legal. Aliás, o que mais se vê aqui é bicicleta zoada, vagabunda, daquelas que valeriam cincão se alguém topasse pagar tudo isso, com uma trava que vale, fácil, uns 80€, daquelas com elos de corrente que poderia ser usadas pra rebocar um petroleiro. A questão chave aqui não é evitar o prejuízo de uma bicicleta que vale cinco contos, mas evitar o prejuízo de você chegar pra pegar sua bike já atrasado pra algum compromisso, e descobrir que seu meio de transporte não está lá. É que nem carro: por mais que o seguro pague, e às vezes até mais do que valia seu carro, é sempre um perrengue ficar a pé. Pra evitar a pentelhação de ficar sem o cavalo-de-ferro na hora do vamo-vê (como aconteceu com a Carla), nós compramos uma trava da Abus, e tem segurado legal. Já parei a bichinha em todos os pontos “quentes” de Amsterdam, sem maiores estresses.
Técnica de travar bicicleta
Mas uma trava só não é suficiente. Você tem que ter duas. Além da trava com corrente que você compra, é legal a sua magrela vir com uma trava traseira, circular, pra proteger o pneu de trás. Porque, oh sim, os manos tem as moral de roubar só a roda – ela vale uma grana por aqui. Então uma trava já inclusa pra roda traseira é altamente desejável. Se não, você terá de comprar uma separada – e carregá-la toda a vez que estiver com a sua fiets em movimento. Ok, e aí você pergunta: e a roda dianteira?
Aí, respondo, entra a técnica de parar bicicletas na Holanda. Primeiro, tem que escolher o lugar. É preciso acorrentar a sua bike à um lugar fixo. Deixar ela paradinha, toda travada, mas solta no mundo, não é uma boa. Vem um mano, pega ela e põe na caminhoenete e té…cháu. Ai ele vai estourar as travas com calma, na oficina dele. Começa então o problema de achar vaga pra estacionar bicicleta. Apesar da popularidade, evite postes. É proibido. Cercas de ferro, depende do caso, mas em geral não pode. E tente respeitar os avisos de não pare aqui, mesmo que a galera toda ignore. Além do karma ruim, você pode descobrir que a sua foi justamente a gota que fez o balde do dono da loja transbordar. O ideal é usar um dos milhares de racks públicos espalhados pela cidade. Eles estão lá pra isso, mas às vezes é preciso batalhar um espaço.
Bem, quando você conseguir aquele espacinho (às vezes compensa seguir um holandês que vai sair), é hora de usar a sua trava com corrente. Passe a corrente pelo quadro da bicicleta e por entre os aros da roda dianteira, e prenda tudo ao rack.
Se você passar a trava só no pneu e no rack, e não incluir o quadro da bicicleta… bem, você terá uma roda bem segura pra guardar de lembrança da sua linda bike:
Outra forma de proteger sua bicicleta de roubos é… “personalizar” ela, ou seja, pintá-la, em geral de forma porca e mal feita, de uma cor aberrante e chamativa. Os turistas sem noção exclamam, oh, mas como os holandeses não sabem pintar suas bicicletas, e não percebem que é um ardil cuidadosamente elaborado pra diminuir o valor de mercado da fiets, junto diminuindo as chances de roubo.
Bike "personalizada": cor azul-calcinha, ops, azul-cor-do-céu, com nuvenzinhas brancas. Quem não roubaria uma bike destas?
Outra pentelhação que pode acontecer, é sua bike ser vandalizada. Não faço idéia do motivo, mas acontece – e aconteceu com a gente. De novo com a Carla, coitada. Nós saímos um dia e estacionamos no centro. Quando fomos voltar pra casa, a roda traseira dela estava entortada, e o câmbio detonado. Preju e uma volta pra casa prejudicada. O que imagino é que era um lugar lotado, e alguém, já meio alto, empurrou com força pra “fabricar” um lugar pra estacionar. Ou pode ter sido vandalismo puro e simples mesmo.
No fim das contas, apesar da paixão pela bicicleta em geral, os holandeses não tem nenhuma paixão por uma bicicleta em específico. Não dá pra ter apego emocional. Quebrou conserta, roubou, compra outra. Preju faz parte da vida, a gente tenta evitar ao máximo, mas acontece. E bola pra frente.
To be continued
O assunto segue no post “A teoria de andar na cidade“.
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Continue a viagem:
- Bicicletas são parte da vida dos holandeses
- Bicicletas em Amsterdam: vandalismo, roubo e reciclagem de bikes
- Bicicletas na Holanda: a teoria de andar na cidade
- Foto do dia — Amsterdam do alto da roda gigante
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Grande post! (Grande no bom sentido, não apenas no comprimento)
bom, Toronto também tem muita bicicleta, e às vezes encontramos pneus aleatórios presos à grades ou aos racks públicos. Roubo de bicicleta é um dos crimes mais comuns por aqui, e já aconteceu com o nosso vizinho aqui do basement (e eu acordei com o barulho a tempo de ver o carinha já longe, levando a bicicleta na maior).
O engraçado (ou trágico) é que a polícia de Toronto nunca levou muito a sério o roubo de bicicletas, mas há poucos meses eles prenderam um sujeito, dono de uma loja, que eles estavam investigando há anos por suspeitas de receptação de bicicletas roubadas mas nunca tinham provas suficientes para prender. Foi então que eles descubriram que o sujeito tinha alugado diversas garagens e lojas em Toronto, onde ele tinha estocadas há anos cerca de 3.000 (é isso mesmo, três mil) bicicletas roubadas. Até hoje a polícia está com o depósito abarrotado por mais de 2.000 bicicletas (alguns roubadas há anos) cujos donos ainda não apareceram para reclamar… creio que o número de casos de roubos de bicicleta na cidade deva ter caído drasticamente desde a prisão do sujeito…
Que post bom! Eu sou fã de bicicleta. Foi com tristeza que vendi a minha italiana lá no Rio, com esse formato tradicional da bicicleta da vovó mas com 4 marchas inclusas (sem sobe e desce de corrente) e freio contra-pedal, que eu amo. Chegando em Toronto, caí de costas com os preços das bikes e também comprei uma usada, o mais parecida que achei com a minha antiga. Olha: http://carolgustoronto.blogspot.com/2007/09/carol-automotorizada.html
Só que essa é bem velhinha, fabricada na Polônia, bem pesada, mas bem confortável. Adicionei o rack e essas cestinhas maravilhosas que encolhem e abrem. Dá para carregar uma boa compra de supermercado. E sim, a tranca (a mais recomendada aqui, a tal da Kryptonite) custou quase tanto quanto a bicicleta – na verdade, a bicicleta custou $100 e os acessórios (incluindo capacete e lanternas) custaram um pouco mais do que isso.
Pena que o frio dificulta bastante as coisas. Tem um pessoal corajoso que anda abaixo de zero, mas meus pneus não são para isso. Então agora minha temporada de bicicleta está acabando, infelizmente… Mas acho o máximo a cultura de usar bicicleta como meio de transporte. Por mim, pedalaria o ano inteiro.
reportagem fotografica loka!!
parabens!
Oi Gus, Carol e juju: que bom que vocês gostaram do post. Espero que gostem dos outros sobre bicicletas na Holanda. É uma coisa tão forte por aqui que dá assunto pra vários posts.
Gus: aqui também os caras não levrma mto a sério, não. eles até tem um banco de dados q vc pode registrar sua queixa, mas é pro forma. Mas o que a policia de Toronto fez foi esperto, atacar direto na fonte o esquema!
Carol: o frio aqui atrapalha mas não impede, porque obviamente faz BEM menos frio que no Canada. A temperatura fica nos -5 em geral. Vez q outra faz mais frio, mas em geral é isso, -3, -5. Ainda dá pra andar de bike. Quando neva é chatinho, gruda no óculos, ai fica pentelho, mas já fiz
Ai o povo anda de bike aqui direto, meio q independente do clima. O comico é ver a galera andando de bicicleta segurando um guarda-chuva! Juro! Quase tirei uma foto, mas nao deu tempo.
Ah, de guarda-chuva deve ser de onda, né? Tipo pô, capa de chuva é algo básico…
@Carol:
O povo aqui não curte capa de chuva não. Já vi uma galera de guarda-chuva na bike, mas nunca vejo ninguém de capa de chuva…
Hahaha, muito bom esse texto: nem moro na Holanda, estou no Brasil e estava procurando dicas sobre compras de bikes qdo me deparei como o texto, tive que ler tudo
Boa sorte com as bikes e até mais
PS: as fotos foram montagens né, não é possível!
@Vitor: bem-vindo! Que legal que voccê gostou
As fotos não são montagens não
do jeito que elas saem da máquina dos ducs elsa vão pro ar
Abs.
Nossa, nunca tinha pensado na Holanda como um lugar lotado de bicicletas. É assustador, e interessante ao mesmo tempo. Quanto a destruição da bike da Carla, parece ter sido puro vandalismo mesmo. Nunca vi ninguém detonar a de alguém na minha cidade, no interior do RS. Mas desmanche não falta. Descuidou por muito tempo, foi. Aconteceu com uma amiga, mas por muita sorte, nunca comigo. Anotação mental: comprar nova corrente.
Muito boas fotos! Grande abraço.
Oi @Ariane
Pois aqui é o país da bicicleta – é uma coisa imrpessionante de se ver pela primeira vez. Holandês nasce, vive e morre em cia da bike (escrevi sobre isso no ducs uma vez: http://www.ducsamsterdam.net/fietsen-all-around/ e aidna vou voltar ao assunto, dada a importância do tema por aqui
Comrpa nova corrente = bom. Aqui corrente vale bem masi que a bike na maior parte das vezes
Abs
ooolha essa:
http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/1,6993,EEC1695027-1641,00.html
heheh
@juju: Que louco. Aqui na Holanda é mega comum ter umas biciletinhas megadobraveis que ficam bem pequenas e o povo leva no metrô, trem e ônibus. Alguma hora tiro uma foto e ponho por aqui
Nunca imaginava que havia tanto roubo assim. Pensava ser um problema de maior escala no terceiro mundo.
Gostei do seu relato. Parece que estava na Holanda ao ler o seu texto.
Entao bicicleta aí é caro?
@DAVID POUBEL:
Legal que você gostou do texto, brigado pelo elogio
Roubo tem em qualquer lugar (bem, em *quase* qualquer lugar, vá), o que muda é a natureza e escala do roubo. O primeiro mundo, descobri eu, é bem menos idealizado do que eu achava quando estava no Brasil. É um lugar onde pessoas de verdade vivem, e pessoas são pessoas. Aqui quase nào há roubo violento, daqueles que o cara poe a arma na sua cara, mas furto há, sim (e sujeira nas ruas, a propósito).
E bicicleta aui é ítem altamente desejado. É uma coisa prática que todos usam, é parte da vida. Então há muito roubo e, sim, são caras (muita demanda). Mas varia muito o preço tbm. Da pra pagar 300 euros em uma bike usada sem sacrificio – ou 90, numa bem zoada. Ou 50, se vc conhece o cara, e a bike é bem ruim. Ou 100 numa nova, mas ordinária.
Olá, amigo!
Pesquisando justamente sobre bicicletas e a Holanda, tive o privilégio de encontrar seu post. Simplesmente fantástico.
Eu moro no interior de São Paulo, numa cidade em que a proporção de habitantes por carro já é 2 por 1. Ou seja, as pessoas perderam a noção total da economia, da preservação ambiental, e carro é um artigo que dá “status” ao cidadão. O indivíduo não consegue colocar carne à mesa para a família, mas paga suas 72 prestações do “possante”.
Gostei da sua personalidade, a forma com que tratou o assunto. Acredito no karma — a lei de causa e efeito. Roubou, trapaceou? Mais tarde seremos roubados, trapaceados e ainda choramingamos.
Meu sonho é conhecer — e morar — na Europa. Procuramos tornar o nosso ambiente o melhor possível, mas quando todo mundo vai na contramão, você acaba sendo desestimulado.
Muita paz.
Oi Thiago! Muito obrigado pelo seu comentário – fez o meu dia!
Estamos torcendo pro seu sonho se realizar logo. Qdo der uma passadinha por Amsterdam, mande um email! Abraço
Olá, Meu caro,
Gostaria de parabeniza-lo pelo belo trabalho
sobre o mundo em duas rodas ai na Holanda.
recentemente senti despertar uma paixão sobre as magrela
porém estou em busca de uma a tempos.Encontrei uma no http://www.marktplaats.nl/ porém estou no Brasil, no
Rio Grande do Sul, gostaria de saber se voce não conhece um meio ou poderia me auxiliar no envio da magrela para cá.
Nada é por acaso tenho esperança que voce possa me ajudar!
Oi Fábio! Legal, brigado pelo elogio. Infelizmente não conheço nenhuma maneira de enviar uma bike pro Brasil. Acredito que deverá ficar bastante caro o envio. Mas uma grande amiga nossa está pesqusiando esse assunto, pra ver se compensa, e o que ela descobrir depois eu compartilho no Ducs, fique ligado. Abraços
Oi amigo tudo legal?
Reafirmo o meu elogio sobre o lindo e interessante trabalho de vcs e ateh, tempos atras, fiz um comentario sobre o tema abordado sobre bike.
Em certa ocasiao fiz uma consulta sobre a compra de bike e envio para o Brasil mas a vendedora me desistimulou pelo alto preco de transporte.
Considerando o desejo do Fabio e que tem uma amiga avaliando a possibilidade de envio para o Brasil, gostaria que me mantivesse informado sobre essa possbilidade. Por navio nao seria mais barato, mesmo que demore 6 meses ou 1 ano a entrega?
Como disse o Fabio, tambem sou apaixonada pela magrela.
A Minha intencao eh comprar uma bike aro 28, feminina, com porta trecos e garupa, ou seja, retro…Para sair com a minha outra magrela, minha querida esposa…
Olá David
Como disse no outro comentário, acho que realmente o preço do transporte vai acabar não compensando (e as bikes já são caras aqui, pra começar), mas minha amiga está pesquisando, e o que ela descobrir eu irei informar.
Bikes com porta trecos e garupa não são retrô por aqui, hehe, aqui é o padrão!
A gente vai se falando! Abraço!
Olah Daniduc,
Como vao as coisas aih nessa linda Amsterdam?
Ola Daniduc, numa pesquisa no google, acabei achando esse seu post. Demais! To de mudanca pra NY e la sei que tem muito problema de roubo de bike tb… Vim pegar umas dicas por aqui!! Muito legal! Ajudou bastante, beijos.