O melhor guia online sobre Amsterdam, em português” – Estadão

Acho que eu vi um ratinho…

por Daniel Duclos em 19/09/2008

Friends and foesTá, vou contextualizar a última parte do post da "Praticidade européia", sobre a ida à loja em busca de conhecimento e iluminação acerca da propriedade felina de repelir camundongos.

Foi assim, era umas onze da noite, estávamos em casa, a noite prometia ser calma e a semana boa (era segunda. Eu devia ter desconfiado.) quando minha corrente de pensamentos foi interrompida por um:

- UaaAahUHHhauugh, UM BICHO!

Mal ouvi o grito da Carla na cozinha e vim correndo. Um bicho, que bicho?

- Eu não vi direito, acho que era um RATO!

- UaaAahh... hã, tem certeza?

- NÃO!

- Pra onde ele foi?

Ela me apontou um pedaço de parede intransponível, onde ela se juntava ao gabinete da cozinha.

- Huh, mor, veja, não tem por onde passar um rato por ali - eu era jovem e ignorante segunda passada.

- Mas... mas... tinha um bicho e foi por ali!

Procurei mais cuidadosamente e vi uma micro-frestinha de poucos milímetros.

- Por ali?

- Acho que foi.

Com isso me convenci profundamente de que não poderia, de maneira alguma, ser um rato. Digo, ratos são coisas redondas e a microfenda era achatada. Era auto-evidente que se tratava de uma lagartixa.

- Era uma lagartixa - sosseguei a esposa.

- Mas tinha um rabo!

- Lagartixas tem rabos!

- Era escuro!

- Eu... hã... tenho certeza... de que existem lagartixas escuras.

- Era peludo!

- E... huuh... com pelos.

- Lacertídaes... não.... TÊM... PELOS!

Sempre esqueço que a querida esposa é bióloga formada.

- Você tem certeza que tinha pelo?

- Não... quer dizer, foi rápido... ele passou aos pulinhos por ali.

- Hm. Lagartixas podem muito bem andar aos pulinhos. Veja.

Imitei com as mãos uma lagartixa andando aos pulinhos. Eu estava determinado a não ter um rato na minha cozinha num país estranho às onze da noite.

- Ela fazia assim? Era assim, não era? Tipo uma lagartixa?

Ela me olhou, olhou pra frestinha, olhou pra mim de novo... e resolveu entrar em negação junto comigo.

- É, deve ter sido uma lagartixa.

Sentamos na frente do computador, quer dizer, eu sentei na frente do computador, ela sentou na frente do eletrodoméstico (ela tem um Mac), pra colocar a conversa em dia com o povo do Brasil (maldito fuso horário), via chat. Não durou muito. A "lagartixa" colocou sua cabecinha com orelhas redondinhas de Mickey Mouse pra fora do fundo do gabinete. Pânico generalizado. O que fazer? O que fazer? Não tínhamos nada remotamente adequado ao combate de roedores, e nem onde comprar. Às onze da noite em Amsterdam só tem balada aberta. Fora disso, se não tem ninguém morrendo não tem serviço pra você, a não ser algumas pouquíssimas lojas de conveniência em postos de gasolina na periferia da cidade ou uma rara Avondwinkel, "loja noturna" que ainda persiste. Depois de uns vinte minutos correndo em círculos que nem aquele urso do desenho animado, incapazes de raciocinar, lembramos de uma Avondwinkel mais ou menos perto de casa. Fechamos tudo, deixamos o camundongo no controle do imóvel e nos mandamos pra lá.

Dez minutos depois estávamos diante da loja, que estava aberta ainda, mas com a porta trancada. O dono da loja nos viu do lado de fora, apertou o botão da trava elétrica e nos deixou entrar. Era um microbazar, desses de bairro mesmo, com coisas em geral. Era mal iluminado e bem, bem fuleiro. O dono da loja era um senhor de seus 120 quilos, cara de marinheiro holandês que faz a barba com navalha sem fio. Se tivesse nascido uns 350 anos antes seria o cozinheiro de um navio da Compania das Índias Orientais. Ele segurava uma lapiseira e fazia o desenho realista do rosto de uma garota de olhos claros. Eu elogiei o desenho. Perguntei se ele tinha algo pra cuidar de ratos. Ele pareceu não entender. A Carla disse que tinha um rato na nossa cozinha. Ele abriu um sorriso. Só isso?

- Ah, não se preocupe.

- Não?

- Amsterdam está cheia de ratos. Toda essa água, sabe como é. Eu mesmo tenho diversos na loja, correndo pra lá e pra cá.

Nesse minuto entendi porque uma das primeiras lições de holandês que eu tive, através de um site quando ainda estava no Brasil, era "de muis is in de doos".

- Mas o senhor tem algo pra lidar com eles?

- Não. Eu tinha ratoeiras, mas acabaram.

- E veneno?

- Veneno? Não, não pode vender veneno aqui em Amsterdam (não pode o escambau.)

- E o que devemos fazer?

- Oras, peguem um gato!

Nesse minuto assumi que ele estava tirando um sarro da minha cara. Voltamos pra casa, e a Carla lembrou que na verdade, todos os restaurantes daqui tem gatos, mesmo. Ele não estava tirando onda da nossa cara, ele estava sendo holandês (o que dá no mesmo, na maior parte do tempo.)

Gato na vitrine

Aqui gatinho tem emprego fixo, não ganha casa e comida de graça não.

Lembramos do post antigo do Salsa sobre o problema. Ele nos ligou no Skype e ficamos conversando. Uma hora a Carla achou que viu o infeliz, eu peguei a vassoura e me levantei num pulo, pra grande divertimento do Salsa.

- Esquece. Dani, sério, esquece. Você não vai cacetar o bicho nunca! Eles são muito rápidos.

Tive a oportunidade de confirmar a previsão do Salsa logo depois que desligamos. Eu vi o vagabundinho e saí aplicando com determinação o método de Gus nele. Só rindo da minha performance, mesmo, coisa que aliás o filhodaputinha deve ter feito muito, na sua risadinha de rato, quiquiqui. Passaram através e ao largo dele os 3 golpes que tive tempo de aplicar antes do vagabundo desaparecer através de uma fenda que só uma lagartixa passaria.

Aliás, deixa eu esclarecer um lance. Tem três espécies principais de ratos que são um problema urbano. Tem o camundongo (Mus musculus),  tem o Rattus rattus, que, pelo menos os paulistas, chamam de ratazana. E tem o mais comum, Rattus norvegicus, o rato (ou rato marrom). O Mickey Mouse é um camundongo, e era um primo pobre dele que tinha na nossa cozinha, não o Rattus.

Enfim, fechamos o lixo, limpamos toda a sujeira visível, guardamos toda a comida em potes ou na geladeira, e fomos dormir um sono sobressaltado, assombrado por um putinho de míseros 4 centímetros que ria de nós nas sombras a sua maldita risadinha de ratinho. Vagabundo. No dia seguinte fomos à guerra.

Rolou uma faxina geral no apartamento, desmontei o gabinete do armário, limpamos tudo, compramos potes novos e maiores pra comida, zero lixo em casa. Cada ralo visível ganhou uma tampa. E pus armadilha embaixo do gabinete, e embaixo do fogão uma caixinha do veneno que "não podia" vender em Amsterdam. Até agora não mostra sinais de ter sido tocada e tudo parece no mesmo lugar. Lugar, aliás, que está uma beleza, precisa de ver. Nada como um ratinho pra impor um desejo de faxina que duas mães não conseguiram instilar ao longo de décadas de criação.

Esperamos que tenha sido somente um pestinha querendo ver se rolava uma vida confortável longe do frio (as temperaturas começaram a cair, outono chegou com tudo) e perto da lata de lixo, e que a reação o tenha assustado o suficiente pra ele se mudar e avisar os amigos de que lá não é legal. Por falar em latão de lixo, seu uso foi abolido em troca de latinhas menores e idas diárias ao KCA Depot. Só fazemos isso devido a uma bizarria do nosso bairro, que não tem uma coleta de lixo orgânico por algum motivo. Na maior parte da Holanda, você só joga no KCA Depot o lixo reciclável e tem que guardar em casa o lixo orgânico até a coleta específica pra isso passar.

E no fim das contas, resolvemos seguir o conselho do dono da loja, e estamos verificando o procedimento pra importar dois especialistas de São Paulo, pra ajudar na guerra. Sabe como é, combater fogo com fogo, pestinhas peludos com pilantras peludos. Vocês conhecem o Linus e a Boo? Os ratos de Amsterdam não. Por enquanto. :) UPDATE: agora conhecem :)

Daniel Duclos (Daniduc), é um brazuca que mora na Holanda com a esposa, também brasileira, desde novembro de 2007. Criou o Ducs Amsterdam, o qual escreve, fotografa e edita. Em 2011 lançou um guia de Amsterdam e virou pai de uma linda garotinha, com quem redescobre o mundo todos os dias.


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{ 35 comentários… leia abaixo ou deixe um }

elaine castro abril 8, 2014 às 01:12

“Eu era jovem e ignorante semana passada.” Perfeito! Agora vou ficar a espera de atualizações. É bem provável que o monstrin, ops, bichinho volte. Mas, vamos torcer que não. ;)

Responder

Paulo fevereiro 27, 2014 às 01:28

Sensacional o BLOG!! pronto, CTRL+D! rs

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Daniel Duclos março 3, 2014 às 02:11

Valeu Paulo!

Responder

Silvana Pages outubro 29, 2013 às 02:52

Lendo seu relato, é engraçado, mas vivenciando não é não, só rimos das situações depois, pq na hora rola um stress básico. Meu marido que o diga! Pq, assim como se passou com vcs, no nosso caso, tb estava quase tudo fechado. Meu marido que teve a surpresa ao chegar do trabalho, de ver meu filho o esperando do lado de fora de casa, num dia de chuva, dizendo:Tem um rato encarando a mamãe e a Tamiê (minha filha)! – teve que sair a procura de algo e usar mímica, pq não falavam inglês na loja que encontrou aberta, como tínhamos chegado há pouco tempo e ele não tinha feito a aula (somente eu e meus filhos) “de muis is in de doos”…kkkkkkk… Nós só pudemos entender a lição de holandês da mesma forma que vcs…
Até hoje nos lembramos do Godzilla, apelido dado pelo meu marido segundo a minha descrição e damos boas risadas das tantas outras histórias de ratos que se seguiram ao longo dos anos.
Pudemos verificar ainda que, na Páscoa são vendidos além de ovinhos, ratinhos de chocolate. Na Ikea (loja que vende um montão de coisas pra casa), existem diversos modelos de ratinhos de pelúcia para decoração de quarto infantil. Nas livrarias, existem centenas de livros infantis nos quais eles são os protagonistas. Dentre tantos outros. Por isso que os ratos fazem parte da vida dos holandeses e eles acham fofos!!! Pude até mesmo presenciar uma colega de trabalho (holandesa, claro!) alimentando um filhote ainda sem pelos e, logo em seguida, soltá-lo bem ao meu lado, enquanto eu quase tinha um treco! =O
Em geral a Europa é assim, países antigos, com moradias antigas e muita água.
Uma sugestão, se não quiserem ter gatos em casa, como vcs fizeram, uma saída é morar no nono andar, como fizemos na nossa segunda moradia na Holanda. Eles encontram comida e abrigo nos primeiros andares e não precisam chegar aos andares superiores…rsrs
Abraço.

Responder

Marcos agosto 19, 2013 às 20:18

Tenho 11 topolinos (Mus Musculus) e 2 mercol (rattus norvegicus). Melhor meio para evitar os intrusos em casa é tê-los. principalmente os norvegicus.

Responder

Daniel Duclos agosto 22, 2013 às 20:22

Nunca tinha pensado nisso. Mas se é rpa ter pet pra evitar mais ratos/camundongos, eu vou continuar com meus gatuchos mesmo…

Responder

Suzana Gomes agosto 14, 2013 às 23:10

Oi, há uns 20 e tal anos fui com toda a familia para Amsterdam 4 crianças e marido , conseguimos um ape emprestado de um amigo que ia viajar durante nossa estadia, ape grande com banheiro 2 quartos , sala grande , cozinha, e camas no chão, primeiro ou segundo dia e vi um dos outros inquilinos ( camundongos), correndo pela cozinha, rapidinho fomos ao armazém (mercearia?) mais próximo e descobrimos que venenos nao eram vendidos, e armadilhas estavam em falta, como estávamos no terceiro andar e havia visto pela janela que os vizinhos do térreo tinham vários gatos, fui com minha cara de pau e inglês claudicante pedir “emprestado” aos vizinhos ….um gato. Após uma conversa enrolada e demorada consegui uma gata preta de olhos verdes que nao miava, só rugia, e conforme me explicaram iria escolher um local para ficar e nao devíamos contraria la ou ela nos arranharia, após 1/2 hora no meu ape ela soltou um rugido correu para a cozinha e ficou hipnotizando um trecho da parede,…onde havia um buraco igualzinho aqueles dos filmes de Tom&Gerry, tão lisinho que parecia ter sido lixado, mais dois rugidos e os mickeys nao apareceram pelas próximas 2 semanas que habitei o ape, mas ficamos sem 1/3 do sofá , a gata se apropriou e rugia se tentássemos tira la de lá .

Responder

Daniel Duclos agosto 18, 2013 às 00:32

Haha, eu diria que 1/3 do sofa’foi um pagamento justo :)

Responder

Nadja dezembro 27, 2012 às 17:59

O primeiro post que eu li do seu blog foi o da chegada dos seus gatos!!! Por isso ver este aqui foi uma delícia só :DDDDD
Beijos

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Debora novembro 4, 2012 às 01:18

Estou me matando de rir com a história do rato. A Carla é muito corajosa. Eu teria dormido no carro ou numa caixa bem vedada. Deus me livre!!!! Muito bacana seu blog. Cheio de coisas bacanas sobre a Europa. Estou adorando!!! Abs
Débora

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Daniel Duclos novembro 4, 2012 às 15:07

Oi Debora. A Carla é muito corajosa sim, afinal ela casou comigo… :) Valeu demais a companhia aqui no Ducs, abraço

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OSCAR NOBRE junho 17, 2012 às 04:08

Cara, conheci seu blog hoje, justamente pesquisando dicas sobre essa cidade ímpar no mundo e que parece ter acolhido vocês tão bem. Além das informações valiosas, ler esse post do ratinho foi quase como ter vivido a situação com vocês… Parabéns por tudo. Você é gênio mesmo. Pena que nesse jogo o Brasil perdeu para a Holanda. Abraço forte.

Responder

Daniel Duclos junho 19, 2012 às 17:46

Fala Oscar, poxa, valeu demais as boas palavras, é sempre emocionante ter esse retorno tão legal! Um forte abraço!

Responder

Vanessa Brochini maio 14, 2012 às 03:03

Oi Daniduc.
Vou para a Escandinávia dia 21/05 e li muitos posts do seu blog. Achei este muito engraçado e me lembrei de uma coisa que aconteceu em Paris. Estávamos eu, meu marido e minha filha terminando o almoço no chiquetérrimo restaurante do Louvre, quando vi um “bichinho” desses sair correndo da cozinha (estávamos perto da porta da bendita…). Minha reação foi fazer um Ahhhhh…sem muito escândalo e tapando a boca… Nisso um garçom, que também tinha visto o “visitante”, olhou prá mim e fez ‘shiiiiuuuuu’, com o dedo indicador na boca, como se dissesse: ‘fica quieta’. Logo depois saíram 2 fiscais da vigilância sanitária de dentro da cozinha… e o mesmo garçom me olhou com cara de : ‘entendeu o porquê?’… Só nos restou pagar a conta e ir embora sem nem um pedido de desculpas. Se fosse no Brasil tinha armado um escândalo, mas infelizmente meu francês não é tão bom a ponto de comprar uma briga dessas…
Abraços prá você!

Responder

Carmen Dezideiro dezembro 26, 2011 às 21:30

Os ratos holandeses seguem à risca a teoria da evolução de Darwin… Não é à toa que os roedores comem a comida da ratoeira, mas saem a tempo de ela dar o golpe fatal! Saem rindo da nossa cara, de certeza

Responder

Rodrigo A outubro 4, 2011 às 17:30

Parece que não tem jeito mesmo, a não ser com os bichanos.

Lá em casa eu espalhei ratoeiras, até agora intocadas. Veneno deu cabo de pelo menos um, que eu encontrei morto. E dois eu peguei na porrada mesmo ;-)

Responder

Raquel fevereiro 10, 2011 às 16:57

Sempre achei que a frase “de muis is in de doos” seria como “the book is on the table” e não serveria pra nada XD

Responder

Luciana Betenson novembro 2, 2010 às 21:56

História “velha” mas super divertida, adorei lê-la! E apareceram mais ratos depois da vinda dos gatinhos? :-) Abraços!

Responder

Daniduc novembro 2, 2010 às 22:05

Oi Luciana. Pior que não. As duas bolas de pelo pelo menos pra isso prestam (além de comer, dormir e ronronar o dia todo)…

Responder

Meg agosto 21, 2009 às 20:35

Ha,ha,ha… Nao consigo parar de rir… Muito boa esta historia. Na verdade o ratinho era o Ratatouille querendo dar uma dicas de culinaria para a Carla, poxa vida :-P

Responder

Daniduc agosto 23, 2009 às 20:21

Hehehehehe! Boa :D

Responder

carladuc agosto 24, 2009 às 13:32

Meg,

Que saudades de vocês. Precisamos mesmo nos falar no skype.

Seu comentario foi muito bom! Eu devia ter aproveitado a oportunidade e aprendido com o mestre a fazer Ratatouille. :)

Beijo,

Responder

Bailandesa janeiro 10, 2009 às 11:52

Hahaha hilário esse post! Aqui em casa ainda não tivemos visitantes, mas não moramos em uma construção muito anatiga.
Adorei!

Responder

daniduc setembro 23, 2008 às 17:23

Updates: o ratinho não comeu o veneno, mas já era de qualquer modo. se quer um conselho, desencane de venenos e colas, use a boa e velha ratoeira mesmo. Ou arrume um gato.

Responder

daniduc setembro 21, 2008 às 14:10

Ae @bruno, valeu pela assinatura, hehe :)

Responder

bruno imbrizi setembro 21, 2008 às 13:36

“Recontado a la Daniduc tudo fica mais engraçado”

Assino em… cima!

Responder

daniduc setembro 21, 2008 às 13:17

@carol: putz, podia ser até o Mickey Mouse em pess… em camundongo, não tem convivência. Mas vou fazer um trato: se ele não voltar, eu não mato :)

@Marina e Ronnie: valeu pelas dicas, já peguei o mail!

Responder

Marina e Ronnie setembro 21, 2008 às 09:10

peguei nome de remedios e dicas com uma pessoa que mora aqui em Amsterdam fazem 15 anos, te mando por e-mail,ok?

Responder

Carol setembro 21, 2008 às 04:16

Não matem! Talvez seja o Ratatouille!!
;-)

Responder

daniduc setembro 21, 2008 às 01:02

@barts: Yeah, sim, pretendemos. E vamos, ainda mais com a ajuda da @ali :)

@ali: brigado (pela ajuda ofereceida e pelo elogio :)

@tuca: Beeem, a Carla conversou com um colega daqui e ele deu altas dicas pra controle de roedores hackers holandeses, a gente vai repassando tudo o que aprender!

@Salsa: tem uns 3 dias agora. Estamos acompanhando sempre. VAleu as dicas também!

Responder

Ali setembro 20, 2008 às 15:43

Recontado a la Daniduc tudo fica mais engraçado :)
Vamos nos empenhar na exportação do casal felino Boo e Linus Duc.

Responder

Barts setembro 20, 2008 às 00:55

Se o remedio for Pb pequenino, o rato morre a 2 passos da linguica recheada de veneno, chega a dar pena. Quimicos organicos malditos que criam estes venenos!

Responder

Salsa setembro 20, 2008 às 00:28

Leva uns dois dias para vc ver se o veneno foi tocado ou não.

Responder

Tuca setembro 19, 2008 às 22:20

Rapaz, tem rato aqui também. E o bicho não come o veneno que a gente coloca. Um absurdo. E boa lembrança sobre de muis is in de does. Referências…

Responder

Barts setembro 19, 2008 às 21:07

Ahhhhh, voces vao reunir a familia de novo??? QUe maneiro! Tomara que nao seja muito dificil!

Responder

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